E quando a poesia se faz ausente? E a gente ama de repente E detesta quase sempre
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E quando a poesia se faz ausente? E a gente ama de repente E detesta quase sempre Quando vivemos no contrario dos nossos sentimentos? Enlouquecendo a nossa mente Vivendo nesse amplo insignificante momento E a saudade se faz presente E a vontade aflora de repente E os sonhos de te encontrar É quase sempre A única vontade que me atende Nas noites escuras De uma vida ausente Que tente a ir pelo inconsciente De uma mente Que mente Quase sempre E vive A procura de um amor Que me ame eternamente