Em meio a toda a monotonia restou apenas o silêncio Findou-se o ecoar de seus passos solitários E o vazio eterno parecia consumir a noite
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Em meio a toda a monotonia restou apenas o silêncio Findou-se o ecoar de seus passos solitários E o vazio eterno parecia consumir a noite As estrelas já não brilhavam, e não se sentia o vento na pele Ele deixou seu olhar navegar pela escuridão Ali vagou procurando por algo, sem saber ao certo o quê ou por quê E quando nada mais importava, despido de sua humanidade A confluência do indefinível, o silêncio e o vazio que tudo consumia Nas estrelas que não brilhavam e no vento que não se achava, ali se encontrava ele Em meio a forma mais pura da escuridão, vagando rumo a lugar nenhum Ao fim de tudo nem o silêncio, o vazio, a eterna escuridão e o destino incerto Nenhum desses obstáculos mudaria coisa alguma