Ela está por ai, ele também. Não sei se existem, ou são apenas uma lenda. Em tempos de crise, pessoas interessantes tem se tornado cada vez mais raro de se encontrar por ai.
Frases de Leandro M. Cortes
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Maquia a tristeza com uma requintada felicidade, vai para balada e faz aquela selfie com a seguinte legenda: Felicidade é isso! Como se a felicidade se resumisse a embriagar corpo e alma profundamente com uma superficial e passageira felicidade. Bem como diz a letra daquela músic…
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Maquia a tristeza com uma requintada felicidade, vai para balada e faz aquela selfie com a seguinte legenda: Felicidade é isso! Como se a felicidade se resumisse a embriagar corpo e alma profundamente com uma superficial e passageira felicidade. Bem como diz a letra daquela música: De copo sempre cheio e coração vazio!
Dualidade sentimental Tem se reprimido a alegria e cultuado a tristeza em demasia. Não que uma se sobreponha a outra em intensidade. Tem se vivido dias intermitentes de chuva, dias úmidos e cinza, dias sem nada para se colorir, senão, o imaginário.
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Dualidade sentimental Tem se reprimido a alegria e cultuado a tristeza em demasia. Não que uma se sobreponha a outra em intensidade. Tem se vivido dias intermitentes de chuva, dias úmidos e cinza, dias sem nada para se colorir, senão, o imaginário. Já não se brinca mais na tempestade, aliás, a mesma já não tem mais o tom ameno de outrora, nem a inocência com que molhava o corpo e a alma. Tem se buscado mais o drama, a comédia, ao romance, como se a escassez de lágrimas fosse uma calamidade, como se a alegria em demasia extrapolasse a naturalidade. Como se a felicidade, sem uma pitada de tristeza e emoção não bastasse. Vivesse a dualidade entre sentimentos opostos. Há quem busque prazer na tristeza, faz da dor, um êxtase anormal para quem vê e normal para quem vive. Um hábito corriqueiro e entranhado no âmago de quem se permite relacionar e viver com a tristeza. Como se fosse tomado pelo sentimento de culpa. Culpa por não ter tempo para chorar, nem sofrer, nem se condoer com as próprias dores. Não há pecado em ser feliz, em se expor ao ridículo, em gritar ao mundo: Eu sou feliz! Pois, não há a iminência da separação, nem retaliações. A felicidade independe do outro, nem deve explicações a inveja, nem a tristeza e nem a solidão que se vê desamparada. Dentro do Teu pequeno mundo ainda cabem tantas alegrias. A tristeza, a dor e o sofrimento são sentimentos opcionais e descartáveis. A felicidade é uma urgência, uma necessidade, um direito teu! Um bem essencial.
Ser avó e avô Ser avó e avô é ser um segundo pai e uma segunda mãe. É reviver experiências do passado é ver-se entre fazes que se sucedem. Há um dos dez mandamentos, o quarto, que diz: Honrar pai e mãe! vou além, valoriza teus avós mesmo na velhice, para então, eternizar moment…
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Ser avó e avô Ser avó e avô é ser um segundo pai e uma segunda mãe. É reviver experiências do passado é ver-se entre fazes que se sucedem. Há um dos dez mandamentos, o quarto, que diz: Honrar pai e mãe! vou além, valoriza teus avós mesmo na velhice, para então, eternizar momentos. Talvez não haja martírio maior que o desencontro entre pensamentos, o exílio, se asilar internamente nessa casa de repouso chamada corpo. Eles são igualmente hoje o que você será amanhã, dependente do amor e do carinho dos filhos. É ai que nos tornamos pais de nossos avôs. Perdoe-os pelas suas escorregadas, pelos seus lapsos, pelos seus desencontros e gafes em hora imprópria. É nessa hora que voltamos a ser criança. É nessa hora que vivemos uma vez mais a inocência perdida há muito tempo. Avós são celeiros de sabedoria. São uma enciclopédia a céu aberto, longe da virtualidade, longe da realidade atual. São nosso museu de raridades particular. Avós são nosso único elo com o passado distante, décadas que não voltam. São exímios contadores de causos e histórias. São o abraço terno, colo quente, o riso mais doce, palavra e conforto insubstituíveis. Se os pais são nossos professores, eles são nossos conselheiros. Substitutos de nossos pais, diante de sua ausência. Nosso segundo porto, nossa segunda casa. Nossa garantia estendida. São aqueles que nos aconselham sem nada cobrar, sem nada exigir, senão, a reciprocidade entre amores de sangue. São nosso confessionário e confidentes. Não nos julgam, nem castigam, mas sim, nos mostram o caminho da verdade. São nossos eternos cúmplices, parceiros, amigos e companheiros a qualquer hora e tempo sem medir esforços. Pois, aos seus olhos seremos sempre crianças, a sua infância viva, o seu atestado de lucidez, a prova da sua jovialidade. Orgulhe-se desse título: Neto! Pois, ser neto é ser duas vezes filho. E ser avô e avó é ser abençoado em dobro. É ser duas vezes pai e mãe!
Vive tuas conquistas e vitórias, não as alegrias do outro. Rega teu jardim e verás florescer a glória. Felicidade alheia é fogo de palha. É chama, que logo se apaga interiormente.
Daqui não toco o mundo, Observo-o passando Lenta e vagamente
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Daqui não toco o mundo, Observo-o passando Lenta e vagamente Diante dos meus olhos. Sonho com a vastidão Do universo, alcançar O céu e tocar as estrelas. Fazer viagens, crescer e Alcançar, conquistar E retornar ao berço, Minha terra, meu lar. Esse é o meu pequeno Mundo, meu quarto, Minha casa iluminada Por luzes artificiais e A segurança de uma Noite qualquer trancado E amparado pelo silêncio Vazio de uma pequena Cidadezinha do interior.
Inteligente é aquele que sabe a hora de calar, sem que para isso precise humilhar, nem se rebaixar. Sábio é aquele que silencia elegantemente diante de uma tolice.
Às vezes ele usa, em outras silencia e apenas ouve. Mas, na maioria das vezes ele age. E Deus opera além dos limites da natureza humana. O que para o homem é impossível, Deus transforma e cura através da fé. A fé que move montanhas e atravessa mares. Fé em Deus!
O grande segredo do ser feliz é sorrir para as adversidades, abraçar as oportunidades e ser feliz com as coisas simples da vida.
O grande segredo de um campeão reside na humildade com que encara seus desafios. Sem orgulho, nem salto alto, nem ego exaltado, mas com hombridade, sobriedade, simplicidade e entender que grandes sonhos, exigem grandes esforços.
Você precisa saber, aquele cara todo certinho, sorriso alinhado, olhar centrado, que te desperta arrepios, desejos involuntários e que mais parece uma perdição. Ele não te ama! Desapego logo dos detalhes e acorda desse pesadelo. Se livra dessa ilusória felicidade e dessa solidão…
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Você precisa saber, aquele cara todo certinho, sorriso alinhado, olhar centrado, que te desperta arrepios, desejos involuntários e que mais parece uma perdição. Ele não te ama! Desapego logo dos detalhes e acorda desse pesadelo. Se livra dessa ilusória felicidade e dessa solidão que te devora. Há tantos sonhos e amores prontos para serem vividos e consumidos por ai.
Se me perguntar: Como vai o coração? Direi, vai bem, entre a solidão e seus pensamentos. Vivendo seus altos e baixos e suas taquicardias. Depois que aprendi a me amar mais, passei a me valorizar mais, a me cuidar mais. Passei a ser mais seletivo e exigente, não com a vida, nem co…
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Se me perguntar: Como vai o coração? Direi, vai bem, entre a solidão e seus pensamentos. Vivendo seus altos e baixos e suas taquicardias. Depois que aprendi a me amar mais, passei a me valorizar mais, a me cuidar mais. Passei a ser mais seletivo e exigente, não com a vida, nem com o amor, mas com as pessoas e suas vontades desmedidas. Amor por amor? Eu me amo o suficiente, para não embarcar nessas aventuras, que não duram mais que uma noite. To bem assim. To bem sozinho. Aliás, eu e Deus! Entendeu?
Não quero uma companhia para o inverno, quero calor o ano todo. Quero seu abraço mais forte. Seu beijo mais quente. Suas palavras mais aconchegantes. Sou um sonho, mas posso ser a mais doce de suas fantasias. Ame-me ao entardecer e me tenha ao amanhecer. Faça-me sentir, viver alé…
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Não quero uma companhia para o inverno, quero calor o ano todo. Quero seu abraço mais forte. Seu beijo mais quente. Suas palavras mais aconchegantes. Sou um sonho, mas posso ser a mais doce de suas fantasias. Ame-me ao entardecer e me tenha ao amanhecer. Faça-me sentir, viver além da epiderme, entre almas essa gostosa conexão. O atravessar entre pontes internas. O encontro entre amores e amantes. Transforme-me no melhor que posso ser e dar. Doar e receber.
Vem me ganhando nos pequenos detalhes e nem percebe. É o olhar que me envolve, o sorriso que me rende e o abraço que me prende. Você e essa mania de perfeição. Haja coração!
Ele insistia em dizer que me amava e eu, insistia em acreditar em contos de fada e amores de outro mundo. E lá vou eu, construir meu castelo dos sonhos mais uma vez
Não se apaixone por um sonho, Nem por um olhar e nem por Um corpo. Não se apaixone
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Não se apaixone por um sonho, Nem por um olhar e nem por Um corpo. Não se apaixone Por belas palavras, nem por Lindos gestos. Não se apaixone Por um carro, nem pelo prazer, O prazer dura algumas horas. Não se apaixone por dinheiro, Ou pela ideia de conforto e Segurança que isso passa te trazer. Felicidade não é passagem, nem Bilhete, que se compra e vende Em qualquer estação. O amor É um sentimento simples, que Independe de uma conta bancária para crescer.
O fim é ainda mais cruel O fim de um namoro é ainda mais dolorido e cruel, quando a gente sente pena, quando sente dó, quando adia o inevitável. Toda relação tem sua doçura entre cafés, o regozijo dos almoços e o deleite entre jantares a luz de velas.
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O fim é ainda mais cruel O fim de um namoro é ainda mais dolorido e cruel, quando a gente sente pena, quando sente dó, quando adia o inevitável. Toda relação tem sua doçura entre cafés, o regozijo dos almoços e o deleite entre jantares a luz de velas. Mas, e quando o doce se torna amargo? Quando a essência perde o toque refinado? Não há como engolir o que não sacia mais, não o corpo, mas a alma. Não é nada salutar, relutar em renunciar ao conforto de um abraço, o entrelaçar entre dedos, a maciez daquela pele. Mas quando morre o amor, aliás, amor não morre. Quando perde o gosto, o sabor, simplesmente deixa de ser amor. Amor não vive só de sobremesas. Amor não sobrevive de migalhas, de retalhos, de porções ínfimas de felicidade. Não há dor na desistência, mas sim resiliência, a conformidade, o saber fazer-se livre. Ceder a si uma agridoce demissão por justa causa. Sem direitos, senão, o direito de seguir em frente, de proporcionar-se a si mesmo outras oportunidades. A continuidade é tortura. É viver amordaçado, acorrentado num solitário amor a dois. É abdicar da própria soberania e tornar-se escravo das vontades alheias. Eu te amo, não perdeu o glamour, nem a relevância, mas, eu te amo, nunca nos trouxe garantias, nem certezas. O prazer é momentâneo, logo passa, mas são nas pequenas coisas diárias que o amor vai se perdendo entre a inexistência de provas e contraprovas. Permita-se enlutar com o fim. De a si esse luxo, sinta, chore, sofra. Viva tudo isso intimamente. Apenas saiba que nada nessa vida é eterno, nem amores e nem dores. Logo, o outono passa. O inverno se abranda. Logo, é primavera e o amor se renova. Logo, criam-se novas raízes. É só a vida seguindo seu curso natural!
Nesse mundo tudo é transitório, nada dura mais que uma vida. Mas, há o que se eternize entre memórias e lembranças. Ainda lembro daquele sorriso, daquele abraço, daquela noite, daquele amanhecer, daquele cheiro doce ainda impregnado na alma.
Reincidências Como seria bom se tivéssemos o botão reset, para reinicializarmos do zero, sempre que necessário. Mas, não dispomos desse comando. Que bom seria se tivéssemos uma privada interior onde pudéssemos depositar todas as idiotices e babaquices que ouvimos por ai e numa…
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Reincidências Como seria bom se tivéssemos o botão reset, para reinicializarmos do zero, sempre que necessário. Mas, não dispomos desse comando. Que bom seria se tivéssemos uma privada interior onde pudéssemos depositar todas as idiotices e babaquices que ouvimos por ai e numa simples descarga eliminar todo o lixo de uma só vez. Seria ótimo se no supermercado pudéssemos comprar apenas pensamentos, sentimentos e emoções recicláveis, evitando assim o desperdício. E, olha a maravilha poder trocar o amor verde, pelo maduro, o quase vencido, por um com uma validade mais longa. Melhor seria se tivéssemos uma dispensa onde pudéssemos guardar todas as sobras sentimentais, excessos que apenas engordam o corpo e a alma. É inverno e ele ainda não se tocou, vive entre o outono e a primavera, essa morbidez, monotonia morna, longe de ser o verão de outrora. Bom seria mesmo um brechó, onde houvesse troca de olhares, calor, amores usados. Esse serve! Esse não! Quanto vale? Mas, o melhor seria, se houvesse, não apenas terapia para amores, mas também conserto para os corações e relações. Alguém ai se atreve a prescrever um bom especialista em restaurações?
Sou solidão, sou coração, Sou risos, sou lágrimas, Sou canção, sou emoção,
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Sou solidão, sou coração, Sou risos, sou lágrimas, Sou canção, sou emoção, Sou amor, também sou dor. Sou dia nublado, noite Estrelada, sou neura, sou Drama, sou ação, sou Comédia. Sou emoção, Sou razão. Sou o voo, sou A queda. Sou ventania Sou brisa leve. Sou chegada E saída. Sou abraço e laço. Sou sol e lua. Sou sombrio E misterioso. Sou segredo. Sou uma doce perdição. Sou tantas coisas que Nem sei mais quem sou.
Estou me enchendo com outros amores, para suprir a falta que você me faz, mas nenhum deles afasta de mim esse vazio, solidão e nem desperta e aquece o coração como você. E te espero. Te quero. Só não demore a chegar!
Covardia é quando você enche um coração de esperanças e nem ao menos volta para pagar a conta da noite anterior.
Olho-te fundo a alma. Olho na ânsia de te Alcançar. De poder te
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Olho-te fundo a alma. Olho na ânsia de te Alcançar. De poder te Abraçar entre olhares. Quem dera te tocar, Sentir tua pureza, Despida de qualquer Malicia e te amar. Dir-te-ia tanta coisa E silenciaria para Ouvir-te pulsando Docemente. Far-te-ia sol em noite De lua crescente E iluminaria esse breu, Lacuna vazia. Não choro esse mergulho, Essa lágrima abranda Essa tempestade e afaga O coração ainda alagado.
O problema é que as pessoas desistem de ser o que querem para viver outras histórias e contos passageiros e, nessas pequenas concessões, vai se perdendo grandes sonhos, até que nada mais reste, senão, o afago de uma agridoce desilusão.