Soneto da Vaidade Não finjas dentre os espelhos alegria Nem clame realce em seu andar,
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Soneto da Vaidade Não finjas dentre os espelhos alegria Nem clame realce em seu andar, Pois enxergo seu andarilhar e sua sina, Então deixe-se verdadeiramente vagar. Ou siga pelo real jeito andante, Palpavel, pois não se prega a suas crenças, Por isso espero que tais rimas alcance, A quem rima o real e as diferenças. Vaidade, eu, ego; nos alimentam, Vaidade, eu, ego; diz que existo, Talvez por viver daquilo que aparenta, Vaidade se faz tudo que exprimo. Por "ser" futuro, passado, eu, outrora; Por vez deveria viver o agora.