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Frases de koppe

134 frases

Hoje, pouco há de novidades Em relação ao ontem Ontem, também poucos encantos trouxe
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Hoje, pouco há de novidades Em relação ao ontem Ontem, também poucos encantos trouxe Espero o amanhã Que mesmo sem mudanças Será um novo porvir E isso sempre me encanta.

Um jacu entrou na minha casa Pobre jacu, Assustado gritava como alma condenada
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Um jacu entrou na minha casa Pobre jacu, Assustado gritava como alma condenada Via ali o seu trágico fim Perdido, não encontra a saída que existia Grande, indicando a liberdade Mas o bicho desesperado não percebia Até que, Atirando-se como se suicida fosse Rompe asas nivelando o voo, Veloz e retesado Rompendo os fios da cerca do jardim E, "Salvo por um triz" Deve ter pensado.

O homem comum não tem a paciência da discussão e logo se exalta defendendo suas ideias em contraposição as ideias do seu interlocutor. O sábio, ao contrário, procura escutar atentamente mesmo não concordando, e só ao final dá sua opinião, já processada e enriquecida com o que aca…
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O homem comum não tem a paciência da discussão e logo se exalta defendendo suas ideias em contraposição as ideias do seu interlocutor. O sábio, ao contrário, procura escutar atentamente mesmo não concordando, e só ao final dá sua opinião, já processada e enriquecida com o que acaba de compilar.

O papel da imprensa deve ser o papel da indignação, da cobrança por soluções, da informação criteriosa e discutida, da parceria com a sociedade, da exigência, da perseguição dos resultados, da defesa das leis, da crítica às leis, do processo construtivo de uma organização social…
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O papel da imprensa deve ser o papel da indignação, da cobrança por soluções, da informação criteriosa e discutida, da parceria com a sociedade, da exigência, da perseguição dos resultados, da defesa das leis, da crítica às leis, do processo construtivo de uma organização social aprimorada... e não o papel medíocre, passivo, abestalhado, desinformante e irritante que se traduz em lançar sobre cada cidadão todas as mazelas pútridas dos governos e dos criminosos comuns, sem ao menos um manifesto de amparo, de apoio à boa sociedade. A imprensa brasileira é como um vento que vira as páginas de um livro antes que se possa interpretar, traduzir e criticar o que nelas está escrito.

Amanhece o dia como qualquer outro. Liga-se a televisão como qualquer outra. Jornais televisivos entram no ar. Manchetes replicantes frustram as expectativas de um dia de paz: são os bandidos soltos de novo, os mesmos astros dos noticiários que repetem a ousadia de agredir a soci…
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Amanhece o dia como qualquer outro. Liga-se a televisão como qualquer outra. Jornais televisivos entram no ar. Manchetes replicantes frustram as expectativas de um dia de paz: são os bandidos soltos de novo, os mesmos astros dos noticiários que repetem a ousadia de agredir a sociedade desarmada. São os mesmos protagonistas diários das iniquidades, se valendo da impunidade para derrotar um estado fraco, incapaz e alienado, e sobrepujar um governo inútil no combate eficaz. Bandidos mandam no país e governos elaboram cartilhas de espertezas, no intuito de ensinar as pessoas a manter a vida como bem maior, em custa da perda da soberania, do orgulho próprio, e da noção de direito. Não há responsabilização civil para o bandido, e pouco há de responsabilização criminal. Não é possível continuar assim!