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Frases de Lincoln Bohac

29 frases

Chorei Mil Oceanos A vida não é um mero acaso Uma brincadeira de alguém
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Chorei Mil Oceanos A vida não é um mero acaso Uma brincadeira de alguém É um relâmpago entes da tempestade É amor e os desencontros São as coisas erradas que tentamos fazer certo É o adeus que damos a um amigo É a felicidade que ainda não vivemos É o choro de uma criança que no medo transforma todos em monstros De tanto olhar aquele abismo Eu assim o tornei Um monstro determinado O fôlego da morte e vida em um só Cansei de dizer meias palavras De balbuciar ventos e sons Cansei do cansaço Cansei de pensar uma solução Chorei mil oceanos E nada ainda descobri O advir da solidão Sendo meu mais belo amigo que ao menos não me trai Faz-me realista Faz-me humano chorei mil oceanos

Nunca pensei Onde cheguei Onde eu vou estar
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Nunca pensei Onde cheguei Onde eu vou estar Faz bem para mim Pensar em você Que o amor não acabou Que ainda passou O que insiste em ficar Eu percebi Talvez temos que fugir Não temos que fingir Não vim para explicar Não quero nem falar Do tempo perdido Da poeira vivida Relação acabada Minha querida O amooor Que eu guardei para você Que ainda aqui bate Uma leve tristeza Uma lembranças Uma leve proeza Da natureza De tempos passados Porque você Se faz de cansada Quando calada Fala verdade O que sente do mundo Um instante parado Um livro em braco Uma namorada Em segredo Sai de minha vida Dirá que foi foi embora Refém da corrida Pois tudo mais que existe Só faz lembrar o triste Desta estrada amarga Que ainda insiste Quanto tempo faz O tempo que possou E as feridas que ainda existe Quanto tempo mais O tempo vai Insistir Em me fazer esperar Uma tarde inteira Quanto tempo, lento tempo, vento vai levar Quanto tempo, lento tempo, vento vai rolar

Triste decisões oblíquas ilusões colossais
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Triste decisões oblíquas ilusões colossais vindas de espíritos opacos triste por natureza translúcido nunca soube quem sou eu conto agora minha história de lutas e glórias mas vem um louco sádico acádico arcaico me dizendo o que devo fazer RAM!!! vou dizer: ou melhor o meu querer se expande do meu ser vai além do que posso ver olha aqui seu doutor sou um mendigo desgraçado em pais capitalizado quase não como quando bebo falo meu vômito minhas entranhas, minha esperança meu povo empalidece mas não se esquece chão rachado vento calado mas aqui a fome não tem outro nome bota mais água no feijão para o homem aquele que consome a vida social

Amor liquido Olho todas Essas coisas
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Amor liquido Olho todas Essas coisas E não dizem O que eu sou O que eu sou (Plastico) O que eu sou Se eu fizer Diferente Me propor Ir em frente O que vai fazer ? O que vai (fazer) ? O que vai (fazer) ? O que vai (fazer) ? O que vai (fazer) ? Vejo você ir embora No seu mundo de plastico Uma vez mais O que vai O que vai o que vai Vejo você agora O que for O que for O que for Se eu pudesse ser quem você queria eu dizia O que for O que for O que for Meu bem planos sintetísticos Não vão levar Não vão levar Não vão levar

Espectros Sois hoje um belo dia para morrer caro amigo, sois hoje um belo dia para viver, o que não muda é que es belo de qualquer que sejas a desvairada decisão, desvairados valores de imaculada concepção, pura, o que a de ser pura ? por ser virgem? por valores emergisse de con…
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Espectros Sois hoje um belo dia para morrer caro amigo, sois hoje um belo dia para viver, o que não muda é que es belo de qualquer que sejas a desvairada decisão, desvairados valores de imaculada concepção, pura, o que a de ser pura ? por ser virgem? por valores emergisse de convívios inseguros e infibuleis, de um tempo de fabulas enveráveis com carências “angulatorias” de vertentes suposta de verdade subjetivas reais, criticidade do a-priori, aceitação do iníquo como juízo, se ao menos pode viver a Falácias do sentimento instintivo. Pobre es sem um argumento, pois empurraste o fardo com a barriga, mesmo que falácias seja inconsciente, as verdades a de ser clara em seus olhos, não como a lua que rouba seu brilho do sol, mas como sua vontade de refletir por igual força, de beleza es apolínio

Hoje acordei mais cedo Para ver o dia passar Mas aqui não dá, não dá, não dá
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Hoje acordei mais cedo Para ver o dia passar Mas aqui não dá, não dá, não dá As ideias superam o homem Hoje eu só sou um ser humano Fizemos uma ideia Que não vai cumprir chegamos a perfeição Destruindo o coração pela ideia da visão Pela morte do devir Hoje eu quero distrair Hoje acordei mais cedo Para ver o dia passar Não quero mais provar O que tenho a dizer Prefiro me calar Do que dar segmento Essa plasticidade Se é o homem ou a mulher Se negro ou índio Ser humano não é mais humano Faz-se o discurso a mais de um ano Prefiro ficar calado Do que seguir o que foi falado

Só uma vida Só o amor Um par de pês
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Só uma vida Só o amor Um par de pês Muita Melancolia Minha querida Foi você que me salvou Você que me afundou Uma bela visão Uma coisa vivida E uma composição Um sofrimento Uma ilusão Um pensamento me fugiu Uma vida Um sentimento Um amor Um sofrimento Um céu azul Uma estrada

Passos largos em corda bamba passos largos em corda bamba em dias de chuva se escorrega na lama
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Passos largos em corda bamba passos largos em corda bamba em dias de chuva se escorrega na lama pedro quebrou o braço sim! um passo um passo errado um movimento tímido calado exacerbou-se em teorias dizia ele: onde a trevas há luz há sombras eu não quero estar aqui quando as bambas estourarem não brinco de juiz não me disfarço em réu aceito meu inferno mas me fale do céu então vá pedro pois agora sebes a verdade a pluralidade dos erros a dor do mundo agora sabes ir bem fundo desvairou-se por mais uma vez vê agora o canto o vomito triste fim de pedro sabes a moral dos vencidos e dos vencedores

Eis que eu surjo como a carnificina, morte do sistema, a descanificação da educação proletária, do capitalismo, de todos os ismos, da escola enquanto instituto, surjo como um vírus, infectando as mentes, logo serei lembrado, e talvez esquecido, mas não que minhas ações sejam esqu…
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Eis que eu surjo como a carnificina, morte do sistema, a descanificação da educação proletária, do capitalismo, de todos os ismos, da escola enquanto instituto, surjo como um vírus, infectando as mentes, logo serei lembrado, e talvez esquecido, mas não que minhas ações sejam esquecidas, seriei a desconstrução, serei o prego que empunhaste no coração para provar que ainda podeis viver segundo a você mesmo