Felicidade é a prima rica da tristeza. Você sabe que ela existe, mas só a encontra praticamente nas férias! ☺️
Frases de Li Azevedo
857 frases
Se tudo o que você tem a oferecer é o corpo, só vai atrair quem também merece e se contenta com muito pouco!
Os Dez Encontros Ele, ávido pela procura Ela, sôfrega pelo encontro
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Os Dez Encontros Ele, ávido pela procura Ela, sôfrega pelo encontro Ele, comprometido com livros Ela, amante das palavras Ele, desejos insaciáveis Ela, segredos inconfessáveis Ele, passageiro Ela, partida Talvez imperfeitos um para o outro, Ou perfeitos apenas assim Talvez ele a queira enquanto ela dorme, Talvez ela não durma apenas para sentir o seu querer E entre o sono e o sonho de um oceano de dúvidas Ele acorda e desafia demônios Enquanto ela luta para adormecer os dela Talvez imperfeitos um para o outro, Ou perfeitos apenas assim Se bem que no fundo, Bem lá no fundo do líquido escuro de duas canecas de chopp, Tenha ficado claro, Que além da terra, além do céu, E de tudo que porventura exista entre os dois, Há também medo Ele, medo dos olhos verdes dela E ela, medo do medo estampado nos olhos castanhos dele.
Não existe receita infalível para se manter um relacionamento, mas a admiração um pelo outro, acho que é a única forma de se continuar amando alguém quando todos os outros remédios foram apenas placebos.
Com o tempo se consegue desejar que pessoas que lhe fizeram mal sejam realmente muito felizes. Quem sabe assim não tenham mais a necessidade/maldade de fazerem os outros infelizes!
Países são como pessoas. Há quem nos escolhe e há quem nos acolhe!
A maturidade nos livra de pelo menos uma causa mortis e nos acrescenta outras tantas. Sinceramente eu me sentia mais viva quando acreditava que poderia morrer de amor...
A ignorância gera o caos. O conhecimento do caos, angústia.
Quer saber qual o sinal infalível de que uma mulher não está feliz no relacionamento, na profissão, na sociedade em geral? A perda da vaidade, vaidade de se arrumar para si mesma, sobretudo! Se perdeu a coragem de se admirar ao espelho, perdeu a alegria. É só.
O PT é aquele ex que você volta porque só encontrou coisa pior lá fora.
Meu acordo com a vida: sempre que ela não me permite fazer o que me dizem ser o "certo", eu faço o que eu quero. Tem funcionado.
E todas as vezes que a gente brigava, eu tentava me curar em outros lençóis. Foi por isso que tantas vezes eu voltei prá você...
Petite... É tão engraçado como eu me sentia grande quando ainda não tinha a dolorida obrigação de crescer! Por amor...
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Petite... É tão engraçado como eu me sentia grande quando ainda não tinha a dolorida obrigação de crescer! Por amor... Pensando bem, não existe amor que supera tudo. O que há são pessoas que se sujeitam a tudo por ausência de amor. Amor próprio. Le Retour! Talvez se eu pudesse voltar a um lugar onde nunca fui, quem sabe eu conseguiria dizer onde eu gostaria de ficar... Está tudo tão diferente... Às vezes sinto saudade de mim, de quem eu era. O problema é que não me lembro mais de como eu era! Tão pouco tempo, e tantas mudanças! Não sei onde me perdi, também não sei se me encontrei! Sequer sei se foi melhor ou pior. Quando tiver essa resposta, digo-vos... Se algum dia eu a tiver... Mas, sabe de uma coisa? Está tudo tão diferente... Eu sou mesmo assim… É assim mesmo que eu vivo, entre o limiar do que você imagina ser insanidade e o que eu considero tão somente normal! E prá continuar no meu mundo, há apenas duas possibilidades: ou você embarca em minhas loucuras, ou crie você, as suas. Porque é assim que eu gosto de viver! Loucamente! E assim, não mais que de repente, ela descobriu que a felicidade não se curvava às suas auto-sabotagens. Então, ela seria mesmo obrigada a ser feliz! Malditas lembranças que ainda teimam em me fazer prisioneira da tua imagem. Malditas! A minha loucura tem nome. Um nome próprio. Doutes Sabe, cansei-me da minha roupagem velha. Cansei-me dos meus vestidos, dos meus sapatos, das minhas nuances, das minhas emoções, das minhas dores, dos meus amores. Preciso de outros ares, alcançar outras estrelas, navegar outros mares. Mas, na verdade, ainda não sei onde quero ancorar. Aliás, também não sei se quero mesmo ficar. Então, ficarei em preto em branco. Por enquanto não correrei o risco de me entediar com outras cores... And the oscars goes to Protagonista. Antagonista. Figurante. Platéia. Coadjuvante. Júri. Ela já foi tudo na película que tentava exibir o que ela é. Ledo engano. Qualquer semelhança à realidade era mera coincidência. E se não fosse, convencia-se de que era. Nada tirava-lhe o gosto por personagens. Viver do nada, do tudo, do vento, dos atos, das cenas. E ela vivia. Não um dia de cada vez. Todos os dias de uma só vez. Era livre. Era leve. Não dava explicações. Não se auto explicava. Assim era bem mais fácil. E agora? Agora que ela aprendeu a se sentir? Agora que ela decidira se experimentar, se tocar, se saborear? Como voltar a representar se tudo que fala alcança-lhe as impressões digitais? Se tudo que olha rouba-lhe a essência, despe-lhe a alma, invade-lhe o palco? É isso que ela não suporta. Ela não suporta ser medida da cabeça aos pés. Ela não suporta ser um turbilhão de emoções, mas sem uma armadura que lhe dissimule o rubor do rosto e o coração em frangalhos. Ela não suporta mais sentir o gosto dela mesma. É intenso demais. É cruel demais. Ela precisa urgentemente de um novo roteiro. De um personagem que a salve de seus próprios sentimentos. De sua própria desordem.
The end Juro que não queria te ver assim. Juro que me feriu o coração ver-te de alma cortada, olhar perdido, magoado, em preto e branco.
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The end Juro que não queria te ver assim. Juro que me feriu o coração ver-te de alma cortada, olhar perdido, magoado, em preto e branco. Agora que eu deveria ser uma navalha. Não a te apunhalar o peito, mas para arrumar-te os cabelos, fazer-te a barba, deixar-te limpo. Limpo de mágoas, dor, sofrimento, rancor... Infelizmente, não posso. Não posso porque não há emplastro que cure o que você também me fez à carne. Não posso porque não há conforto que reconduza a minha alma ao lugar onde ela deveria estar. Não posso porque o filme ainda roda, gira, roda e gira, gira e roda, sem parar, sem trégua, sem piedade. Não posso porque a minha imagem muito se assemelha à sua. Desculpe, mas não quero que me veja assim.
Só fere quem pode! Só cura quem pode! Só fala quem pode!
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Só fere quem pode! Só cura quem pode! Só fala quem pode! Só silencia quem pode! Só faz quem pode! Só desfaz quem pode! Só perturba quem pode! Só apazigua quem pode! Só confunde quem pode! Só explica quem pode! Só desconcerta quem pode! Só recompõe quem pode! Só muda quem pode! Só não precisa mudar quem pode! Só troca quem pode! Só não consegue trocar quem não pode! Só manda embora quem pode! Só chama de volta quem pode! Só voa quem pode! Só perde as asas quem não pode! Só é única quem pode! Só é brinquedo quem não pode! Só é completa quem pode! Só é pouco quem não pode! Só é inesquecível quem pode! Só é esquecida quem não pode! Só é feliz quem pode! Porque só é amada quem pode!
Minuit Onze e meia. Melhor, vinte três horas e trinta minutos. Ela ainda não estava pronta. Sempre fora assim. Não se dava bem com o tique-taque do relógio. Se fosse necessário estar pronta às vinte horas, marcava as dezenove. Ainda assim, os cinco minutos a mais eram sagrados.…
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Minuit Onze e meia. Melhor, vinte três horas e trinta minutos. Ela ainda não estava pronta. Sempre fora assim. Não se dava bem com o tique-taque do relógio. Se fosse necessário estar pronta às vinte horas, marcava as dezenove. Ainda assim, os cinco minutos a mais eram sagrados. Vivia em descompasso, mas era assim que vivia. Bem, estava quase pronta. Apenas faltava-lhe alguma coisa. Só não sabia o que era. Cabelos soltos, macios. Corpo desenhado por um vestido que lhe deixava os seios livres, ligeiramente excitados com o toque e a leveza do tecido. Salto alto. Olhos marcantes. Boca desenhada. Um anel apenas. Era assim que gostava. Um anel, uma pulseira. Brincos, sim. Os brincos eram maiores. Perfume. Claro, perfume. Volta e meia ao espelho, e ela se depara com a imagem dele logo atrás. Toda a cena tinha sido minuciosamente acompanhada por ele. Desde o início, há muito tempo ele a observava. Carinhosa, ela o abraça. Sente um misto de saudade, tristeza, não entende bem o que é. Não diz nada. Só o abraça. Impossível não recordar. As cartas ainda estavam sobre a cama, as fotos também. Por pouco não se desfizera de tudo que viveram. Por pouco não queimara todas as lembranças, os bilhetinhos, as juras, as promessas! Não fosse aquele olhar, não fosse aquele abraço... Muitas vezes pensara nisso. Em devolver tudo. Em queimar tudo. Em doar tudo. Nunca tivera coragem para tanto. Não eram as fotos que incomodavam, não eram as cartas que machucavam. Era o que não saía da memória que feria, apertava, sufocava. Não adiantava se desfazer do que o coração ainda sentia. E o relógio continuava a trabalhar. Então, devagarzinho ela o deixa. Afasta-se um pouco, se recompõe, e ele fica ali, com o mesmo olhar de sempre. Anda mais alguns passos, e à saída de casa ainda sente que lhe falta alguma coisa. Volta ao quarto, olha-se ao espelho pela última vez, dirige-se até onde ele continua, dá-lhe um beijo de boa noite, e abaixa o porta-retrato. Pronto. Agora não faltava mais nada. Meia-noite. Já era um novo dia. Era hora de sair...
Mais difícil que moldar um homem é esquecer o desgaste dos tempos de treinamento...
Você não foi excluído da minha vida. Você foi substituído. Foi tudo que eu pude fazer por nós dois.
Que Deus me proteja dessa sua disponibilidade de sempre me aceitar de volta.
Não foi amor à primeira vista. Foi amor à primeira vez!
Um beijo de leve a acordou, interrompendo o sono tranqüilo que experimentava já nas primeiras horas da manhã. Era ele que continuava ali, do outro lado da cama. Trazia um lindo sorriso nos lábios, mas os olhos denunciavam a angústia de uma noite em claro, mesmo estando ao lado d…
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Um beijo de leve a acordou, interrompendo o sono tranqüilo que experimentava já nas primeiras horas da manhã. Era ele que continuava ali, do outro lado da cama. Trazia um lindo sorriso nos lábios, mas os olhos denunciavam a angústia de uma noite em claro, mesmo estando ao lado de seu maior desejo, o desejo de tantos anos... De propósito, ela apenas sorriu e voltou a fechar os olhos. Tudo estava confuso. A cabeça, recostada a um travesseiro que não usava habitualmente - é, ele se esquecera de que ela dormia sempre sem travesseiro – doía, pesava, rodava. Talvez precisasse de mais uma dose para se equilibrar entre tantos sentimentos contraditórios, ambíguos, desconexos. Qualquer coisa. Uísque, vodca, tequila, licor, gim, cachaça! Qualquer paliativo que tornasse aquele momento menos sofrido, doloroso, indigesto, seria muito bem vindo! Mas o que se via à frente era um lindo café da manhã: suco, leite, biscoitos amanteigados, uma fatia de queijo, café, torradas, e uma flor a ornamentar aqueles longos minutos tão repletos de espinhos. Para seu desespero, nada de álcool! Não precisava se vestir. Ainda estava vestida. Sentou-se à cama, arrumou os cabelos, passou as mãos pela blusa na tentativa de desamarrotá-la, e lentamente percorreu com os olhos cada detalhe daquele quarto que já conhecia tão bem. O quadro à parede era o mesmo, abstrato, em tons de dourado e de salmão. A cama era a mesma, confortável, grande, quadrada. O closet era o mesmo. As paredes ainda mantinham o mesmo tom. Ele era o mesmo. Então, o que mudara? Ele continuava inerte, à espera de alguma palavra, algum gesto, algum carinho, alguma explicação. Sua impaciência contrastava com o olhar perdido dela, que não se fixava em ponto algum. O silêncio era tão perturbador que nenhum dos dois conseguia sequer deixar escapar por entre os lábios um mero bom dia. Subitamente, como se saísse de um estado hipnótico, ela calçou os sapatos, levantou-se e, a passos lentos, caminhou até a poltrona onde deixara sua bolsa. Tomou em mãos a chave do carro, observou sua imagem ao espelho, voltou-se para ele, olhou-o nos olhos, deu-lhe um beijo à face, e saiu. Dessa vez não batera a porta como já fizera outras tantas. Muito ao contrário, fechou-a com tanto cuidado que nenhum som se ouviu propagar naquele corredor que já fora palco de tórridas cenas de paixão ou de total descontrole emocional, como já diziam alguns. O fato é que ela não tinha mais o direito de machucar quem lá dentro ficara. Nada naquele apartamento mudou. Nada naquele corredor mudou. Nada nele mudou. Mas ela já não era mais a mesma. E isso era motivo suficiente para não mais voltar aos braços daquele que um dia ela tanto amara...
No jogo do amor, a tática da indiferença leva ao cartão vermelho e não à sua vitória!
As atitudes das pessoas que entram em minha vida é que determinam se elas ficarão ou não. Só entra em minha vida quem, de alguma forma, já tinha permissão para ficar.
Só por hoje eu queria ser Deus Por segundos, por alguns milésimos de segundos Então, eu lhe tiraria a tristeza do olhar, a dor, a angústia
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Só por hoje eu queria ser Deus Por segundos, por alguns milésimos de segundos Então, eu lhe tiraria a tristeza do olhar, a dor, a angústia Responderia suas perguntas Enxugaria sua lágrimas Não lhe deixaria mais sentir o sal a irrigar-lhe a boca Devolveria-lhe a vida... A vida que lhe fora roubada Ainda que seus olhos continuem abertos Ávidos pelo resquício de uma única esperança... Desculpe, Deus, a minha pretensão! Desculpe também, meu pai, por eu não poder ser Deus...