A enfermeira Passas na vida estranha, desconhecida, Espalhando de mãos cheias a piedade.
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A enfermeira Passas na vida estranha, desconhecida, Espalhando de mãos cheias a piedade. Fostes talvez entre todas as escolhidas Na sublime missão de caridade. Es o anjo de amor e de bondade Raios bendito e da felicidade Aos que esperam um gesto de Jesus. És a irma esposa e mãe no pensamento. Dos que em ti confiam e esperam até Suave balsamo , para seu tormento. E o continuarás espargindo alento Dando conforto, amor e muita fé. Aos qe buscam a ti no sofrimento. Ao meu querido e inesquecivel amor uma simples lembrança do tempo em que andava na minha escola Ana Nery. 4 de Novembro de 1944