Sou uma diminuta pausa, Um perdurável silêncio,
Frases de Madasivi
378 frases
Meus dedos sentem, O que mais importa, Escorre,
Melhorar, O melhor pretexto, Pretextar,
Continuar lendo
Melhorar, O melhor pretexto, Pretextar, O pretexto incorporado, Incorporar, O metido do encontro, Encontrar,
Lá dentro, Não sei onde está, Por um momento,
Continuar lendo
Lá dentro, Não sei onde está, Por um momento, A paz fica rodeando, Aqui fora, Ecos de certezas, Em meio ao quase, Desespero,
Depois que a chuva passou, Levou com ela, Os amores, os sonhos,
Continuar lendo
Depois que a chuva passou, Levou com ela, Os amores, os sonhos, As dores e as doses, Ficaram apenas os copos vazios, Alguns com marcas de batom, E a certeza de beijos alcoólicos,
Tempo iniludível, Vai irrefreável, Dentro dele,
Continuar lendo
Tempo iniludível, Vai irrefreável, Dentro dele, Está eu, No compasso sempiterno, Mortiço e quase apagado, Sou uma diminuta pausa, Um perdurável silêncio,
Tenho comigo sonhos pluralizados, Todos os dias acordo miragens, Encho jazigo vazio de esperança,
Continuar lendo
Tenho comigo sonhos pluralizados, Todos os dias acordo miragens, Encho jazigo vazio de esperança, Respiro euforias como criança,
Cada pedaço do seu vitral, Estilhaçado no meu chão, Lantejoula colorida acidental,
Continuar lendo
Cada pedaço do seu vitral, Estilhaçado no meu chão, Lantejoula colorida acidental, Cintilada num rasto lacerado de paixão, Cortante vontade corporal, Sangra meu coração,
Parte sofre e insiste fazer-se em pedaço, O mundo não é capaz de interpretar tal viver, Estas minhas linhas que o riso ficou escasso,
Cavalo primata que não cansa, Criança na corcova descansa, Galho seco que não despedaça,
Continuar lendo
Cavalo primata que não cansa, Criança na corcova descansa, Galho seco que não despedaça, Maritaca que na ponta canta,
Não há dúvida tão certa, Que paire, E depois ecoe,
Continuar lendo
Não há dúvida tão certa, Que paire, E depois ecoe, Que sua existência, Será um eterno presente,
Quem és tu? Que insistes chegar, Violentamente,
Continuar lendo
Quem és tu? Que insistes chegar, Violentamente, Brandamente, Indomavelmente, Constantemente?
Como se a vida fosse uma fruta, Fruta boa que a vontade mastiga, Mastiga todas as possibilidades de que algo,
Continuar lendo
Como se a vida fosse uma fruta, Fruta boa que a vontade mastiga, Mastiga todas as possibilidades de que algo, Algo de bonito acontece neste instante, Instante tão pequeno que dói, Dói uma dor rápida como da fruta tirada, Tirada do pé e cede sem resistência Resistência madura ou quase, Quase é o sentimento que fica, Fica a fruta como se fosse vida,
Os olhares beijaram, Os beijos olharam, Passaram as vontades,
Continuar lendo
Os olhares beijaram, Os beijos olharam, Passaram as vontades, Gosto de preliminares,
Nem sei eu bem o que escutar, Se de longe ou de perto, Você rabisca o meu sonhar,
Você vem, no vaivém da valsa, Vagarosamente e vistosa, Vênus vestida de vivente,
Continuar lendo
Você vem, no vaivém da valsa, Vagarosamente e vistosa, Vênus vestida de vivente, Vínculo de vibração vital, Você vale valentia, vale vadiagem, Vale vinho com vodca, Vale viver sem vergonha, Vale o vento que vira na viela, Você vai, no vibrato do violino , Velozmente e vejo, Vai sem vestígio, Venusto veneno, Você vale a vontade voraz, Vale a vicissitude da vida, Vale a violeta que voa, Vale a volúpia vivaz de te venerar,
Ainda teremos outras noites, Alegres e tristes, Ainda veremos outras tantas estrelas,
Continuar lendo
Ainda teremos outras noites, Alegres e tristes, Ainda veremos outras tantas estrelas, Iluminadas e mortas, Ainda que as luzes da ribalta se apaguem, Ainda acharemos graça, Na escureza do riso perdido, Ainda assim, Seremos eternos, Diante da noite azulada,
Pombo que descansa, Depois de uma taça, De vinho fácil,
Continuar lendo
Pombo que descansa, Depois de uma taça, De vinho fácil, Espírito Santo, Com gemidos fortes, Voa pelo céu perfumado, De baga da videira,
Você vai, no vibrato do violino , Velozmente e vejo, Vai sem vestígio,
Continuar lendo
Você vai, no vibrato do violino , Velozmente e vejo, Vai sem vestígio, Venusto veneno,
Incicatrizável cortadura no peito, Profunda dor que rasga o que sobrou deste corpo,
Ainda assim, Seremos eternos, Diante da noite azulada,
Na marginal do rio, De curvas salazes, Margeio o cheiro de casa,
Continuar lendo
Na marginal do rio, De curvas salazes, Margeio o cheiro de casa, A vontade de descalçar o pé do chão, E silenciar num vazio de asa,
Eu café, Pouco ácido, Muito amargo,
Continuar lendo
Eu café, Pouco ácido, Muito amargo, Jamais adoçado,
Nem sei eu bem o que falar, Se de tão perto, muito perto, Você me faz calar,