Café é poesia consoada em estado líquido. Estimulante grão aromático expresso no combustão ardente da vida. Acelerador de corações.
Frases de Leonice santos
250 frases
Naquela noite molhada eu fiz um experimento Peguei o que incomodava e perturbava meus pensamentos. Fiquei por um tempo ilhada na crença e na quimera. Calmaria nunca me veio, na cascata e no bombardeio, aonde eu ia eu era.
A chuva é o oceano nos visitando em gotas. Quão livre! As ondas se levantam mas não podem ultrapassar. Então o cosmos o libera a subir. Lagos, rios, cachoeiras, cada qual às suas maneiras. Descem cuidadosamente, molham, refrescam e cantam. E os trovões lá do alto comemoram: É N…
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A chuva é o oceano nos visitando em gotas. Quão livre! As ondas se levantam mas não podem ultrapassar. Então o cosmos o libera a subir. Lagos, rios, cachoeiras, cada qual às suas maneiras. Descem cuidadosamente, molham, refrescam e cantam. E os trovões lá do alto comemoram: É NÓS.
Sonhar é se entregar á grandeza do quase, por meio da fé tornar real, atribuindo do próprio cunho peculiaridades do coração sonhador.
Concede oh Deus a noite de um lago sereno e calmo Uma brisa refrescante no soalho Uma oração de gratidão ou mesmo um salmo
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Concede oh Deus a noite de um lago sereno e calmo Uma brisa refrescante no soalho Uma oração de gratidão ou mesmo um salmo Que hora molhe outra não molhe a minha lã com seu orvalho E muitas asas para os sonhos prolongados Com fé aguardo as bênção todas que o Senhor tem outorgado.
Não me enteressam mapas do ontem Nem me dêem dicas de rotas desse dia A vida é graciosa no desvendar dos enigmas, nas horas ofuscadas de suspense, esperando atitudes de limpidez tornando transparente o que vai ser.
Almejo parti decolar dessa baixeza arranjada de valentia. As horas que me escapam quietas me doem. Cada silêncio desfere o ermo melancólico do que podia ter sido. Parti é melhor do que ficar em volta em cores que encantam o alcance dos olhos, no entanto suplícios escurece e ent…
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Almejo parti decolar dessa baixeza arranjada de valentia. As horas que me escapam quietas me doem. Cada silêncio desfere o ermo melancólico do que podia ter sido. Parti é melhor do que ficar em volta em cores que encantam o alcance dos olhos, no entanto suplícios escurece e entornam meus passos bambos na estrada. Quero partir adentrar o portal do infinito e ser. Livrá-me de tudo é grotesco, de tudo que é declinável, delitos alheios forçando minha encurvatura ao chão. Decolar é viver. Assim florescerá minha esperança fustigada, para viver regozijante, no impossível que o além sugere.
Consideram-se elevados da nobreza forjá-se a dois no fogo. Umas das partes se retira, dar um calote jamais reparado e arde em fuzuê quem habita o campo da razão. Em quem se deu a glorificação?
Perspectiva desse dia. Luzir sobre as águas estrelas douradas senão prateadas. Dourar, senão avermelhar, tornar escuro sem pincel a pele de quen se expõe ao lindo céu.
A noite carrega em sua atmosfera uma massa de amor que aproxima e faz pontes, de uma luz à outra, de um coração à outro e de sonho à outro. Até que a aurora a dissipa e os sonhos acordam.
Há uma pergunta latente em colisão, como um campo magnético que não pára, e suas ondas percorrem espaços, porque meu coração era de aço e não veio forrado com veludo. Então seu amor, amor bala, veio e bateu machucou tudo. Havia um imã em cada um e não foi nós quem os criou; era d…
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Há uma pergunta latente em colisão, como um campo magnético que não pára, e suas ondas percorrem espaços, porque meu coração era de aço e não veio forrado com veludo. Então seu amor, amor bala, veio e bateu machucou tudo. Havia um imã em cada um e não foi nós quem os criou; era de sempre de antes de alma. Só nos resta agora pedir as últimas peças ao seu Autor. Porque o jogo me alarma, verei se difere ao coração ser cessante ou vencedor.
Dorme ruazinha. Dorme ruazinha teu descanso ressonante Portas fechadas e voando pra onde vais?
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Dorme ruazinha. Dorme ruazinha teu descanso ressonante Portas fechadas e voando pra onde vais? Nestes sonhos pejada de cores cintilantes Aninha as dores descanse de dias meridionais. Dorme ruazinha ao sereno e ao relento Folhas secas a temer vem da alameda Pão sem glória sem fornalha é aroma no vento Prova que dormi vale mais que a vida azeda. Dorme ruazinha no silêncio deste vale Também vale dormi só se o sonho expande Delimitado corpo em inércia não se cale E o que importa são os sonhos faça que ande.
Quando o tempo voltar e te apresentar a mim Visitaremos o íntimo de cada um, a janela da alma é o labirinto olhar profundo e degustador, como a abelha se aprofunda na flor, sem descrever o que vejo e sinto. Sem julgamentos ou zum zum zum. Porque o amor junta o passado, presente…
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Quando o tempo voltar e te apresentar a mim Visitaremos o íntimo de cada um, a janela da alma é o labirinto olhar profundo e degustador, como a abelha se aprofunda na flor, sem descrever o que vejo e sinto. Sem julgamentos ou zum zum zum. Porque o amor junta o passado, presente e futuro e todos os frangalhos e os torna em UM.
Eu te daria uma carona para bem perto dos teus sonhos, e na calçada do desembarque vendo o seu rosto luzir em grande lampejo eu te diria: você vai achar a sua estrela.
A noite é uma mulher e como tal abana as brasas da paixão nas auréola evolitivas do amanhecer. Olhar macio baixa as pálpebras, vendo as faiscas desvanecer aos raios da luz maior abraçando o novo dia.
Chuvinha leve caindo, cheiro de terra molhada Os olhos deviam tá dormindo na noite que vai encharcada. Coração atordoado nem sente o aroma, nem se banha, nem descansa. PLANTONISTA ALUGADO.
Das rotinas encalissadas e das pregas deixadas pelo tempo, escapulo. Viajo nos sonhos, nas orações nas incógnitas e aventuras. A vida aqui e dura demais nesta naturalidade. Deixem-me ver o reflexo do que persigo: o trinfo, a nobreza, a calmaria, a liberdade, o amor, o caráter, o…
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Das rotinas encalissadas e das pregas deixadas pelo tempo, escapulo. Viajo nos sonhos, nas orações nas incógnitas e aventuras. A vida aqui e dura demais nesta naturalidade. Deixem-me ver o reflexo do que persigo: o trinfo, a nobreza, a calmaria, a liberdade, o amor, o caráter, o encanto e a eternidade.
Nesta última metamorfose, despi-me da cápsula escura do desespero quando me dei conta que, perder você era um voo livre para luz.
Esperançar é ver você se debater no mundo todo, em seu sonho Ícaro, derreter suas asas no sol do desespero e nada achar, por que o procuras carrego em Mim.
Que as desesperanças do outro não neutralize os bons sentidos, nem escureça meus olhos para que não não vejam o colorido e novo cenário que virá com o amanhã.
E se o amanhã não chegar.... eu fui dormi ouvindo o som da chuva no seu belo rimar, em paz de espírito me deitei e agradeci. Agora só me resta sonhar.
Não há um abismo pra tua ausência Nem uma estrada que te leve embora Um açoite um silêncio nem indiferença
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Não há um abismo pra tua ausência Nem uma estrada que te leve embora Um açoite um silêncio nem indiferença Que faça brilhar em mim uma nova aurora As luzes me iludem com seu piscar Os pássaros noturnos lindos carpidos Afagam meu peito pra não amar Fragmentos de amor que dormiu comigo A noite dorme é como um manto Lágrimas molham a madrugada Fico escrevendo meu amor com encanto Para sonhá-te na solidão alada. Leonice Santos.
De uns tempos para cá aprendi a enfrentar a chuva. Me vou indo nessa idade, muita aguaça na cidade, cada gota uma saudade, enchurrada de você. De tanto amar na chuva, voltei a estiagem, construí uma barragem e fiquei na ré《》presa à você.
Tão gratificante saber que, os jardins danificados nas fendas da alma, outra vez florescerão. Se em cada muda há uma dor, acima há uma expansão regando com gotículas o cultivo de amor.