Quando você encontra uma cabeça doentia pela frente e o mundo desaba sobre a sua, não perca tempo se perguntando o que fez de errado, porque o único erro foi se encontrarem. O resto ele fará pelos dois.
Frases de Luiz Roberto Bodstein
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Formação científica não constrói necessariamente o tipo de cérebro que trocará crenças equivocadas pelo resultado de cuidadoso trabalho de pesquisa. Alguns colecionadores de títulos nunca abandonam "verdades de berço" nas quais não tiveram a menor preocupação de usar a ciência pa…
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Formação científica não constrói necessariamente o tipo de cérebro que trocará crenças equivocadas pelo resultado de cuidadoso trabalho de pesquisa. Alguns colecionadores de títulos nunca abandonam "verdades de berço" nas quais não tiveram a menor preocupação de usar a ciência para confirmar ou refutar.
Qual é o limite do teu Slogan? É quando deixa de ser momentâneo para se tornar definitivo.
Qual é o limite de tua Parceria? É quando esse status é trocado pelo de "dono e propriedade".
A pior estupidez é a dos idiotas que se acreditam sábios.
Qual é o limite do teu Grito de Guerra? Vai até o momento em que não te cobram levá-lo a sério.
O que entendes do universo à tua volta para vomitar verdades prontas? Achas que o conheces o bastante, e à vida contida nele, para os definir? Idiota que és! Mal entendes da interface que tens com cada peça que o compõe... Já pensaste que esse ponto de contato é visto diferenteme…
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O que entendes do universo à tua volta para vomitar verdades prontas? Achas que o conheces o bastante, e à vida contida nele, para os definir? Idiota que és! Mal entendes da interface que tens com cada peça que o compõe... Já pensaste que esse ponto de contato é visto diferentemente por ti e pelo outro, aproximados por esse momento? Então que “verdade” é essa que deténs? O mais próximo dela a que tu e teu contato chegarão é o do momento que terão juntos, e ainda assim com leituras distintas tão logo se afastem um do outro. A “verdade”, portanto, em que te afirmas com tanta veemência é a mentira construída primeiro em ti, e aumentada em cada um dos que a ouvirão depois. De modo que se pudesses ouvir do último o que disseste ao primeiro, terias uma ínfima noção da relatividade das tuas “verdades”!
Sempre que você defende a “verdade única”, as chances de usar tolices para defendê-la são infinitamente maiores do que as que o bom-senso lhe ditaria.
Mal as vaidades desse mundinho belicoso me arranha o emocional, mergulho mais fundo ainda nos labirintos do universo para ver o incômodo todo transformado na preocupação ridícula com uma briga de formigas.
Qual é o limite da tua Bandeira? É o do momento em que a colocas na ponta do mastro, em vez de guardá-la para ti mesmo.
Qual é o limite da tua Trincheira? É quando passa a proibir-te de pular para uma outra que precisa mais de ti.
Qual é o limite da Ordem? É quando recebe a palavra "unida" como acréscimo e te cobra sincronia, em vez de consciência.
Qual é o limite da tua Subordinação? É quando renuncias ao teu pensar para seguir nela.
Não se veja um idiota quando comete uma idiotice porque não pensou bem antes. Você se mostra idiota é quando replica a idiotice de outrem apenas para não parecer idiota.
O melhor da maturidade é a troca da credulidade ingênua da juventude pelo ceticismo inteligente que traz segurança o bastante para separar joio do trigo de uma forma inusitada: ao mesmo tempo em que não deixa mais espaço para o misticismo pueril de outrora, descobrimos um cérebro…
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O melhor da maturidade é a troca da credulidade ingênua da juventude pelo ceticismo inteligente que traz segurança o bastante para separar joio do trigo de uma forma inusitada: ao mesmo tempo em que não deixa mais espaço para o misticismo pueril de outrora, descobrimos um cérebro aberto ao improvável e empático ao inacreditável para derrubar as fronteiras entre concreto e abstrato de forma a que tudo se mostre possível, e apenas a dúvida – antes de qualquer negação – faça a mediação entre o ser e o não ser. Alguns chamam isso de delírio, eu o chamo de despertar!
Sou um triângulo equilátero quanto à posição no mundo, mas escaleno e libertário no plano das idéias, pois que rebelde a sectarismos que se expressem por meio de bandeiras, trincheiras, ordem unida, palavras de ordem, gritos de guerra, sociedades, clubes, irmandades, confrarias,…
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Sou um triângulo equilátero quanto à posição no mundo, mas escaleno e libertário no plano das idéias, pois que rebelde a sectarismos que se expressem por meio de bandeiras, trincheiras, ordem unida, palavras de ordem, gritos de guerra, sociedades, clubes, irmandades, confrarias, torcidas, doutrinas, dogmas, partidos, segmentos rotulados, pensamentos por osmose e “ismos” ideológicos que me puxem para qualquer lado que a soberania da minha lógica rejeite.
Sempre que abrimos mão da comparação para nos deixarmos conduzir por uma única fonte, corremos o sério risco de levantar a bandeira do absurdo surgido na cabeça de mentes doentes. A lógica jamais dispensará o cuidadoso trabalho de reunir dados dos mais diversos e compará-los até…
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Sempre que abrimos mão da comparação para nos deixarmos conduzir por uma única fonte, corremos o sério risco de levantar a bandeira do absurdo surgido na cabeça de mentes doentes. A lógica jamais dispensará o cuidadoso trabalho de reunir dados dos mais diversos e compará-los até a exaustão, antes de concluir pela verdade que se esconde por trás de todos eles.
Não se refiram a mim como "cabeça feita": essa que ostento sobre o pescoço foi auto-construída.
Você não precisa de um lado. Só precisa pensar.
Infeliz a nação que precisa de heróis, e mísero o povo que carece de lados.
Demonstrar respeito aos outros não é uma escolha, mas obrigação devida a todo indivíduo enquanto pessoa. Ninguém pode estar sujeito àquela falta de respeito que o exponha ou inferiorize, isso é fato. Mas há um outro tipo de respeito que nos brota na essência, queiramos ou não, e…
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Demonstrar respeito aos outros não é uma escolha, mas obrigação devida a todo indivíduo enquanto pessoa. Ninguém pode estar sujeito àquela falta de respeito que o exponha ou inferiorize, isso é fato. Mas há um outro tipo de respeito que nos brota na essência, queiramos ou não, e não se consegue oferecer gratuitamente quando o outro revela não dá-lo a si mesmo. Resta-nos, nesse caso, dedicar o obrigatório a todos, porquanto seres humanos, mas não desperdiçar aquele de caráter íntimo com quem inequivocamente não dá qualquer importância ao ato DE SE FAZER respeitar.
O impossível não vai além do que ainda não tive resposta.
Conhecem a “síndrome da auto-reversão”, que costuma acometer os complexados? Sempre que presenciam um elogio feito a alguém, de imediato reagirão de forma agressiva como se uma ofensa tivesse sido dirigida a eles. A completa ausência de auto-estima de que são possuidores os induz…
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Conhecem a “síndrome da auto-reversão”, que costuma acometer os complexados? Sempre que presenciam um elogio feito a alguém, de imediato reagirão de forma agressiva como se uma ofensa tivesse sido dirigida a eles. A completa ausência de auto-estima de que são possuidores os induz a raciocinar por exclusão. Dessa forma, uma referência à inteligência de alguém, por exemplo, é o mesmo que dizer que todos os demais – incluindo ele – são burros.
O bom senso nos diz que o ceticismo tem um limite, e este vai até o ponto em que a lógica não o contradiga. A negação pura e simples, a partir desse ponto, se contrapõe não apenas à lógica, mas às fronteiras aceitáveis da inteligência.