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Frases de Luciano Rodrigues Marcelino

31 frases

⁠Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
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⁠Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o nome que demos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. As coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era e se transforme em quem é. Gloria Hurtado Dar a oportunidade à abertura de novos ciclos em nossas vidas é também um gesto de caridade, respeito e amorosidade para conosco, em plena consciência de que nosso infalível destino é a plenitude divina.

⁠Veio-me à mente um antigo jogo de agilidade mental em que ao formar um círculo, cada participante devia retomar muito rapidamente o que fora dito por seu predecessor, adicionando um novo elemento, e assim por diante, até que alguém fosse incapaz de dizer o que mais faltava ao su…
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⁠Veio-me à mente um antigo jogo de agilidade mental em que ao formar um círculo, cada participante devia retomar muito rapidamente o que fora dito por seu predecessor, adicionando um novo elemento, e assim por diante, até que alguém fosse incapaz de dizer o que mais faltava ao sujeito… Por aqui passou um soldado todo sujo e derrotado. O soldado não levava… Hmm, mochila!… (next), mochila, sim, ele estava usando, o que ele não carregava era fuzil… (next), rifle, sim, ele levava, o que não tinha era um cantil… (next), cantil, sim, ele estava carregando, o que ele não vestia era um uniforme… Por aqui passou um reitor todo triste e fracassado. O reitor não portava um plano estratégico… Hmm, planejamento estratégico…(next), plano estratégico, sim, ele portava, o que não tinha era execução estratégica… (next), execução estratégica ele tinha, o que não tinha era liderança… (next), liderança, sim, ele tinha, o que não transparecia era ousadia… Como se pretende ser reconhecido logo do ciclo de mandato reitoral? Como um reitor empreendedor? Como um grande líder visionário? Como um abnegado ser humano que trabalhou intensamente e articuladamente pela causa da educação?”

⁠Buscar sair de profundas crises organizacionais, deixando de priorizar a formação de lideranças que estabeleçam rumos e propósitos, implementar métodos disruptivos de coalizão e desenvolver continuamente novas competências para câmbios estruturais para navegar em um oceano azul,…
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⁠Buscar sair de profundas crises organizacionais, deixando de priorizar a formação de lideranças que estabeleçam rumos e propósitos, implementar métodos disruptivos de coalizão e desenvolver continuamente novas competências para câmbios estruturais para navegar em um oceano azul, é como tentar se salvar de um afogamento puxando-se pelo próprio cabelo!

Por que razão as humanidades, por que razão a ciência, a arte, a literatura não nos deram nenhuma proteção diante do desumano? Por que razão podemos tocar Schubert à noite e cumprir o dever, no dia seguinte, matando nos campos de concentração? Nem as grandes obras, nem a música…
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Por que razão as humanidades, por que razão a ciência, a arte, a literatura não nos deram nenhuma proteção diante do desumano? Por que razão podemos tocar Schubert à noite e cumprir o dever, no dia seguinte, matando nos campos de concentração? Nem as grandes obras, nem a música nem a arte impediram a barbárie total. Como era possível tocar Debussy, escutando os gritos daqueles que passavam pelas cercas de Munique, a caminho dos campos de extermínio. Por que a música não disse não? Por que as humanidades não nos humanizaram, por que as culturas não nos libertaram? Francis George Steiner, professor, crítico e teórico da literatura e da cultura. Por que razão as universidades não nos educaram e não nos pacificaram? Onde estavam as universidades diante das duas guerras mundiais e frente às mais de duas centenas de guerras do século XIX e XX?

⁠A empresa não é mais a principal avenida do progresso na sociedade. As oportunidades de carreira exigem, cada vez mais, um diploma universitário. O centro de gravidade passou para o trabalhador dotado de conhecimento. Porém nenhuma instituição de ensino nem mesmo a escola de ad…
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⁠A empresa não é mais a principal avenida do progresso na sociedade. As oportunidades de carreira exigem, cada vez mais, um diploma universitário. O centro de gravidade passou para o trabalhador dotado de conhecimento. Porém nenhuma instituição de ensino nem mesmo a escola de administração, tenta equipar os estudantes com as qualificações elementares que os tornariam eficazes como membros de uma organização: a capacidade de apresentar ideias verbalmente e por escrito; a capacidade de trabalhar com outras pessoas; a capacidade para formular e dirigir seu próprio trabalho, sua contribuição e sua carreira. A pessoa educada deveria ser o novoarquétipo da sociedade […] (DRUCKER, 1992, p. XVI) O foco principal de uma IES deveria estar no êxito do aluno, sobretudo, para que se transforme em um cidadão civilizado, reformador de si mesmo.

⁠Cada vez que se manifesta em defesa da gestão vigente em detrimento das anteriores, acentua-se publicamente o egoísmo inerente, seja pela propagação do isolamento, o culto à vaidade e o hasteamento da bandeira da exclusão, que apenas segrega e nunca integra, que não abraça os de…
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⁠Cada vez que se manifesta em defesa da gestão vigente em detrimento das anteriores, acentua-se publicamente o egoísmo inerente, seja pela propagação do isolamento, o culto à vaidade e o hasteamento da bandeira da exclusão, que apenas segrega e nunca integra, que não abraça os desiguais, protegendo-se na uniformidade, mas que também fragmenta, nutre de desafetos e corrói a gestão.