Me aborreço Enfureço Me mordo de raiva
Continuar lendo
Me aborreço Enfureço Me mordo de raiva Logo te vejo Me permaneço livre e calma.
6 frases
Me aborreço Enfureço Me mordo de raiva
Me aborreço Enfureço Me mordo de raiva Logo te vejo Me permaneço livre e calma.
Da janela eu a namoro e demoro Minhas noites estão fadadas ao seu fascínio Todo dia eu a espero
Da janela eu a namoro e demoro Minhas noites estão fadadas ao seu fascínio Todo dia eu a espero No meu canto eu lhe quero.
Sabe quando você perdeu Tudo que um dia já foi seu. Quando a dor te invade
Sabe quando você perdeu Tudo que um dia já foi seu. Quando a dor te invade E tu é só calamidade Sufocado pela DOR Ínfima do viver. Tu que um dia foi Se foi. O aroma gostoso Se foi com o gosto que era te ter Eu fiquei largado Pobre desgraçado Sorri com um toque acalentado em um sonho que te via.
Calmamente Livremente Tu me tem
Calmamente Livremente Tu me tem Verdadeiramente.
Me faço infinito em seu olhar E assim me desperto pro mundo Em minha constelação particular
Me faço infinito em seu olhar E assim me desperto pro mundo Em minha constelação particular É você o planeta em que hábito.
Eu tento ser vaga-lume em meio a multidão Eu tento ser luz em meio a escuridão Eu tento ser a lua que passa sobre a nuvem negra
Eu tento ser vaga-lume em meio a multidão Eu tento ser luz em meio a escuridão Eu tento ser a lua que passa sobre a nuvem negra Eu tento ser a estrela que brilha em cima de tua cabeça Mas me perco na vida, me acho decaída Tropecei no meu problema, fiquei largado, sem benção Me afugentei em meu quarto, fiquei a dez passos Da sacada me joguei, na incerteza adentrei-me E assim eu fui, abraçar o além, pensando em alguém Em que talvez me amasse, quem me salvasse Mas a vida não é só amor É também calor, é aventura, é ver cor, e até sentir dor, é ver o sol e sentir ardor É tocar a água e se sentir molhada Eu já não sentia, nem o ar que respirava Quando fui flor, murchei A minha lua já não mais me provocava O vento passava e nem se quer me agitava Eu corria e a liberdade me ausentava Eu já não sentia o perfume do vigor ou aroma ou sabor Falava e nem ao menos me expressava Me exilei do barulho, vivo de profundos silêncios Decidi então a morte abraçar e em seus braços descansar E eu senti paz, ela me consumia Fiquei feliz por três dias Já não me lembro mais Do coma acordei, pra vida real eu voltei Eu sorri pró céu cor de fel, e decidi viver como se nunca fosse morrer Era ali meu paraíso, estava destinada a viver isso! Estaria eu, vivendo na morte Ou morrendo em vida?