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Frases de Laguna de Jesus

117 frases

A soma de derrotas que acumulei me fez entender que na vida não importa quantas vezes a gente perde, o que importa é o quanto a gente perde quando pâra de lutar.
Se eu pudesse viver sempre Amava a luz, a paz E o brilho do teu ser
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Se eu pudesse viver sempre Amava a luz, a paz E o brilho do teu ser Amava afrente, atrás Até o que não posso ver Amava-te em verdade Verdade e transparência Se eu pudesse viver sempre Não só te ofertava o meu amor Como também o meu sabor Pois para sempre te ofertava Sem receio nem recreio Servia-te como que por eterno Mas, tarde ou cedo morrerás Beberás do liquido da morte E nunca mais serás a mesma Como posso te amar eternamente?! Se um dia a morte te acolherá O que será de mim ou de ti Quando um partir Se na inexistência habitaremos Mais vale morrer para amar Do que morrer deixar um amor

Para quê palavras de amor? Para quê palavras de amor Se é tudo falsidade
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Para quê palavras de amor? Para quê palavras de amor Se é tudo falsidade Só para causar dor A quem ama de verdade Baixas atitudes e bundalíticas Já nem são mudos que usam mímicas Enganam-se uns aos outros Porque não sabem o que é amar E transformam-se em monstros Monstros só por falar Mentes atrofiadas já sem sapiência “Sexopatia” amor com demência Adornam-se com elogios De um nítido fundo irónico Mas como ter lábios macios Se o maciço dos mesmos é crónico Criam palavras mas sem raízes O amor é justo e não são felizes Então, para quê dizer amo-a Sabendo que não Ainda iludi-a Na minha canção Se o fim será separação

Saúda Se me não lembrar de ti Que apague-se-me a memória ao meu cérebro
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Saúda Se me não lembrar de ti Que apague-se-me a memória ao meu cérebro Para que não me lembre do dia em que te esqueci E nunca me seja suave recordar do que vivi Apague-se-me a língua ao meu paladar Para que nada dela às outras eu possa dar Se me não lembrar dos teus lábios nos meus Que não me haja diferença entre a luz e as trevas E que os meus passos sejam como ondas fugitivas Que não só seja incluso no livro dos ateus Como também no livro do anticristo Para que pelo amor jamais seja visto Se me não lembra de ti um dia Que a paz e a harmonia se transformem em nada E a fonte que nos unia seja despedaçada Para que não hajam lembranças de alegria E por último que eu morra e não ressuscite Para que nunca te esqueça eternamente

O cego fez amor com a surda Foi em 14 de Fevereiro Quando em plena tarde
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O cego fez amor com a surda Foi em 14 de Fevereiro Quando em plena tarde Um cego barbeiro Caminhando pela cidade Ouviu um disparo O que não é raro Pessoas, carros e animais Ficaram desnorteados E algo visto jamais Deixou muitos espantados No momento de terror Pornográficas de cenas de amor Analfabetas gargalhadas No local se fizeram ouvir Afinal quem já estava nas escadas A tentar lhes impedir Era um guarda mas não conseguiu O cego chorou e a surda sorriu Pensaram que a tivesse violado E puseram-no as algemas Ela disse não, ele não é o culpado Sem me ver abriu-me as pernas E quando queria as fechar O autorizei as …

Declaração de amor Amor! Sempre ouvia dos amantes Os que sem saber mau uso do mesmo faziam
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Declaração de amor Amor! Sempre ouvia dos amantes Os que sem saber mau uso do mesmo faziam palavras raras e florescentes cuspiam mas quando vi os teus gestos rutilantes o sol do verão transformou-se em brisa e das entranhas da paixão nasceu Isa. Mulher que Deus amou e me enviou para que do amor que há entre nós os dois nasçam rios de água pura que correra depois e alimentara relações de quem sonhou um dia ter na vida aquele alguém que tanto o ama, e ele o ama também. Eu! Amar-te-ei com a força do universo renegando o distante só para te ter por perto cantando de amor num silêncio desperto para que sintas harmonia em cada verso amar-te-ei na alegria e na tristeza pois eu amo o nosso amor! Minha fortaleza.

Mulheres diferentes mesmo semelhantes Não há não Duas mulheres iguais em toda a criação
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Mulheres diferentes mesmo semelhantes Não há não Duas mulheres iguais em toda a criação Ou sobrancelhas a menos ou cabelos a mais Não há, de certeza, duas mulheres iguais Florzinha todas tem E é o próprio das mulheres Seios algumas Ancas, nem todas Umas são atraentes Inteiras, partidas Donzelas, independentes Outras nervosas Redondas, aguadas Macias, bondosas Fibrosas carnudas Nas formas presentes Nos actos distantes Mesmo semelhantes São sempre diferentes Algumas preferem trabalhar deitadas E descansar em pé.

As vezes Sinto-me inerte Nos meus agitados movimentos
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As vezes Sinto-me inerte Nos meus agitados movimentos Vagueio na imaginação Perco-me sem me ter encontrado Penso na desgraça que sou E lamento por ter sido obediente No dia e momento que, Aceitei viver na vida Arrependo-me por nada Sim. Nada. Nada por vezes também sou Mas quando não sou Também não penso em nada Vezes e vezes Busco alento No grande vazio do meu ser Mas quando percebo que sofro Apenas digo: as vezes! Porque as vezes nem, é sempre O que significa que tudo passa E se hoje sou infeliz Espero no “As vezes” do amanhã.

O destino é sempre justo Na hora oportuna Sabe sempre juntar;
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O destino é sempre justo Na hora oportuna Sabe sempre juntar; Lábios, Gémeos nascidos um para o outro Assim aconteceu Quando naquela noite, eu laguna Associado num beijo ruidoso de prazer Assinando o contrato do meu amor por você A combinação biológica e química Se deu para nunca mais chamar outra mulher De meu amor senão você meu amor.

Dedicatória Quando nasceste, Moça! Nasceu ao mundo vida,
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Dedicatória Quando nasceste, Moça! Nasceu ao mundo vida, Claros raios ao sol, luz às estrelas O céu resplandeceu E de sua luz só por mim conhecida A escuridão mostrou coisas belas Mil ódios em mim Converteste em 2014 amores As doces águas amorosas Trazem-me este poema Embarcado em cada onda do seu pensamento Este poema é teu Este poema é o que sinto Este poema é o que te desejo Este poema é a voz do meu amor...

Eu quero ser poeta Eu quero ser poeta Eu preciso ser poeta
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Eu quero ser poeta Eu quero ser poeta Eu preciso ser poeta Sim, Só para poder justificar a minha dor E saber do coração os porquê dos amor Eu tenho de ser poeta Não para desenhar palavras E nem é para me expressar bonito Mas sim para ter razão Ao me alimentar do pranto ácido e infinito Eu preciso ser poeta, agora. Por mais que seja por um minuto Quero lembrar o que não esqueci Isso porque as dores não se apagam Apenas são armazenadas Apenas quem é poeta É que pode compreender essa filosofia Porque ela não é uma qualquer Está para quem pode e não para quem quer É por isso que eu preciso ser poeta.

Preta negra Teu corpo nunca montaste És linda sem tal vaidade
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Preta negra Teu corpo nunca montaste És linda sem tal vaidade Extensões sempre desprezaste Com orgulho e naturalidade A cor da tua negra face É a mesma com a do resto do corpo, Não como a das não da tua classe Engraxadas; claras e escuras no mesmo corpo És um verdadeiro contraste Tão pé descalço como sempre fui Mas tu sempre me amaste.

Vítima da vida Com muitos, vivo Ainda assim
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Vítima da vida Com muitos, vivo Ainda assim Sozinho me sinto Vítima da vida Vivo inalando a paz nociva Que é o silêncio dos dias em que estou só Não sei se é dor Não sei se é amor Mas algo sinto E não me deixa viver Viver significa existir Estar em conexão com os sonhos Não só viver de sonhos Tal e como sempre fui Sonhador de primeira Perdido na podridão do destino Vagando no deserto dos meus desejos E desejando não mais ser… Vítima da vida!

Miséria dourada Tal maravilhoso e meigo bom dia Sai misturado com o brilho de ouro
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Miséria dourada Tal maravilhoso e meigo bom dia Sai misturado com o brilho de ouro Mas é tudo fruto da putaminosa estadia Na famosa e frequentada casa do matadouro Dantes o pim pim pedia que saísse da estrada Mas esse de hoje é para o dono ser visto O volante lhe fica, mas a lata foi emprestada É talento que possuem os que vivem nisto Sempre atrás da mulher do vizinho Quer provar ser macho onde nem fêmea é Ele te dá para chupar e faz com carinho E sempre vais chupar porque és bebé Calças, sapatos e cabelos sempre novos Se formos a ver a saúde está despida A vossa vaidade é sensível que 2 ovos Já são horas, divorciem-se desta desvida.

Hipnose Concentro as atenções em nada Penso em nada
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Hipnose Concentro as atenções em nada Penso em nada Procuro-me sem sair do lugar Onde não me encontro Fujo da sombra que poderia ser minha Mas não é porque a fujo Corro sem sentir o chão Sinto suor vermelho escorrendo Lentamente pelo pulso O suor desconcentra-me Volto a reiniciar a minha concentração Vejo-me com o rosto molhado Pelo suor já sem cor, mas salgado Que vai gotejando pelos olhos O coração bate forte Pois sente-se amedrontado por nada Fecho os olhos, ouvidos, a boca e as narinas Logo morro sem ter nascido Mas, três segundos depois ressurjo da hipnose sem ter morrido.

Estrela minha Nunca te elogiei Mas sempre reconheci tua beleza
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Estrela minha Nunca te elogiei Mas sempre reconheci tua beleza És linda, incomparavelmente, com certeza É por isso que sempre te amei Aprecio te ver sem extensões Não que tenha algo contra elas É que de cabelos com as sobrancelhas Só de te olhar se me alegram emoções És a melhor flor do meu imaginário jardim Adora mais que tudo em ti, pois é lindo Ainda que um dia esqueça-me a mim Pensar sempre em ti é bem-vindo Nada me alegra longe de ti Porque a tua presença me motiva Do que me magoaste esqueci Por ti só sinto amor, minha diva.

Mistura dos tempos Chorei rios de saudades e nostalgia Pois despertaste a infância em mim
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Mistura dos tempos Chorei rios de saudades e nostalgia Pois despertaste a infância em mim Voltei a ser criança, lembrei o que não devia Ó vida nefasta! Porque me maltratas assim Porque não me deixas viver o presente Tão sem graça como sempre foi Me recordas o passado mísero e indigente Sem ao menos dizer; passado, oi! Não me mistures as minhas tristezas É suficiente o fardo que diariamente levo Lhe afirmo isso e mais, com todas certezas Conheço a paz mas somente a observo Agora vida, basta de lamúrias Não sei qual é a sua real intenção Se é me treinar para viver nas luxúrias Ou eternamente me magoares o coração.

Desvida Se é vida não sei Momentos há que desacredito
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Desvida Se é vida não sei Momentos há que desacredito No quanto na desvida me apeguei Enfadonho e imprestável no descritivo Mais sei o que foi mais do que o que será Eu e muitos como eu Cá chegamos vindos de boleia Uns nasceram do pai que morreu E outros foram paridos na diarreia O optimismo em algo nos ajuda Prologar a nosso crença absurda Tolos! Pouco sobra-nos esperança Com razão. O sofrimento tem desgastado Aqui se nasce e se morre na desgraça E foi preciso pecar para ser diabo Há uma conotação entre nós todos A carência nos fustiga como doidos.

Meu talento Tenho amigos que me desacreditam Fingem que não elogiam o que faço
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Meu talento Tenho amigos que me desacreditam Fingem que não elogiam o que faço Os que assim fazem são os que acreditam Que o seu desapoio é apoio e avanço Fico feliz por saber que não mereço Nem me ficam os versos que escrevo É verdade que até eu me desconheço Nos rabiscos poéticos que me descrevo O que me alegra em todas estas acusações É que nem um verso dos meus pobres textos Acharás em alguma obra de todas as edições Vós sois meus fãs não sei porquê pretextos Os de longe sem recreio me apoiaram Com prazer saborearam as minhas cruzadas E vocês cheios de ódio só censuraram Tão pouco me aquece o vosso calor de bradas.