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Frases de Leila Perci

20 frases

Orquestra Eu hoje engoliria uma orquestra inteira, se possível fosse. Só tenho música nos meus ouvidos,
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Orquestra Eu hoje engoliria uma orquestra inteira, se possível fosse. Só tenho música nos meus ouvidos, E canção no coração. Eu hoje engoliria uma orquestra inteira, para tocá-la internamente. Mas como não posso, ouço-a com o coração.

Se um dia Se um dia faltar luz Ou pão pro meu estômago
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Se um dia Se um dia faltar luz Ou pão pro meu estômago Voltarei ao candeeiro E farei outra receita Se um dia faltar juízo E um pouco de sal Vou buscar outro louco E salgarei tudo do mar Se um dia faltar limite E um pouco de euforia Voarei todos os meus sonhos E buscarei algum estímulo Só não me venha com a besteira De um dia me tirar o amor Sem esse eu não vivo, nem a pulso Por ele troco luz, pão, limite e euforia Pelo amor eu vou além Com amor eu sou alguém

Às flores que quero ter. Arame farpado Fiapo de esperança
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Às flores que quero ter. Arame farpado Fiapo de esperança Lanço-me entre dois sóis E busco cor Sinto dor Planto flor Mas não as colho Mas cheiro-as Sinto-as e pressinto seu fim Uma mão má irá tirá-la de mim Mas planto outra Outras flores Sem dores E com lindas cores Arames de mim Fiapos de dois sóis Lanço-me na esperança

Uma tarde de hospital público: conclusões. Sem saúde há risco Risco de ficar de fora
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Uma tarde de hospital público: conclusões. Sem saúde há risco Risco de ficar de fora Risco de ficar sem leito Risco de perder a hora Risco de nada ser feito Sem saúde há medo Medo de ser esquecido Medo do remédio em falta Medo de ser impedido Medo de ficar sem a maca Sem saúde há dor Dor de ficar deitado Dor do soro na veia Dor ao ser medicado Dor com a bexiga cheia Sem saúde há perigo Perigo de não dormir Perigo não cicatrizar Perigo em resistir Perigo de nem sair de lá

Aos Livros Aos livros, leitores. Aos homens, dignidade.
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Aos Livros Aos livros, leitores. Aos homens, dignidade. Aos sem teto, casa. Aos deficientes, oportunidade. Aos políticos, ética. Aos culpados, perdão. Aos pés, guia. Aos cupidos, coração. Aos nervos, camomila. Aos negros, respeito. Aos lábios, outros. Aos homens, direitos. Aos famintos, comida. Aos sábios, voz. Aos formados, empregos. Aos rios, foz. Às lágrimas, consolo. Ás leis, cidadãos. Às flores, água. Às crianças, educação. Às mulheres, vez. Às carteiras, dinheiro. Às correntes, chave. Às navegantes, e-mail. Ao amor, cúmplice. Ao corpo, sentidos. Ao samba Buarque. Ao crime, foragidos. Ao enfermo, saúde. Ao desbotado, tinturaria. Ao surf, onda. Ao solitário, companhia. À dúvida, resposta. À juventude, maturidade. À seca, chuva. À cidade igualdade. À conquista, mérito. À escuridão, lampião. À testemunha, segurança. À pressa, imperfeição. A MIM, O QUE FAZER

Dúvidas da contemporaneidade Planos Fazê-los ou não?
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Dúvidas da contemporaneidade Planos Fazê-los ou não? Panos Usá-los ou não? Sentidos Necessários, ou não? Sentimentos Respeitá-los, ou não? Humanos Amá-los ou não? Medos Senti-los ou não? E-mails Abri-los ou não? Celulares Carregá-los ou não?