Lagrimas de Um Povo Luiz Carlos Paiva .
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Lagrimas de Um Povo Luiz Carlos Paiva . Lagrimas não brotam ou saem de uma pedra pomes, Não se conhece as lagrimas de quem nunca chorou, Lagrimas são encantos dados a quem sabe o que é amor, Elas são encantamento de Deus que as temperou no sal. Uma pedra de amolar, pode afiar ou desgastar o metal, Um ato que também destrói a pedra que não sabe chorar, Pedras podem ser imãs, um lado atraí ou outro repele, Pedras sob pedras, edificam e dão forma ao novo lar. . A água infiltrada na pedra aos poucos rompe a dureza, Vaza inicialmente em pequenas gotas, são lagrimas, Que aos poucos tornam mais densas, rompendo a pedra, Lagrimas não doem o que doe são os motivos que as causa. . Somos um povo vivido entre lagrimas, nascidas de pedras, Pedras de nossos alicerces seguidamente abalados, alhures, Que somados a interesses esdrúxulos para nosso espanto. . Sem dúvida lagrimas de pedra angular sustento da nação, Assistindo invasão de água suja, jorrada de cérebro vazio, Abala a instituição, sob o sorriso debiloide ansioso de poder. . Luiz Carlos Paiva / Estiva – MG / 08-01-23 D. A. R. Lei 9.610/98®©