No silêncio da sala, o tic tac da caneta, Ecoa pelos corredores, como uma sonata inquieta. Na carteira vazia, a mente se aventura,
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No silêncio da sala, o tic tac da caneta, Ecoa pelos corredores, como uma sonata inquieta. Na carteira vazia, a mente se aventura, Explorando mundos, numa busca tão pura. Tic tac, tic tac, o tempo não espera, Enquanto os alunos aprendem, a mente se esmera. Cada linha traçada, um novo aprendizado, Na escola, o conhecimento é sempre renovado. O tic tac da caneta, um sinal de progresso, Registrando ideias, num eterno processo. Na sala de aula, onde o saber floresce, O tic tac da caneta é a sinfonia que aquece. Assim segue o ritmo, na dança do saber, Na escola, onde o futuro começa a nascer. Com o tic tac da caneta como guia, Cada estudante escreve sua própria poesia.