O tempo e a cumplicidade O tempo que tenho para viver, o tempo que tenho parar sorrir,
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O tempo e a cumplicidade O tempo que tenho para viver, o tempo que tenho parar sorrir, o tempo que tenho para curtir algo novo, sentir a emoção de novo. Quanto tempo tenho? Essa emoção pode ser sentida sozinho, escondido, sem levantar suspeitas, mas qual a graça de sentir errado o que se pode fazer acompanhado? nossa felicidade está na cumplicidade, qual seja verdadeira e não derradeira podendo durar por uma vida inteira. Buscamos por um amor insano, que possa ser santo e profano em um só corpo, um só olhar. olhos que penetram a alma e causam conforto até depois de morto de tanto trabalhar. Não importa a idade a cumplicidade gera felicidade o que traz tranquilidade e equilíbrio ocupando o vazio, que a solidão gera na alma. Não precisa estar sozinho para viver a solidão, basta não ter ao seu lado um cúmplice que segure sua mão. namorar, noiva ou casar não é garantia de cumplicidade por vezes não passa de um acordo sem necessidade. Ser cúmplice é ser parceiro querer estar ao lado o dia inteiro pensando em aventuras e momentos inacreditáveis que só são possíveis para os companheiros inabaláveis Os cúmplices conversam pelo olhar se divertem e causam ódio naquelas que nem com muito ópio desta sensação vão aproveitar Ser cúmplice é fazer pelo outro sem esperar como pagamento nem um biscoito com a certeza de que terá retribuição gerando um novo momento de emoção. Para quem é cúmplice, a satisfação está na ação de abrir mão de suas vontades e ver no rosto a felicidade do parceiro ao perceber que sua entrega é por inteiro A cumplicidade rotineira faz nascer o companheirismo, que de fato sim pode tirar alguém do abismo e dar um novo sentido a quem não para de cronometrar o tempo. Quanto tempo temos?