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Frases de Leon A. Amorim

3 frases

A Risada de minha Amada Assim como toda mulher ela era amada E nos meus braços ela me contava piada
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A Risada de minha Amada Assim como toda mulher ela era amada E nos meus braços ela me contava piada Ela me fazia rir quando todo o mundo Me falava que eu era um vagabundo Menos ela Estava sempre ali Ó minha doce Magali Minha amada vitoriana Por ti liderei guerras e fiz a magia mais profana Juntos na nossa casa de sonhos reais Os beijos esquentavam mais que os castiçais Entre beijos e risadas Eu contava piadas Para ela também era difícil mostrar expressão Assim como eu, o mundo a jogava no chão E se tornou meu vício fazê-la sorrir Até esse grande dia surgir... Por que minha doce amada? Me deixaste sozinho nessa madrugada Eu entendo que seus pais reais e formais Não deixaria namorar um bruxo jamais Eu entendo, mas pelos teatros musicais via sua luz brilhante se apagando Ou sozinha chorando E seu belo sorriso nunca mais Seus pais não queriam me ver perto de você Mas como uma Rosa meu amor me faz florescer Pintei meu rosto e coloquei uma roupa chamativa Decidi qual era meu objetivo na vida Ó doce Magali... arrumei um jeito de vê-la de novo sorrir Apresentei uma peça de teatro importante E para os nobres a presença era relevante Eu me tornei um palhaço com aquele vazio no peito escasso Vestindo uma máscara real Me tornei um personagem teatral Do palco escuto sua voz, sua risada Deixava minhas emoções disparadas E por um momento Aquele era meu pagamento Ó Magali O motivo de minha vida é vê-la sorrir Durante anos fiz aquele papel O bobo mágico de chapéu Eu sei que você viveu sua vida E eu vivi a minha... só que sozinha Até que um dia, comecei a sentir sua falta na plateia Ir fantasiado a sua casa me veio como ideia E nesse dia descobri Que perdi minha amada e feliz Magali.

Amar e o mar No mar ele chorava Na polpa do navio debruçava
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Amar e o mar No mar ele chorava Na polpa do navio debruçava O vento soprava E nela o marinheiro pensava: "Ergam os mastros do navio Não seremos parados pelo vento frio" Assim ele gritava Mas seu peito chorava. O frio não estava no vento Mas em seu coração, naquele momento. Ondas do mar em fúria E como um leão seu coração rugia Ali em meio a morte "Eu viverei, se não tiver sorte." Vidas dependiam daquele homem do mar E não queria ninguém deixar Assim como sua amada falecida Pelo resto do mundo já esquecida Assim como o oceano que estavam E como ele, os céus choravam. E em meio a tempestade Todos já sabem da verdade Morte eminente "Mas lembrarão da gente" Exalta um marujo esperançoso Assim como eu, sempre com ela amoroso. "Minha vida estava nela e no mar Perdi ela e me perdi devagar no gélido mar As coisas que amei me destruíram E meus aliados fugiram Os que jaz aqui não fogem porque se não morrem" Nuvens negras cobriam o céu "E a chuva destruindo meu sonho de papel Molhando e derretendo Frio por fora e peito fervendo Daqui a pouco te encontrarei" E minha rainha, eu serei seu rei.