Quase sobreviventes de nós mesmos por um passado que já não nos habita mais,
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Quase sobreviventes de nós mesmos por um passado que já não nos habita mais, mas que nos invade sem pedir permissão. Assombrados pela sua falta e a necessidade de um recomeço. Se perde no mesmo momento em que se permite ser achado. Pelo medo. Pela necessidade. Acordar de um sonho e voltar à realidade. Fugir do que insiste em existir, buscando uma unica oportunidade pra descobrir o minimo vazio, o tomando como moradia. E vive, por um único aviso e certeza: Ainda somos quase sobreviventes de nós mesmos.