Quando a saudade aperta, lembre-se de que já fomos amor, mas o tempo passou, e eu te esperei em vão. Agora, solitário, descrevo-te em versos, sozinho aqui, entre a ilusão e as lembranças. Quando a saudade bate à minha porta, permito-lhe entrar, para falar de ti, deixando o cor…
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Quando a saudade aperta, lembre-se de que já fomos amor, mas o tempo passou, e eu te esperei em vão. Agora, solitário, descrevo-te em versos, sozinho aqui, entre a ilusão e as lembranças. Quando a saudade bate à minha porta, permito-lhe entrar, para falar de ti, deixando o coração a soluçar. O tempo não curou este amor ardente, nas esquinas da vida, deixei versos à tua procura. Falhei em versos que quis eternizar, O amor, um labirinto difícil de desvendar. Girassóis murcham na tempestade, E o tempo não fez questão de me escutar, implacável, não curou a saudade.