**Raiva Silenciosa** No crepúsculo da dor, ergue-se a chama, Um fogo insensato que em meu peito se inflama.
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**Raiva Silenciosa** No crepúsculo da dor, ergue-se a chama, Um fogo insensato que em meu peito se inflama. A falsidade em sussurros, uma lâmina afiada, Perfurou a confiança, deixou a alma marcada. Teus olhos, antes espelhos, agora são veneno, Sorriso envenenado, coração em pleno lamento. Na sombra da hipocrisia, dançaste com este sentir, Mas agora a minha raiva é um vulcão a explodir. Sussurros traiçoeiros, ecos de uma canção, Promessas vazias, induzida à tola ilusão. Queria a calma, mas o ódio me encontrou, Em labirintos de vilania, a sanidade se tolhou. Seus gestos, um enigma, um jogo a me aprisionar, A cada riso voador, um golpe a machucar. E neste mar revolto, nas ondas da paixão, Tento domar o monstro, mas ele não tem compaixão. O desejo de vingança murmura em minha mente, Um eco ressonante, cruel e latente. Quero a tempestade, um grito ensurdecedor, Mas sei que a verdadeira força é o autocontrole, o amor. Porém a raiva grita, é um veneno a ferir, Transformando o doce viver em luta a persistir. Mas neste redemoinho, vou buscar o perdão, Não pela hipocrisia, mas pela libertação. Pois ainda que as chamas me venham consumir, Na batalha do ódio, escolho resistir. E com cada exalar, expulso a dor que arde, Na jornada da vida, o amor ainda é a tarde. --- Este é um poema sobre transmitir as emoções complexas que a raiva pode despertar em situações de traição e deslealdade.