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Frases de Kevin Martins

360 frases

Um aviso: A vaga foi preenchida Não que eu procurasse por alguém
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Um aviso: A vaga foi preenchida Não que eu procurasse por alguém Mas tinha um anúncio Naquela página bem escondida.

Romântico. O papel me olhou com deboche Risquei com raiva e medo
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Romântico. O papel me olhou com deboche Risquei com raiva e medo Com esse café preto Aqui no canto esquerdo Ri e escrevi com zelo Novamente Tinta escorrendo livremente Sem qualquer compromisso Apenas deprimente Melancolia novamente Tudo novamente Melancolia, Mario Quintana já dizia: Sofrimento romântico E eu descordaria? Apenas sigo o velho cântico Romântico.

É que eu morro Quem sabe uma casa no alto daquele morro, pode ser legal ter um cachorro. Pode ser legal sermos unidos, eternos amantes, eternos amigos. Pode ser legal olhar no olho, repetir que te escolho. Pode ser legal amar devagar, se aconchegar nesse lar, amar por amar. Pode…
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É que eu morro Quem sabe uma casa no alto daquele morro, pode ser legal ter um cachorro. Pode ser legal sermos unidos, eternos amantes, eternos amigos. Pode ser legal olhar no olho, repetir que te escolho. Pode ser legal amar devagar, se aconchegar nesse lar, amar por amar. Pode ser legal viver as histórias, relembrar as memórias. Pode ser legal fazer nossas vidas, juntar as feridas. Pode ser legal, reparas essas feridas, com as noites bem dormidas, com os beijos de saída. Pode ser legal viver cada segundo, como se fosse o fim do mundo. Pode ser legal, as crianças rindo pela grama, brincar no fim de semana. Pode ser legal, rirmos de nós mesmos, como merecemos. Pode ser legal, um sorriso da visita, admirando nossa vida. Pode ser legal, receber os amigos, relembrar os antigos. Pode ser legal, ir na formatura da minha cria, gravar esse dia. Pode ser legal, vê-lo crescer, saber envelhecer. Pode ser legal, chegar minha hora, do lado da senhora. Pode ser legal, termos vivido, sem termos nos arrependido. Pode ser legal, beijar-te pela última vez, como beijei toda vez. Pode ser legal, dizer que vivi, amei, sofri, ri, mas te amei, como cada pingo acompanhando o i. Pode ser legal, viver naquele morro, pois ao teu lado que eu morro.

Eu posso brincar com tudo Com as palavras que escrevo Ou com moedas que derrubo
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Eu posso brincar com tudo Com as palavras que escrevo Ou com moedas que derrubo Posso brincar de esconder os sentimentos Das pessoas que me olham Ou de olhares bem atentos Posso brincar de ser criança Sem pureza, muitos menos inocência Amando lentamente, ou apaixonado na indecência Posso ser um brincalhão Ser taxado de idiota Ou um covarde sem ação Um rosto de sério Perturbado pelo tempo Trazendo em si, mistério Acorrentado com o vento.

Esse texto está sendo redigido, às 3:00 da manhã do dia 16. Talvez foi a mesma hora da nossa primeira troca de palavras, no dia 15 de junho. Confesso que antes da festa, imaginei como ir falar contigo. Como me expressar. Lembrei de você em outros momentos. Não sei ver alguém que…
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Esse texto está sendo redigido, às 3:00 da manhã do dia 16. Talvez foi a mesma hora da nossa primeira troca de palavras, no dia 15 de junho. Confesso que antes da festa, imaginei como ir falar contigo. Como me expressar. Lembrei de você em outros momentos. Não sei ver alguém que gosto, sem planejar todo o futuro, somente olhando uma vez. Vejo namoro, casamento, filhos, momentos. Sim, parece ridículo, mas sou um tanto quanto ridículo, brega, como queira. Talvez por isso, depois do beijo, eu já havia bebido, falei em casamento. Ri muito disso. Se eu fizer qualquer declaração em um texto, fazendo um dia que te conheci, acharás de extremo exagero. Não, não sou exagerado, apenas trago em mim, todas as verdades do mundo, ao invés de sonhos, como já disse Fernando Pessoa, em Tabacaria. Eu dancei, mas fiquei tonto, não queria dançar, você também disse que ficava tonta. Tontos. Foi a maneira que vi, para me aproximar, me aproximar de alguém que senti admiração ao ver, mas depois das palavras, confirmei a admiração. Meus olhos, mesmo embriagados, denunciaram-me, como sempre, não sei disfarçar um olhar. Teus olhos, dificilmente olhavam nos meus, medo que eu roubasse um beijo. Mas depois de tanta inconveniência, aceitou meu beijo. Sim, revi os planos, os mesmos de quando te enxerguei. Depois disso, perguntei o que faria, você falou e eu não estava incluído no plano. Me retirei. Chega de inconveniência, eu também não teria me levado à sério. Como eu disse, na festa, nunca acham que você está falando a verdade, quando não acham que está bêbado. E com toda a certeza, achaste isso, com razão. Com isso, não tive medo de pensar em ti novamente. Nem tenho, pois penso. Pensei em não me entregar sem recíproca, mas o que é o pensamento, diante do sentimento. Pois por aquela boca, pode-se jurar sem esperança, por aqueles olhos pode-se prometer estrelas, pois aquele sorriso, pode fazer a alma sorrir. Eu digo que não procuro quem namorar, que faço o que a vida planeja e deixo a porta aberta. Mas quando gosto de uma pessoa, que tem valores, planos, metas, simplicidade e doçura, não tenho como não pensar em tudo novamente.

Não me envergonho da idade mental. Me julgo um completo idoso. Ainda acredito em amar e morrer por amor. Acredito na velhice acompanhada do amor, morrendo junto com o outro. Acredito que eu me apaixone por instantes e me doe para alguém.
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Não me envergonho da idade mental. Me julgo um completo idoso. Ainda acredito em amar e morrer por amor. Acredito na velhice acompanhada do amor, morrendo junto com o outro. Acredito que eu me apaixone por instantes e me doe para alguém. Acredito que rirei da sua teta murcha e você rirá do meu saco. Lembrarei antes da morte, daquele dia debaixo da figueira, onde comemos uma torta de maçã, que fizeste, depois fizemos amor, sobre a toalha xadrez. Daquele noite, que andamos sozinhos pela cidade, quando chovia muito. Você riu e olhou nos meus olhos, fiz o mesmo. Ali, senti como se meu coração pensasse, pois bateu forte, me mostrando que era aquele sorriso por quem ele queria bater. Até que aquele sorriso existisse, ele bateria, depois não teria motivo. Lembrarei daquela noite que saímos, mais uma vez, à pé. Fomos tomar uma cerveja. Mas eu lembrarei de todas, cada uma era especial, cada olhar era afirmativo. Aquela madrugada que te liguei, só pra dizer que te amava, ou melhor, uma delas. Quando me mostrou o álbum das fotos da família. Quando voltei do trabalho, você estava me esperando com um papel na mão. Com uma cara de quem ia embora. Era uma surpresa. Você estava grávida. Nosso primeiro filho estava à caminho da vida. Eu te abracei por mais de dez minutos, chorei como nunca havia feito. Esse momento, se repetiu por três vezes. Nenhum igual ao outro, mas todos com o mesmo sentimento. Os vi crescer, dei-lhes muitas duras. Viraram pessoas dignas. Tiveram a felicidade como sucesso. Nos deixaram morando sozinhos, como antes de virem ao mundo. Mas sempre vinham nos visitar, trazendo os netos, para brincar comigo, velho abobado, riam da minha cabeça calva, dos meu óculos e dos meus textos... Quando um de nós morrer primeiro, eu e você, o outro irá junto. Sim, eu sonho com isso. Creio nisso. Nas paixões daquele bar, nos olhares das paradas de ônibus, das trombadas da vida... Se ninguém crê, eu serei mais uma poesia não compreendida.

Não sou a pessoa mais correta Nem a mais errada Levo a vida
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Não sou a pessoa mais correta Nem a mais errada Levo a vida Como acho que deve ser levada Aproveito cada segundo Imaginando ser a última parada Corro cada metro Admiro cada polegada Viajo em espaços Admiro minha estrada Corro rapidamente Também ando devagar Cada esquina faço minha Cada olho é o meu lar.

Um ano atrás, eu escrevia uma carta de amor. A que escrevo nesse momento, é de ausência. Escrevi, falei de amores, dei presentes, recebi, beijei, fui beijado. Agora, onde tua mão ocupava, o que ocupa, é um copo de vinho, vinho ruim, barato. Minha companhia são as letras e pensa…
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Um ano atrás, eu escrevia uma carta de amor. A que escrevo nesse momento, é de ausência. Escrevi, falei de amores, dei presentes, recebi, beijei, fui beijado. Agora, onde tua mão ocupava, o que ocupa, é um copo de vinho, vinho ruim, barato. Minha companhia são as letras e pensamentos. Onde teu corpo ocupava, existe um vazio. Onde preencho com coisas que nem eu mesmo explico. Não tenho a companhia de meus pais, não tenho a mesma casa que ias, como morada. Meu olhar já não é o mesmo, minhas feridas são ainda maiores. Todo dia encosto minha cabeça no travesseiro, sempre parece úmido, deve ser das lágrimas que não derramei. O cobertor parece cada vez mais curto, durante a noite. Minhas poucas horas de sono, são piores do que ficar acordado. Todos os dias, meu rosto demonstra o cansaço e a inquietação. Mas como disse, um ano é muita coisa. Nessa data, ano passado, devo ter escolhido mais um filme para assistirmos. Você já estava aprendendo a não dormir, durante eles. Devo ter ficado irritado, quando cochilou. Não lembro dos detalhes, nem dos presentes, nem de nada. Pois essa pessoa que você passou a data, ficou aí.

Me perco com a felicidade. Na tristeza é que me aconteço. Teria tudo para ser alegre em momentos cheios, ébrios, mas minha alegria é na tristeza da solidão, onde eu entendo tudo que me vem, minh'alma chora, meu corpo se ilude e a mente se esquiva. Momentos que doem demais, mas a…
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Me perco com a felicidade. Na tristeza é que me aconteço. Teria tudo para ser alegre em momentos cheios, ébrios, mas minha alegria é na tristeza da solidão, onde eu entendo tudo que me vem, minh'alma chora, meu corpo se ilude e a mente se esquiva. Momentos que doem demais, mas a dor é nada, perto da que sinto em fingir ser feliz.