A cadeira de Newton O fruto nunca caiu no chão Pois embaixo da árvore
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A cadeira de Newton O fruto nunca caiu no chão Pois embaixo da árvore Estava sentado um menino...
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A cadeira de Newton O fruto nunca caiu no chão Pois embaixo da árvore
A cadeira de Newton O fruto nunca caiu no chão Pois embaixo da árvore Estava sentado um menino...
Não tente me impedir de ser assim: Pássaro que não sabe pousar, Poema que não pode ter fim!
Se toda nuvem fosse Fumaça do meu café Choveria poesia
parasquedas para quedas para quem não sabe a
parasquedas para quedas para quem não sabe a gravidade de manter os pés no chão para aquelas paralelas ruas que nos levam sem direção por que tantos carros? por que correr se é muito mais raro estar com você? aqui e agora! para a queda daquelas flores um momento de contemplação os mais belos ramos de cores alimentam o meu coração aqui e agora!
Último verso Deixe as ilusões para os adormecidos, Para os que se satisfazem com os rodapés da vida.
Último verso Deixe as ilusões para os adormecidos, Para os que se satisfazem com os rodapés da vida. Suba em minhas costas e apague a luz da lua, E então saboreie minha essência em um cálice, querida! Toque levemente a taça Com a qual te sirvo meu vinho, Saboreie minha essência como um mapa Que contornas em meu corpo, com carinho. Saibas que cada luz desta cidade É uma vela que ascendo pra ti, E a cada vez que alguma delas piscar, O fogo revelará o que és em mim... Estarei em cada falta, Em cada brinde, em cada valsa. Pois nossos corpos são à prova da idade, E nossas almas, a causa da eternidade. Pois precisava ser criado o infinito, Algo tão belo e indeciso, Para que todos os mistérios da vida Pudessem caber no teu sorriso...
1,53 Haicai? É poema pequenino
1,53 Haicai? É poema pequenino Igualzinho a você
Barco de papel E então descobri Que é assim a vida
Barco de papel E então descobri Que é assim a vida Um barco de papel Velejando pela eternidade... Ela pode ser leve Se permitir-se sentir o vento Pode ela ser densa Se você não compreender o valor do tempo Pode ela ser dança Descompassada pela maré da existência Ela pode ser criança Se vivida com pureza e inocência Com elas, posso ser livre Sem elas posso estar amargo Só não me tire das águas da vida Pois então estarei farto Pois se o mar é minha morte Eu aceito como quem sabe Que no meu barco de papel Está escrita a história que me cabe