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Frases de Lucas Reis

33 frases

A inspiração De onde ela vem? Vem dos sentimentos mais íntimos
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A inspiração De onde ela vem? Vem dos sentimentos mais íntimos Vem de dentro Surge da biografia da vida Da sucessão De todos os acontecimentos Dum mix de vícios, desejos e Sentimentos Do ápice dessa explosão Salta pela pele adentro Dum fogo abrasador carcomendo Que parou o coração Batendo.

A inspiração De onde ela vem? Vem dos sentimentos mais íntimos
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A inspiração De onde ela vem? Vem dos sentimentos mais íntimos Vem de dentro Surge da biografia da vida Da sucessão De todos os acontecimentos Dum mix de vícios, desejos e Sentimentos Do ápice dessa explosão Salta pela pele á flora Manifestando a emoção Sem demora De quem cria uma composição Do nada Agora.

" No Albúm da história da vida, guardei voçê, No Albúm da história da vida,
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" No Albúm da história da vida, guardei voçê, No Albúm da história da vida, guardei a lembrança de sempre ser criança ao seu lado No Albúm da história da vida, guardei a lembrança de sempre ser o seu amado bobo, inconsequente, descuidado No Albúm da história da vida guardei as alegrias de quem sabe viver os dias como se não houvesse amanhã No Albúm da história da vida guardei preciosas amizades de quem vive um dia de cada vez No Albúm da história da vida guardei todas tuas fotografias.

Ser quente E não ser Frio
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Ser quente E não ser Frio Se entregar Ao derrame De um mar Bravio Não aceitar A cobiça D'um mercador Vadio Ouvir calado Comer quieto Sem dizer Um pio E ver aumentar Mesmo que Não queiras Teu podeio

Ciúme Me darias tu A tua mão?
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Ciúme Me darias tu A tua mão? Semblante, Ultraje. Quisera eu, Que o que emprestaste, Devolvesses. E o que pediste, Não me negásseis. Antes, Pudera eu, Que o amor que te votei Não negociásseis. Sabendo tu, Que o que penosamente conquistaste, -Só- Por um pouco de tempo, Dissipaste. Esperara eu, Que em mim confiásseis; E a esperança, em mim depositada, Guardásseis. Como posso eu, Sentir tamanho amor, Por alguém que Não m’esperásseis? Volta, depressa Antes que seja tarde; Antes que o sol se ponha, E o amor s’acabe. 26/03/2018

INFALÍVEL DESTINO "Todo homem é pedra Preso num corpo de inércia
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INFALÍVEL DESTINO "Todo homem é pedra Preso num corpo de inércia Cerrado no corpo de sua morte Esta é a tua porção Quem te livrará de sua vil sorte? Todo homem é erva. É árvore Logo que nasce Cresce Procria Encerra Sem esse seu sopro de vida Envelheçe Resseca. Todo homem é pó Do pó vieste Ao pó Tornarás Todo homem é dor Com suor produziste Com dor comerás. Como a chama da vela acesa O veleiro segue destino Rumo á correnteza... Como o que se semeia prospera A brisa que nasce Não se sabe para onde vai. Assim o caminho de todo homem Assim o caminho de toda terra." 25/03/2018

Em cismas noturnas me vejo Criatividade? Desejo!
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Em cismas noturnas me vejo Criatividade? Desejo! Oh! Virgem dos meus sonhos Anseio por tocá-la Mas como tocar o intocável Atingir o inatingível Em cismas patológicas me vejo insanas Desvairos E pensar que estava por vê-la À passar por mim Beijar-me a face E correr semelhante a um raio azul Na escuridão da noite, Em tempestade torrencial, Transborda-me também o coração, Angústias bombeiam-me o corpo. Para onde foste? Será que tornarei a vê-la? Coração Alucinado idiota Em cismas filosóficas Me deito Quando, enfim, não verei defeito Defeito Em todos estes que passam Passam Sem cumprimentar Mas passam Sentimento inacabado Tenta saltar pela guela.

QUANDO EU MORRER Quando eu morrer Não conte a ninguém que eu morri
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QUANDO EU MORRER Quando eu morrer Não conte a ninguém que eu morri Quando eu morrer Espere sentirem minha falta Quando eu morrer Não me chores Enxugua as lágrimas Quando eu morrer Não me procures Quando eu morrer Não sinta saudade Quando eu morrer Não grite, não pranteie não se lamente Quando eu morrer Não se culpe, Não se condene Quando eu morrer Não enlouqueça, Não se amargure! Quando eu morrer Ah! Quando eu morrer... Por favor Não pereça.

TRÁGICO CAPÍTULO Andaste errante na terra Enquanto andavas consumiste o melhor dela
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TRÁGICO CAPÍTULO Andaste errante na terra Enquanto andavas consumiste o melhor dela Via o desconhecido e não fazia guerra Pois que é que existe qué melhor do que ela? Possuiste tamanha grandeza Para do nativo te esqueceres: índio, negro, mulato Pois como é que é fácil consumir toda sua riqueza Criando por onde passa pobreza. Oh, homem ingrato! Quando valorizarás o que é teu, o que te foi dado Não acostume-te apenas com a nobreza Humilha-te em teu seio, nobre bastardo Terra. Globo universal, mãe natureza Homem. Alheio, estranho, esquisito Profanaste toda a tua beleza. 22/03/2018