Ode à Loucura Oh loucura, tu que danças no limite do absurdo, Desvendando mistérios que a razão não alcança
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Ode à Loucura Oh loucura, tu que danças no limite do absurdo, Desvendando mistérios que a razão não alcança Tu que desafia as convenções, libertando o ser Erguendo o véu do desconhecido, revelando a essência Loucura que inebria o espírito, guia dos incompreendidos Arrepia a pele, pirueta na mente, dança na alma Desperta a rebeldia, sussurra segredos ocultos Desafia o status quo, rompe as amarras da normalidade Insanas as fronteiras, dilacerando as correntes impostas Desperta a paixão selvagem, queimando como fogo intenso Distorce a realidade, desenha novos horizontes Oh, loucura, musa dos poetas e artistas, tua genialidade é incomparável Loucura, que semeia risos no terreno do absurdo Ergue os cacos dos sonhos partidos, recria utopias Guardiã dos desencaixados, pintando em cores vivas Um universo paralelo, onde a lucidez se despe de máscaras Em teus braços, encontramos a liberdade de ser quem somos Explorar as profundezas do ser, desvendar as sombras Oh, loucura, enigma misterioso e encantador Brinde-nos com tua poesia caótica, tua arte desvairada, insana e maravilhosa.