não penso o mundo que quero. escrevo o mundo que desejo.
Frases de Luze Azevedo
81 frases
O mundo que desejo ao invés de pensar o mundo que eu quero, eu escrevo o mundo que eu desejo. porque pensar é imaginar possibilidades.
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O mundo que desejo ao invés de pensar o mundo que eu quero, eu escrevo o mundo que eu desejo. porque pensar é imaginar possibilidades. escrever é dar existência a elas. na página, o mundo ainda não precisa ser como é.pode ser como eu gostaria que fosse. e talvez seja essa a maior liberdade de quem escreve:não aceitar o mundo pronto ~ mas inventar, palavra por palavra, aquele em que gostaria de viver.
— Bom dia!!! — o Dia só é LINDO quando o teu SORRISO se encanta dos meus OLHOS!
Ai Deus, cuida de mim… Pobre sei que sou! Pois amar é só o que sei!
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Ai Deus, cuida de mim… Pobre sei que sou! Pois amar é só o que sei! E amar, só posso e só quero uma única mulher essa que está aqui, prestes a acordar!
“Pra todo canto que eu olho. Vejo um verso se bulindo.” vamos para a vida, que ela não espera. quem fica enseja o fim que [re]mata.
gosto e penico são coisas que nem todos têm. mas, todos, sabem para o que serve.
neste instante, em que eu escrevi e você lê; quarenta e cinco minutos depois das cinco e quinze, da manhã do dia 22 de agosto de 1959, meu pai da entrada no hospital municipal do Tatuapé, Sampa, vítima de um tombo. ficou emocionado ao saber que eu acabara de chegar. minha mãe no…
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neste instante, em que eu escrevi e você lê; quarenta e cinco minutos depois das cinco e quinze, da manhã do dia 22 de agosto de 1959, meu pai da entrada no hospital municipal do Tatuapé, Sampa, vítima de um tombo. ficou emocionado ao saber que eu acabara de chegar. minha mãe no quarto, chora... está feliz! meu pai em uma maca, chora... fraturara a perna. eu no berçário, choro... olho os seios da enfermeira! faminto, não sei quais os perigos por não reconhecer a verdadeira fonte de alimentação!
criança minha, que saudade! penso em você a cada instante do tempo que me permite parar e pensar. até mesmo quando não posso, eu paro e penso. você apareceu sem intenção e, intencionalmente, ficou... [?]
há cinquenta e cinco anos o enigma deu um abraço no paradoxo, nasci!
A incapacidade de dormir é a maldição dos velhos e dos culpados.
o acaso é o momento em que a lógica dá um cochilo!
pessoas me perguntam aonde me escondo? à elas digo que sou sol. todo dia apareço e depois me guardo pro dia seguinte. mas na realidade queria ser lua – surgir ao final do dia e me recolher a cada amanhecer –, amando a madrugada.
por vezes tenho saudade de quando tinha 16 anos; sonhava por alguém e não questionava nada, bastava atravessar a rua!
seu destino e eu, não estão em desacordo. sua pele tem o frescor da manhã e seu cheiro a mais pura lavanda. tenho muitas expectativas maiores e, sua companhia harmoniza meu viver. a noite foi longa, o prazer infindável... agora uma luz delineia suas curvas, ela foge em outra di…
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seu destino e eu, não estão em desacordo. sua pele tem o frescor da manhã e seu cheiro a mais pura lavanda. tenho muitas expectativas maiores e, sua companhia harmoniza meu viver. a noite foi longa, o prazer infindável... agora uma luz delineia suas curvas, ela foge em outra direção e sua sombra fica. por vezes tenho saudade de quando tinha 16 anos; sonhava por alguém e não questionava nada, bastava atravessar a rua!
são 04h, muito frio. há tempos não sabia o que era isso em Ribeirão Preto. não há gemidos nos apartamentos vizinhos, todos dormem e o silêncio reina. lá fora chuva e um pedido de socorro, rompe com a paz reinante. uma voz feminina suplica que a deixe; que ela não quer ir, quer…
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são 04h, muito frio. há tempos não sabia o que era isso em Ribeirão Preto. não há gemidos nos apartamentos vizinhos, todos dormem e o silêncio reina. lá fora chuva e um pedido de socorro, rompe com a paz reinante. uma voz feminina suplica que a deixe; que ela não quer ir, quer ficar ali. em outros momentos, quer ir. mas só! sem a companhia, que nada fala — presumo só acompanhar ao largo, de um lado a outro da calçada. nenhum carro na rua, nem sons a interromper o capítulo dessa novela. ela chora e ri num desafino descompasso, lembrando talvez mais dos drinks de que a música que a embalou no início da festa, que sabe-se lá como terminou, ou não! penso em deixar a cama, abrir a Frisa e ir acompanhar o desfecho do romance "frozen in the rain". as cobertas que me acompanham não permitem e me abraçam mais forte de encontro à cama. tento com esse trio aquecer-me para o final da madrugada e colo mais um travesseiro ao ouvido — ajuda também a esquentar —, mas a voz feminina, lá fora teima em reinar. não é um Romeo, Romeo... nem tampouco tomate cru que ela procura na feira — por sinal distante daqui — . e, ela continua a berrar, algumas palavras que se parecem com isto. milésimos de segundos se passa e seus sapatos começam a dividir com o som da chuva a quebra do silêncio que antes reinava, na pista. uma dança sem música, no asfalto molhado. ele, enfim berra e pede para que ela volte. é então que eu noto a companhia, é um homem. abri a Frisa, quem sabe para ajudá-la, quem sabe para me devolver o sonho e, aquecer o corpo. vejo que ela não resistiu, preferiu o Romeo. ela aceitou-o e foram em busca dos tomates. agora sim, o tempo vai esquentar e logo, logo, o sol é quem vem reinar!
Eu me atrasei, força do hábito! E ela impaciente, linda e sedutora, teclava com alguém ou para alguém. Sentada de pernas cruzadas joelhos à mostra ocupava todo o sofá. Entre ela, a janela que mostrava lá fora a noite enluarada, uma orquídea amarela decorava o ambiente escuro; e…
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Eu me atrasei, força do hábito! E ela impaciente, linda e sedutora, teclava com alguém ou para alguém. Sentada de pernas cruzadas joelhos à mostra ocupava todo o sofá. Entre ela, a janela que mostrava lá fora a noite enluarada, uma orquídea amarela decorava o ambiente escuro; e as poucas luzes faziam questão de iluminar seu corpo. De camiseta branca, com mangas compridas e saia também branca, logo a reconheci. A fraca iluminação do restaurante era só pra indicar o caminho até ela, e em suas pernas, me perdi. Seu rosto só foi possível achar graças ao celular, que seus dedinhos não sessavam de teclar. ao lado dela parei. Na pequena mesa, entre mim e ela, duas taças borbulhavam com champanhe, decorada com velas aromáticas e pétalas de amor perfeito. desabotoei o paletó, tropecei nas palavras, ganhei fôlego, e perguntei se o lugar ao lado estava ocupado. Sim, respondeu ela. Sempre esteve reservado, aguardando você, e emendou: demorou por quê?
bom dia!!! a madrugada termina e com ela leva toda a melancolia. agora pneus de carros riscam ruas molhadas e, motores descendo e subindo a ladeira levam meu silêncio, e minha paz inspiradora. a buzina de uma moto avisa que não vai subir e nem descer, só atravessar. perdão, des…
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bom dia!!! a madrugada termina e com ela leva toda a melancolia. agora pneus de carros riscam ruas molhadas e, motores descendo e subindo a ladeira levam meu silêncio, e minha paz inspiradora. a buzina de uma moto avisa que não vai subir e nem descer, só atravessar. perdão, desculpa, espaços de silêncio em absolvição… enfim, meu apartamento, meus vazios, meus silêncios, meu indulto e as possibilidades que não vão mais escapar pela janela. um dia me disseram: "Um bom homem se desculpa pelos erros do passado, mas um grande homem os corrige". segundo uma pesquisa Neurocientífica, uma pessoa é capaz de se desculpar, em média, 12 vezes ao dia. muitas vezes - para não dizer sempre -, é para expiar um erro do passado, na tentativa de curar a velha ferida. entretanto, existem algumas feridas que não podem ser curadas, jamais. e, essas, são as mais profundas. na minha opinião, você pode viver no passado, ou então, se alegrar com as coisas mais belas do presente. bora viver o Presente? bora caminhar? e, depois, rezar? mais, tarde comer? e à noite AMAR? fuuui!!!
Pela Vida e Para a Vida, na Melhor Forma de Viver!
Beijos Pra Tua Alma e Afagos Pra Teu Coração
em toda a ficção existe um pouco de verdade; na verdade, não pode haver ficção!
vendi o Sol à vista, para comprar a Lua a perder de vista.
se a sua vida é uma estória, quem é o autor!? - por dentro eu sou o tipo de pânico. - do que você tem medo?
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se a sua vida é uma estória, quem é o autor!? - por dentro eu sou o tipo de pânico. - do que você tem medo? - eu não sei... sinto medo! que eu possa ir lá e cair de cara no chão. - bem, você não sabe o quê, a menos que você tente, certo? - você está certo. eu só desejo ser tão corajosa como meu "amigo" pensa que eu sou! - olha, ser corajosa não significa você ter medo de tudo. tudo bem? significa apenas que você não irá deixar que o medo possa impedi-la de fazer o que você quer fazer.
poderia ser o mar; mas é o céu do meu Amar[T]anto!!!
as ruas não são para qualquer um. por isso existem as calçadas.