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Frases de Lisandra Pereira ownedlis

27 frases

Folhas de outono Aquela fina e leve seda Transparecia o teu corpo
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Folhas de outono Aquela fina e leve seda Transparecia o teu corpo Encostava em tua pele Após uma palestra A volta pra casa era distante E o meu corpo pedia, Somente descanso Foi quando Num instante Eu me despejei Lancei meu corpo Sobre aquele banco de madeira Banquinho de praça mesmo O sol pouco nítido, embaçado num clima abaixo de zero Era tudo o que se podia ver Naquela tardezinha... Era outono, E haviam galhos muitos troncos e galhos despidos Pelo contratempo da estação Folhas semelhantes á flores Amarelinhas, que passeavam Levadas por qualquer vento Onde uma e outra, caiam sob mim E uma jaqueta se certificava de me agasalhar E me proteger Daquele espetáculo natural Ensaiado e encenando Destaque anual E uma mutidão de solidão Passou ali Foi quando me enchi de coragem Minhas pernas me deixavam sob os pés Meus braços se abriam E eu sentia aquela brisa me balançar como aquele pneu pendurado numa corda Esperando qualquer dia Que uma criança sequer Perceba o quão bom é Se balançar no outono Num finzinho de tarde No caminho de casa.

Viagens ilusórias! Faça chuva ou faça sol Vejo no fim do túnel um farol
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Viagens ilusórias! Faça chuva ou faça sol Vejo no fim do túnel um farol Que parece que nada é Pois no fim tem um Zé Mané Quando saio nada tem E o Zé Mané não era ninguém Fui de verdade muito enganada Por uma simples sombra projetada. Eu sei como é bela Uma fronteira sem janela Que tem rios por todo lado E uns sapos esmagados Os animais inferiores Morrem fácil pros predadores. Sei que na lua não vou chegar Pois não consigo alcançar Por isso vivo na tristeza Mais vivendo aqui na natureza Eu sou aquele que as mina pira Prazer meu nome é curupira. Descobri como acabar com aquecimento global Só usar extintor de incêndio nesse sol infernal Vamos fazer coisas boas pro mundo como jogar videogame e assistir Naruto deixar o mundo feliz e sem poluição por isso de muitas coisas teremos que abrir mão.

INCERTEZA Sobre o hoje posso falar Sobre ontem posso afirmar
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INCERTEZA Sobre o hoje posso falar Sobre ontem posso afirmar E amanhã não me pertence Pois com o pai sempre está Sei do que já fui Pois posso olhar de longe Analisar Sem medo de falar Estou muito perto do hoje Pra poder observar E dizer quem sou Ou quem me tornará Mas de algo sei Que tudo mudará Nem que tudo seja apenas O meu modo de falar

VIVA Uma pessoa, um ser Uma alma que habita em você,
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VIVA Uma pessoa, um ser Uma alma que habita em você, Se não souberes viver A melhor opção é aprender, Pois se morreres Os teus amados, ficaram para traz. Sem nada, Sem amor, Por isto, eu o digo, Aprenda a viver, Pois se morrer, Serás mais um sem vida, Mais um sem valor... ( Meu primeiro poema ) 02-08-2010

Amigos de coração! Sinto o sentimento que faz sentir Sinto que meu sentimento me faz refletir
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Amigos de coração! Sinto o sentimento que faz sentir Sinto que meu sentimento me faz refletir Sinto aqui na alma meu coração pedir Para dos meus amigos do peito não me despedir Sinto que é mais forte do que eu, E ainda é meu amigo, até o que já morreu pois a amizade é uma coisa eterna e não uma coisa boba que o coveiro enterra. Amizade se conquista e se faz Os inimigos da minha vida eu passo pra traz Deixo a vida me levar até onde conseguir Pois tenho meus amigos pra me seguir Com eles tenho a maior segurança Pois nossa amizade vem dês de criança Estamos juntos dês de sempre e assim continuará Pois nossa amizade é grande de mais pra se acabar Nem ventos fortes nos derrubarão Pois somos verdadeiros amigos de coração.

Ventania Essa ventania conturbada Balança os galhos
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Ventania Essa ventania conturbada Balança os galhos Caem as folhas de outono No telhado da prima A Prima Vera Levam raiz, de galho em galho Que em dureza se desdobra E não transmutam Nem voam E ao serem flexíveis ao vento Com toda sua intensidade Força e perversidade Ali permanecem Então chega uma hora Que cansam os ventos E a árvore continua á morar Em sua terra natal Outrora com renovo Em suas folhas que sombreiam Da casinha o nosso quintal

QUEM NUNCA? Quem nunca passou um dia Pelo que vou lhes contar
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QUEM NUNCA? Quem nunca passou um dia Pelo que vou lhes contar Pode rir da minha cara Sem medo do que possas E acontecerá Pois dessa vez, eu permitirá Quem nunca passou um dia Por essa situação Lhes tiro o chapéu E estendo minha mão No dia que eu lhes contar Me conte sua versão E então veremos De pressa sem demora Em que se findará Toda essa estória

MANIFESTO BORBOLETA Hoje pela manhã primeira vez do meu olhar
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MANIFESTO BORBOLETA Hoje pela manhã primeira vez do meu olhar Com um lindo panapaná Lisonjeada e sem acreditar Não há quem vendo aquilo Não pare um instante Pra com calma observar Aquela cidade pequena Ruas vazias e amenas, tomadas por essa cena cercada pela enchente Em nove de fevereiro Num ano décimo sexto A planta sobre pedra Já estava decorada Das pétalas alaranjadas, Por todos os lados, E todas as ruas Tenho algo á Declarar... -De todos os coletivos Ah, eu prefiro, Um lindo panapaná Bem cedo, pro dia bem Eu começar Aquelas borboletinhas Levaram meus pensamentos Em suas asas á voar Ligeiras e sem rumo, Lá se ia a greve De um lado á outro á migrar Monarcas Que instigam, os olhos de quem na vida já pôde contemplar Depois de tudo isso Afirmo que no mundo Ainda há esperanças Baseado na confiança Da lagarta de charneira Achando que sobreviva Á sua Jornada E vendo o fim Sem ser rotulada Tão triste o desfecho Das tão cheias de coragem, batem as asas de flor em flor Vem borboletinha Pousar na minha mão Contagia todo sorriso E alegra meu coração

A DANÇA Agora já tarda O ponteiro não para
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A DANÇA Agora já tarda O ponteiro não para Sem intervalos nem pausa entro na dança Erro passos Cometo delitos E muito sem querer Encontro o teu retrato Não culpo a moldura Então mudo o cenário me acostumo com o ritmo Se burlei o esquecer Ele apenas retorna No infringir do entardecer

Incógnita. Tão perfeita e sinistra De mecanismo circular
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Incógnita. Tão perfeita e sinistra De mecanismo circular Tudo é independente Das mãos humanas, a trabalhar Natureza misteriosa... Tu me fazes pensar Que o mais sábio É o nosso Deus Que a este mundo tenebroso Veio embelezar Quando do verbo fez real E a ti, se pôs a desenhar Matemáticos eficientes E cientistas inteligentes Ainda procuram... Tua formula desvendar.

ROSAS DA COR DO MAR Há um caminho, já percorrido Hum tão tempo
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ROSAS DA COR DO MAR Há um caminho, já percorrido Hum tão tempo Se não me falha memória Cujo chão é cor de rosa Na arena tem estrelas Soltas, desprezas Lá no céu há branco paz Nesse ar desatado ... As sujeiras por sua vez Não podiam faltar Afinal, qual lugar Que tem uma marca pra deixar Não deixam... Sujeiras rosas nesse mar

SOL DE VERÃO As paixões de verão São quentes como sua estação
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SOL DE VERÃO As paixões de verão São quentes como sua estação Sentem sua leve brisa Veem as estrelas frente ao mar Ao som das ondas Dos coqueiros á bailar As paixões de verão Se sujam na areia Enquanto á maré amansa Correm descalças na praia E na areia ? Deixam pegadas e nomes Na areia molhada Abaixo da Lua Que clareia o caminho As paixões de verão Criam situação E adoram a pista de skate Mesmo sem saber Uma manobra sequer Essas paixões mapeiam a praia De norte á sul Sobem no posto salva vidas Só pra olhar o mar Mesmo com medo De tudo desmoronar As paixões de verão, São leves, rápidas e passageiras... Assim como sua estação Areia, mar e palmeiras.

SEXTA FEIRA SEIS Á essa altura, O sol nasce Já é hora de ir..
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SEXTA FEIRA SEIS Á essa altura, O sol nasce Já é hora de ir.. Não há seguranças ? Desce elevador ! oito menos cinco Se despedir Sem infrações Lembrarei desse nome Sentir á essência E sorrir pela memória Suspiro á minha omissão Do ser ingênuo Quem crê nessa trama? Da mais linda do hotel A garota das tulipas douradas

EU LABIRINTO Minha mente é um labirinto entre!
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EU LABIRINTO Minha mente é um labirinto entre! E se perderá Não queira mofar Nas elevadas confusões Em minhas indecisões Sentado num chão Caído em círculos Fruto da dialética Da saída, Não sentida Rápida despedida Lembrança apoiada Em travesseiro inquieto Se te olho me desperto Se me esbarro, lembro E se me perco, me encontro Sou assim Se quero dou as pistas E você encontra o caminho Entre tantas Inacabadas saídas

FERRADOR Ferrar ou não ferrar o burrinho Eis á questão
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FERRADOR Ferrar ou não ferrar o burrinho Eis á questão Qual nome colocar ? Não importa! A judiação acontecerá Desconhecia Não sabia sequer Quanto mais letras Mais queimado sairá Que dó, pra que tanta judiação? Em ano de tanta tecnologia E tanta informação! Não podes inovar? Não podias de couro marcar? É por que não se lembram Do burrinho á ferrar Não consigo nem imaginar E parte disso não quero estar -Vá levar no ferrador! -Ai meu Deus, logo eu ? Eu que não tenho coragem Por mim burro nenhum Ferrado será Não sabendo eu Se á necessidade me fará Ferrador ou não.

Monólogo - Escola e Infância Bom dia a todos, boa tarde ao senhor de meia idade E muito boa noite eu só vou dar, as lindas pessoas que estão nesse lugar.
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Monólogo - Escola e Infância Bom dia a todos, boa tarde ao senhor de meia idade E muito boa noite eu só vou dar, as lindas pessoas que estão nesse lugar. Agora deixando de enrolação, vou falar de minhas lembranças Do tempo de escola e brincadeiras de criança. Apresento a vocês as memórias eternizadas Conta os acontecimentos e toda a caminhada Dos momentos que passei nessa escola sempre amada Desde o primeiro dia que pisei nesse lugar Era muito encantador e fiz da escola o meu lar O lar de aprendizado, de amizade e de amor E lembro a cada dia, como tudo começou Observando os movimentos e assim tudo surgiu Vários riso e momentos, isso repercutiu Finalizando nossa apresentação, venho com um agradecimento Agradeço aos adultos e agradeço aos pequenos A introdução vai terminar De um jeito brasileiro Que acredita no futuro O sonho do povo é verdadeiro Luta povo, luta, luta sim Faça sua parte na arte, pra história não ter fim. Mantida em faíscas, a base da nossa escala Sabemos também que estações são temporárias De todas estações, não é inverno, primavera e nem verão, Mas sim o outono, época de transição. Em todos os anos, as folhas se caem Pra renovação, de estudantes e de pais A escola devolve pra a vida, alunos preparados E seguindo a cada ano, muitos são matriculados Ao olhar pra essa escola, vem sempre satisfação E me vem à lembrança, o tempo de construção Desde o primeiro dia, quando tudo começou E no fim da aula o alarme que soou Alarme da ansiedade diluída em furor De ver pronta essa escola que ensina com amor E assim por muitos anos, muita coisa se passou Cada um dessa cidade, sei que aqui já estudou Preciso reviver, mesmo que seja lembrança Voltar à antiga casa e rever minha infância E todos os momentos que nela eu passei Tristes ou felizes, deles sempre lembrarei Se e voltasse no tempo pudesse escolher Eu faria as mesmas escolhas, elas me fizeram crescer.

REN HONJO As correntes encadeadas em seu pescoço Podem até pesar, Mas não é tão difícil
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REN HONJO As correntes encadeadas em seu pescoço Podem até pesar, Mas não é tão difícil ‘Ele tem o poder de quebrá-las’ Mas não Ainda espera novamente encontrar Em algum lugar do mundo As chaves que pertencem aquela mulher Afinal, não era ela tutora de culpa Não era ela quem deixou tudo pra traz? Com os olhos brilhando Diante das oportunidades Melhores, mais ricas e em outro lugar Bem longe do seu coração E tudo que lhes restaram Eram seus nomes gravados Nas correntes de metal Os ensaios E a última ducha

Atrevida A ausência é atrevida Frívola intrusa
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Atrevida A ausência é atrevida Frívola intrusa Desmerecida De mera atenção sequer Uma pena é espaços De difícil ocupação Pois procuramos matérias Da mesma qualidade E mesma dimensão Mas desde que o mundo é mundo Quando a terra se apaixonou pelo céu Se sabe Que até melhor se encontra Mas nunca igual Pois a forma feita a ferro Molda, levada a criar Volta a esmaecer E o ferro criador Com grande potencial De inúmero valor Criar, peças únicas faz Aquece e funde Para a nova fórmula Poder, capaz-se tecer