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Frases de Lucas Amorim

57 frases

Vinte e Três Vejo você acordando nem acredito,
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Vinte e Três Vejo você acordando nem acredito, parece até que estou sonhando. Céu azul, em frente ao mar me diz, tem como não te amar? Ler um livro bom ouvir um belo som. Eu e você na perfeita harmonia É a única que me apaixono a cada dia. Menina carioca, pele bronzeada sorriso largo, frequentadora da lapa. Vinte e três anos de sabedoria e beleza, que adora quando pegamos o bondinho de Santa Teresa, Fala que é a mulher mais feliz desse Rio de Janeiro, onde o caráter e a educação valem mais do que dinheiro. Dia chuvoso ou ensolarado, tanto faz, só quero estar ao seu lado, na perfeita paz. As vezes perde a paciência e se irrita, mas já te disseram que assim fica mais bonita? desde o luau na praia até uma canção em casa. Cruzo o céu feio uma raia, foi um anjo que me deu asas. Pra voar, e pra viver ao seu lado eu quero ter filhos com todo o amor, com sua beleza e seu humor. E hoje olho no relógio, dez pras seis, pela janela a felicidade entrando de vez. Vejo você acordando e percebo não estar sonhando, deitada nos meu braços, abrindo os olhos devagar, não tenho duvidas, eu nasci pra te amar.

Dois Mundos Sergio vive em um lugar repleto de violência, desigualdade e com muitos criminosos. Mas nem por isso Sergio era um criminoso, pelo contrário, Sergio era trabalhador, todo santo dia acordando as cinco da manhã, dependia do péssimo transporte de sua cidade e pegava pes…
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Dois Mundos Sergio vive em um lugar repleto de violência, desigualdade e com muitos criminosos. Mas nem por isso Sergio era um criminoso, pelo contrário, Sergio era trabalhador, todo santo dia acordando as cinco da manhã, dependia do péssimo transporte de sua cidade e pegava pesado nos serviços gerais em sua empresa, chegava em casa exausto. No portão sua mãe, sempre o esperava preocupada, pois chegava sempre tarde, e não era muito bom chegar tarde onde Sergio morava. Assim era a rotina de Sergio, todos os dias, de casa para o trabalho, do trabalho para a casa. No começo do mês, Sergio ficava feliz, dia de pagamento é sempre o melhor dia pra quem trabalha de verdade. Saía do trampo mais cedo e sempre passava no mercado pra ajudar sua mãe em casa, ainda sobrava um trocado, de trocado em trocado, Sergio juntou um bom dinheiro pra comprar uma boa roupa para ir na festa de 25 anos de seu amigo Daniel, filho do dono da empresa onde trabalhava, um jovem de classe média alta, que vive em um bairro oposto do bairro de Sergio. Então, Sergio entrou na loja, escolheu as roupas mais caras, levou até a mãe para ver se realmente estava bom a roupa que escolhera, afinal, a festa ia ser num dos lugares mais nobres da cidade. Sergio comprou as melhores roupas, e entrou em uma perfumaria e comprou o perfume mais fino e forte que tinha, gastou todo seu dinheiro que havia juntado, mas estava feliz, pois cumpriu seu objetivo. No dia da festa, Sergio estava animado, se arrumou e estava pronto para sair, mas quando ia saindo, em sua rua havia uma operação policial, em busca dos criminosos mais violentos da cidade que viviam no bairro de Sergio. Foi um mar de sangue, muitos tiros e mortos, e tudo em frente a casa de Sergio. Realmente foi impossível sair de casa naquela noite. Sergio ficou triste e se sentiu impotente, pois nada podia fazer. As roupas que comprou só pra festa, já não eram tão bonitas assim, o desânimo e o medo tomou conta do pobre trabalhador. Sergio não aceitava ficar preso em casa sem ao menos se divertir, por causa de criminosos que sempre viviam soltos. A indignação, pavor e vergonha tomou conta dele naquela terrível noite. No dia seguinte no seu trabalho, tentou explicar pra Daniel o motivo de não ter ido a festa. Quando falou tudo, Daniel gargalhou, achou engraçado a cena de Sergio ficar em casa por causa da violência por causa de seu bairro. Falou que nunca tinha visto isso e achou curioso, ainda duvidou de Sergio, pensou que fosse só uma desculpa esfarrapada. Mas Daniel até tinha uma certa razão, pois nunca passou por isso, não sabia o que era um tiro, e nem tinha noção do que era uma favela. Via só bandidos pela TV, nos seriados americanos que via a tarde depois do trabalho. Vivia em seu mundinho, condomínio fechado e segurança máxima. Diferente de Sergio, Daniel pegava mais tarde na empresa, afinal, filho do "chefe", ia sempre de carro com seu motorista. Saía cedo, e ia curtir com os amigos pelos bares de alta sociedade que tinha na cidade. Chegava sempre tarde em casa, tinha uma vida de invejar qualquer um. Era um cara até legal, mas o seu principal defeito é que não enxergava nem um palmo a sua frente, pensava que a vida de todos era igual a sua vida. Curioso é que a favela onde Sérgio mora não fica tão longe de Daniel, a cidade onde moram é belíssima, mas é rica em desigualdades e preconceitos. Daniel ama a cidade e critica quem fala mal dessa belíssima cidade onde vive, Sergio não tem nem tempo de pensar sobre, pois é do trabalho para casa e da casa para o trabalho. "Abra a mente e os olhos pra poder enxergar, a desigualdade está aí, só é cego quem não quer aceitar." Lucas Amorim *Apesar de ser uma história bem próxima da realidade, os personagens são fictícios.

Banquinho e Violão Se você soubesse o quanto é bom Reunir os amigo e ouvir um som
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Banquinho e Violão Se você soubesse o quanto é bom Reunir os amigo e ouvir um som Não preciso de luxo, nem de mansão Só preciso de uns banquinhos e um violão Não me importo, pode ser em qualquer lugar Numa sala, ou em uma praia vendo o luar Na beira da piscina ou até em frente a fogueira Mas sempre reunidos, falando da vida alheia Em uma roda de gargalhadas e descontração Os problemas vão embora e entra a diversão A verdadeira amizade só te faz crescer Os simples detalhes te faz perceber Que uma vida sem amizades não é normal Cada momento,cada história, se torna especial Pode fazer o calor de rachar Que nossas canções vão nos esfriar Ou o frio que for Que em um único solo, vamos trazer o calor Onde o bom humor é acompanhado pelo alto astral Uma roda de amigos é a melhor rede social Então meu caro, não se abata com essa solidão Vem pra cá, pegue mais um banquinho e sinta o som do violão.

A mulher mais linda do meu mundinho. Linda, por que você não me vê? Fico horas e horas admirando você.
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A mulher mais linda do meu mundinho. Linda, por que você não me vê? Fico horas e horas admirando você. Quando passa me encanta, seu jeito fascina. Por você dedico a minha mais valiosa rima. De salto alto você desfila, chama atenção. Você não sabe, mas mexe com meu coração. A menina que virou mulher, e que mulher. Sabe o certo e o errado, o que quer e o que não quer. Gosta de um RAP, e curte MPB. E eu ouço as românticas pra lembrar você. Toda sexta feira, da janela, espero você passar. Sempre com as amigas prontas pra festejar. A mulher mais linda do meu pequeno mundinho. Só queria sua atenção, só queria seu carinho. Mas nunca me vê, eu até tento aparecer. Acho que sou invisível para você. Já sei a hora que sempre passa pela minha rua. E lá fora, fico te admirando só eu e a lua. Ninguém sabe desse encanto que sinto ao te ver. Mas está escrito na minha cara quando vejo você. Sua boca perfeita, com aquele batom rosa. Te deixando mais atraente e maravilhosa. Quem sabe um dia se você me enxergar, podemos conversar. Quem sabe podemos ficar, aí sim irei te convidar. Pro meu mundinho, onde só tem espaço pra você e eu. Enquanto não acontece, continuo sonhando em um dia ser seu...

As favelas são ofuscadas pelos eventos que vão ocorrer. Você pode até morrer, que não vai passar na TV. Porque estão ocupados com a escola campeã.
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As favelas são ofuscadas pelos eventos que vão ocorrer. Você pode até morrer, que não vai passar na TV. Porque estão ocupados com a escola campeã. Enquanto isso você reza a cada manhã. Pra ter paz, educação, saúde e lazer. Mas aqui favelado nada pode fazer. No preço do lindo pão de açúcar, até nisso te sacaneia. Uma família pobre, não da nem pra pagar meia.