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Frases de Leandro M. Cortes

1.061 frases

E Deus continua escrevendo o certo por linhas tortas, nas entrelinhas do nosso coração.
Lembra daquele filme: Como se fosse a primeira vez? Pois é de repente me bateu uma saudade de quando não nos conhecíamos. Quando tudo tinha cheiro e essência de amor. Quando não havia, nem o peso da rotina, nem a morbidez do cotidiano e nem o convívio impregnado nas palavras. Mas…
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Lembra daquele filme: Como se fosse a primeira vez? Pois é de repente me bateu uma saudade de quando não nos conhecíamos. Quando tudo tinha cheiro e essência de amor. Quando não havia, nem o peso da rotina, nem a morbidez do cotidiano e nem o convívio impregnado nas palavras. Mas sim, o dia-a-dia entre amores vivendo entre eternas metamorfoses.

A primeira vez A primeira vez é sempre mais gostosa. É sempre a mais doce. A primeira vez é de fato inesquecível. O romper de lacres. O andar de bicicleta. O primeiro beijo. O estourar do champanhe. Os primeiros passos.
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A primeira vez A primeira vez é sempre mais gostosa. É sempre a mais doce. A primeira vez é de fato inesquecível. O romper de lacres. O andar de bicicleta. O primeiro beijo. O estourar do champanhe. Os primeiros passos. O primeiro amor. As primeiras alegrias. As primeiras dores do parto. As primeiras lágrimas. Os primeiros sorrisos. As primeiras conquistas. O primeiro salário. A primeira viagem.As primeiras dores de um fim. Não há uma ordem, apenas desordem na primeira vez. A ânsia pelo acerto, o nervosismo pela estréia que nunca chega. A primeira vez de um principiante, de uma debutante. A primeira vez que não volta, sempre tem cheiro e essência de amor. É só adrenalina. Êxtase puro. Felicidade que se abre em risos, espasmos de alegria. É viver entre eternas descobertas. A primeira vez pode duras alguns segundos, uma hora, uma noite, uma selfie em um flash, um poema, uma poesia. Pode durar um capítulo, um parágrafo, uma linha, uma frase. Pode ser um ponto final. O início, reticências, pode durar uma eternidade. A primeira vez sempre tem um gosto passageiro. A primeira vez é sempre a mais bonita. Não há arrependimentos, mas o desejo pelo bis. A primeira vez é o apogeu. É mutação, o transformar, mudar de fases, descobertas e histórias. É o dia em que ele deixa de ser um principiante e vira homem. É o dia em que ela perde o selo de aprendiz, transcende mundos e se descobre mulher. É uma lua de mel antecipada. É o encontro com a maturidade e o desencontro com a infância. É tornar-se adulto e romper laços com a inocência. A primeira vez. A primeira prova. Os primeiros erros. Os primeiros acertos. Não há professores, mas sim, aprendizes. A primeira vez, quando consumada a gente nunca esquece! A primeira vez é genuinamente única e especial.

Amores invisíveis Sempre me doei um pouco mais. Sempre precisei um pouco mais de nós do que você. Sempre priorizei o amor, a relação, o imutável entre amores. Sempre fui o lado frágil, aquela menina mulher cheia de sonhos. E quem não sonha? Quem não vive suas fantasias?
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Amores invisíveis Sempre me doei um pouco mais. Sempre precisei um pouco mais de nós do que você. Sempre priorizei o amor, a relação, o imutável entre amores. Sempre fui o lado frágil, aquela menina mulher cheia de sonhos. E quem não sonha? Quem não vive suas fantasias? Sempre fui coadjuvante nessa história sentimental. Sempre tive meus medos e quase sempre fui engolida por meus monstros. Quase sempre estive em suas mãos. Quase! Mas, você fez tudo para matar o amor, nosso amor. Sempre conjugou o eu e não o nós. E esse nó foi lenta e vagarosamente arrebentando. Você sempre Foi mais espectador, ator. Enquanto eu me afundava, você vivia na superfície, longe de ondas e tempestades. Longe de nós. Longe de mim. Corpos unidos, mas olhares distantes. Vivíamos essa morbidez, entre a monotonia morna e fria que ecoava do fundo. O convívio se quebrou, criou-se o distanciamento entre nossas línguas, idiomas difusos, entre almas ausentes. Caminhávamos, mas separados entre mundos, entre pontes, separados pelo abismo da solidão do amor a dois. Não há continuidade para o que nunca existiu. Há apenas o enterro simbólico. A marcha fúnebre. O que manda o protocolo. Não há culpados pelo descaso. Pelo abandono. Pela orfandade dos carinhos, afetos e emoções. Apenas o mastigar de algumas agridoces recordações.

Heróis diários O mundo tem andado infestado de ídolos em todas as áreas. Inspiradores natos. Mas, tem se vivido uma escassez de heróis. Não se fabrica mais heróis como antes, não se vive mais o auge de outrora, nem a fartura da nobreza.
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Heróis diários O mundo tem andado infestado de ídolos em todas as áreas. Inspiradores natos. Mas, tem se vivido uma escassez de heróis. Não se fabrica mais heróis como antes, não se vive mais o auge de outrora, nem a fartura da nobreza. Todo dia é dia de luta. Todo dia é dia de realizar proezas, fazer sobrar na mesa e dividir com o restante da família. É ai que nascem os verdadeiros heróis. Heróis sem asas, nem espadas, nem poderes e nem o dom de realizar milagres como Deus. Aliás, ai reside o milagre terrestre, sobreviver à escassez de verdadeiros heróis e não apenas sobreviver de ídolos. Não apenas idealizar sonhos, viver fantasias através do outro, longe, distante, por meio de uma tela separando mundos. Herói é aquele que levanta de madruga e atravessa a cidade sem reclamar da distancia entre ele e seu ganha pão. Heroína é aquela que não desiste, apesar de ser tentada a desistir de tudo diariamente. Heroína é quem resiste e sobrevive a mais um dia. Herói é aquele que vive o pesadelo dessa realidade caótica, mas sempre vê aquela luz no fim do túnel, entre a estação e os seus sonhos. Heroína é aquela que educa seu filho em tempos de crise e violência em ebulição sem perder as esperanças no amanhã. Herói é aquele que te segura pela mão e atravessa a rua sob a faixa branca em tempos de guerra, sinalizando com a paz. Heroína é aquela que enfrenta filas diariamente sem perder a compostura, nem esmorecer, desanimar diante do caos na saúde. Heróis de verdade somos todos nós mortais. Heróis anônimos. Os heróis diários. Heróis sem destaque, nem manchete na tevê. Ídolos sem fama. O mundo anda tomado de heróis sem máscara, sem nome, nem identidade. Heróis, além de uma super exposição. Nós os heróis sem super poderes é que merecemos os créditos por nossas histórias de vida!

Não me preencha, me complete. Não quero ser, nem ter um tapa buracos. Quero tudo que soe além de uma possibilidade, de uma tentativa, de uma substituição. Porque o amor é, sobretudo, a plenitude entre almas e, não apenas a satisfação, o saciar entre corpos. Me recuso a viver infe…
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Não me preencha, me complete. Não quero ser, nem ter um tapa buracos. Quero tudo que soe além de uma possibilidade, de uma tentativa, de uma substituição. Porque o amor é, sobretudo, a plenitude entre almas e, não apenas a satisfação, o saciar entre corpos. Me recuso a viver infeliz! Viver essa solidão a dois, catando felicidade aqui e acolá. Se me prometer que essa não vai ser mais ilusão, abro o paraquedas e pulo desse avião. Promete?

Não quero muito dessa vida. O muito é demais. E tudo que é demais enjoa, cansa. Quero apenas saber que nessa vida fui feliz. Pois dessa vida nada se leva, senão, o que de bonito se vive. Ta aí, ta decidido, eu quero é ser feliz. Feliz por nada! Feliz com tudo. Tudo que me faça se…
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Não quero muito dessa vida. O muito é demais. E tudo que é demais enjoa, cansa. Quero apenas saber que nessa vida fui feliz. Pois dessa vida nada se leva, senão, o que de bonito se vive. Ta aí, ta decidido, eu quero é ser feliz. Feliz por nada! Feliz com tudo. Tudo que me faça ser feliz!

Te daria a chave da minha casa, da minha vida, do meu amor. Te cederia um pouco mais de mim, doaria meus pertences, o coração e diria: Toma, tudo que tenho é teu, faça bom uso. Mas, o ser usado cansa. A gente vai cansando de amores parasitas, de ser só mais uma diversão em períod…
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Te daria a chave da minha casa, da minha vida, do meu amor. Te cederia um pouco mais de mim, doaria meus pertences, o coração e diria: Toma, tudo que tenho é teu, faça bom uso. Mas, o ser usado cansa. A gente vai cansando de amores parasitas, de ser só mais uma diversão em período de férias. O tapa buracos. Não me queixo da solidão. Pelo menos, ela não me magoa, nem me machuca e nem me faz sentir ressaca de outros amores. Talvez amanhã eu volte confiar no amor. Talvez? Não sei!

A vida longe de uma novela, onde se vive de sentimentos prontos é composta de capítulos diários, sem reprises, nem replay. É um filme em construção, onde não se escolhe entre o drama e a comédia, o romance e a ação. Não há dublês, nem super-heróis, somente nós, seres normais, sim…
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A vida longe de uma novela, onde se vive de sentimentos prontos é composta de capítulos diários, sem reprises, nem replay. É um filme em construção, onde não se escolhe entre o drama e a comédia, o romance e a ação. Não há dublês, nem super-heróis, somente nós, seres normais, simples mortais. Os personagens, dessa história recheada de surpresas.

Bonito mesmo é quando há cumplicidade, quando não há medo, mas a entrega sem receios. Quando se vive o lúdico da relação. Quando o coração vive essa gostosa diversão. Bonito mesmo é quando não há formalidades, mas se perde a compostura e se vive algumas doces loucuras a dois. Qua…
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Bonito mesmo é quando há cumplicidade, quando não há medo, mas a entrega sem receios. Quando se vive o lúdico da relação. Quando o coração vive essa gostosa diversão. Bonito mesmo é quando não há formalidades, mas se perde a compostura e se vive algumas doces loucuras a dois. Quando não se vive o lado robótico da rotina, mas o metamorfosear entre corpos. Quando a gente encontra alguém que nos mostre o lado bom da vida e nos transforme no melhor que podemos ser. Bonito mesmo é o adormecer entre risos e acordar descontraído, livre, leve e solto de todas as tensões que rodeiam o corpo e a alma. Bonito mesmo é ser feliz hoje, agora, nesse exato momento. Viver essa gostosa felicidade e ser feliz. Apenas ser feliz!

Permita-se viver uma segunda primeira impressão. Ame o outro pelas suas qualidades e não o descarte pelos seus defeitos. Tudo na vida é aprendizado e a muito mais a se corrigir do que comemorar. E são essas pequenas correções que transformam pequenos sonhos em grandes conquistas.…
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Permita-se viver uma segunda primeira impressão. Ame o outro pelas suas qualidades e não o descarte pelos seus defeitos. Tudo na vida é aprendizado e a muito mais a se corrigir do que comemorar. E são essas pequenas correções que transformam pequenos sonhos em grandes conquistas. Quase paixões em grandes amores. Viver sem pré- julgamentos é aceitar que somos todos iguais e passíveis de uma segunda primeira impressão.

Tenho andado preocupado! Com o que? Sei lá! Há uma estérica corrida em busca da felicidade a todo custo. É uma urgência irremediável pelo amor dos sonhos. É o interesse pelo conforto e o desinteresse pelo amor. É a busca de uma companhia por medo da solidão. O casamento abandonou…
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Tenho andado preocupado! Com o que? Sei lá! Há uma estérica corrida em busca da felicidade a todo custo. É uma urgência irremediável pelo amor dos sonhos. É o interesse pelo conforto e o desinteresse pelo amor. É a busca de uma companhia por medo da solidão. O casamento abandonou a democracia, cedeu a corrupção, perdeu-se a liberdade em meio a tirania desmedida de uma minoria. Tem se vivido dias difíceis, diss nublados, dias de chuva. O egoísmo tem se exaltado, quer apenas receber amor e por orgulho, regeita doar-se ao outro na mesma proporção. Os consultórios tem andado lotados de sentimentos feridos, machucados e os centros de reabilitação cada vez mais lotados de dependentes químicos loucos para se curar de amores mal resolvidos, de relações interrompidas e paixonites agudas. É quase uma pandemia de corações desalojados, desabrigados, desamparados e desassistidos, nessa quase guerra de egos e amores mascarados em busca da satisfação pessoal. Do prazer pelo prazer, onde o amor tornou-se a segunda opção.

O amor não morre Não morremos junto com o amor. Morremos quanto desistimos, quando deixamos de amar. Morremos quando negamos a existência da dor, quando deixamos de sofrer, quando ludibriamos e burlamos o tempo.
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O amor não morre Não morremos junto com o amor. Morremos quanto desistimos, quando deixamos de amar. Morremos quando negamos a existência da dor, quando deixamos de sofrer, quando ludibriamos e burlamos o tempo. Tempo ao tempo! Vive teu luto, tuas lágrimas, sem renunciar aos teus sentimentos. O amor tem seu lado negro, mas sua luz é maior. Vive suas DRs, mas é conciliador. É composto por pequenos atos, e são os pequenos céus somados, que nos salvam do abismo. Não jogue a toalha, lute até o fim, aceite às regras do destino. Só é feliz quem um dia já sofreu. Quem um dia não se acovardou, mas se entregou e amou na certeza do amor. Todo ponto final dói. Dói encerrar ciclos, mas todo fim, nos acena e possibilita um novo início. É o milagre acontecendo, o renascer com novas oportunidades, novos amores e uma nova história. Sem sufocamentos, nem cobranças, nem mágoas, nem rancor e nem ressentimentos. Porque ser feliz não é uma obrigação, mas sim, uma necessidade básica comum a todos.

Quando morre o amor Existe algo mais deplorável que um amor sem noção? Aquele que alimenta o ciúme em demasia e deixa faltar o essencial na cama e fora dela. É ai que se expõe a infantilidade, a inexperiência e é ai que nascem os sufocamentos, aliás, o estrangulamento do amor.
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Quando morre o amor Existe algo mais deplorável que um amor sem noção? Aquele que alimenta o ciúme em demasia e deixa faltar o essencial na cama e fora dela. É ai que se expõe a infantilidade, a inexperiência e é ai que nascem os sufocamentos, aliás, o estrangulamento do amor. O ficar é desinteressado, o namoro faz vistas grossas, já a relação expõe nossos piores defeitos, quando a rotina se acentua. O casamento é uma união, não uma prisão e nem uma relação de submissão. É o reforço das liberdades e não uma condicional assistida. A insegurança, não nasce da falta de segurança que se vive a sociedade, mas dos medos que rondam teu pequeno mundinho. É um mostro que coloca galhos invisíveis na cabeça. É um cuidar desmedido e irresponsável. é como tirar bala da boca de criança. E o medo da perda desperta incontáveis eu te amo, disparados a queima roupa sem oferecer o direito à defesa ao outro. É a confissão antecipada de um crime: Eu não confio tanto assim em você! É instalar uma tornozeleira eletrônica, mas não no tornozelo, e sim no corpo e na alma do outro. É apelar para o sentimentalismo. É inventar mil e uma desculpas. É adoecer sem mesmo antes despertar os sintomas. O ciumento perde a passionalidade e apela para a racionalidade. Torna-se um audaz estrategista. Torna-se frio e calculista. Cirúrgico e preciso em suas intervenções. Mas, são essas pequenas intervenções que vão minando e matando o amor. O amor não morre pelos excessos, mas pela insegurança. Não basta ser leal, tem que confiar no outro.

Não me ame pelo que você vê. Ame-me por tudo que posso despertar interiormente entre almas. O lindo e belo desbota, a essência, essa transcende o tempo. Leia e releia o meu intimo, dome minhas neuras e ame, apenas ame meus silêncios mais profundos. Sou tudo que você pode ter. Sou…
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Não me ame pelo que você vê. Ame-me por tudo que posso despertar interiormente entre almas. O lindo e belo desbota, a essência, essa transcende o tempo. Leia e releia o meu intimo, dome minhas neuras e ame, apenas ame meus silêncios mais profundos. Sou tudo que você pode ter. Sou seu tudo, mas posso ser seu nada.