Vinho, Na mesa, Para que jamais falte amizade e pretextos para celebração,
Continuar lendo
Vinho, Na mesa, Para que jamais falte amizade e pretextos para celebração, Sic et simpliciter,
378 frases
Vinho, Na mesa, Para que jamais falte amizade e pretextos para celebração,
Vinho, Na mesa, Para que jamais falte amizade e pretextos para celebração, Sic et simpliciter,
Escrever o que não vale ser lido, Basta só escrever, Mas as mãos estão assim,
Escrever o que não vale ser lido, Basta só escrever, Mas as mãos estão assim, Sem forças para fugir,
Mas que olhar é esse, doce, leve, atraente e capaz de enamorar os pequenos gestos do dia?
Venho contigo nos olhos de hoje, Enxergo a teimosia de ontem, Logo consigo viver amenidades invisíveis,
Venho contigo nos olhos de hoje, Enxergo a teimosia de ontem, Logo consigo viver amenidades invisíveis, Escolho a poesia silenciosa na mão que escrevo,
A casa de agora, É mortiça, a lucidez faz dela inabitável, Cada canto moribundo está sombreado,
A casa de agora, É mortiça, a lucidez faz dela inabitável, Cada canto moribundo está sombreado, Todo móvel tem lembranças fantasmas, O silêncio não é inocente, O sentimento é uma densa fumaça, Que impregnou a estrutura da alma desta casa, Que não é mais lar, mas pedras sem graça,
Tem coisas que só estou aprendendo com a idade, (verdade) Uma delas é a importância de um abraço, (escasso), Sigo tentando sustentar a honra, (infâmia),
Um desperdício, Abismo que arrepela, Quem só tem dor,
Um desperdício, Abismo que arrepela, Quem só tem dor, Que dor,
Mas lástima mesmo é não amar, A beleza feia de não saber fazer a coisa com tamanha lucidez é a graça da vida sem cartilha,
Nem sei eu bem o que enxergar, Se de tão longe, muito longe, Você rouba o meu olhar,
Apenas sorrio amenidades, Uma esperança ligeira marcada, Nas linhas rijas,
Apenas sorrio amenidades, Uma esperança ligeira marcada, Nas linhas rijas, Da minha melhor faceta,
O bico da caneta escreve, O silêncio que não emudece, O bico da caneta escreve,
O bico da caneta escreve, O silêncio que não emudece, O bico da caneta escreve, O papel que cada palavra aqui adoece, O bico da caneta escreve, O fim triste desta prece,
De todos os verbos, escolho amar,
E o futuro parece que traça um sorriso, Pela brecha da empáfia e da ignorância, Que insiste permanecer,
Na geometria, Dos dias, As horas,
Na geometria, Dos dias, As horas, Perderam, Suas, Cadências, Figurativas, Ganharam, Minhas, Formas, Inconscientes, Das Cores, Das Linhas, Dos Pontos, E tudo, Dependeu, Dos olhos, Do princípio, Do homem, Que sentiu, Cada, Pincelada, Van-guar-dis-ta Com, Separação, Silábica, Sim, Senhor, De Mondrian, Com Maliévitch, Sem Strzeminski, Foi Picasso, Quem Dali, Na dianteira, Do movimento, Na linha de frente, Do momento, Ficou, Enquadrado, O silêncio branco, Embasbacado, O riso negro, Suspenso, O quase fim, Policromo,
Verdades contadas entre olhadelas e gatunos gestos incomparáveis,
Boca com gosto de vinho, Cumplicidade se eternizando,
Mais que palavras, Uma certeza, Leva o dia e a noite adiante,
Mais que palavras, Uma certeza, Leva o dia e a noite adiante, Hey Senhoras, Eu vejo claramente, Relutâncias, Esperanças, Substância, Aquela que é essencial numa obra-prima, Mães do mundo, Ainda que um horror paire na realidade, Dias exalam suas inefáveis delícias,Eu me arrisco, Caso exista um ser sexuado que está acima de todas as coisas, Só pode ser uma velha mulher
Vazio, Como um corpo sem o fôlego da vida, Como um dia sem esperança,
Vazio, Como um corpo sem o fôlego da vida, Como um dia sem esperança, Como a inquietude de uma alma sem paz, Como um prato sem comida, Há vazio que não se pode encher, Triste é o vazio, " "
Perguntaram-me, - O que você vai fazer depois de morrer? Respondi,
Perguntaram-me, - O que você vai fazer depois de morrer? Respondi, - Começar a viver, Com outra certeza, Viverei eternamente, Morto,
Na fresta da cidade, (infinidade), Por um instante fico assustado, (amedrontado), Entre parênteses nada mais acontece, (adormece),
Noite que dorme, morre sem partir, Depois de tudo, permaneço sitibundo, Com vontade rasgante e iniludível,
Há pouco, Pouco demais, E o tempo não teve tempo,
Há pouco, Pouco demais, E o tempo não teve tempo, De fazer a casca desenvolver, Por cima deste sentimento, Cortado com as frias, Lâminas curvas da foice inevitável, Da existência,
Só escrevo, Não contabilizo mais, Dias, semanas, meses, anos,
Só escrevo, Não contabilizo mais, Dias, semanas, meses, anos, Nem olho mais o calendário, Devorador dos planos,
Escrevo só, Por um desejo indomável, De satisfazer libidinosamente,
Escrevo só, Por um desejo indomável, De satisfazer libidinosamente, O bico desvairado da caneta, Cortejado pelo papel, Papel que aceita tudo, Submissão assumida,