Pular para o conteúdo

Frases de Kevin Martins

360 frases

Que inveja eu tenho Do teu espelho Ele te viu em dias ruins
Continuar lendo

Que inveja eu tenho Do teu espelho Ele te viu em dias ruins Dias de zelo Dias de coragem Dias de medo Dias sem maquiagem Dias chegando cedo Outros, tarde Dias no aconchego Os dias sem eu Os dias com teu ego Dias que estive perto Dias que estive longe Dias que me quis perto Dias que me quis longe Falando sozinha Ou no silêncio de um monge Teu espelho Que inveja Cada momento embaçado Cada momento na tua mesa Às vezes jogado Como eu e esta cerveja.

E nessas madrugadas Que tento te escrever o poema mais bonito Que chegue perto
Continuar lendo

E nessas madrugadas Que tento te escrever o poema mais bonito Que chegue perto Do extremo que eu sinto Para lhe mostrar As intenções de um olhar Planos de um futuro bonito Vontade de te amar Por todo o infinito Que não se compara ao teu sorriso Mas repito Cada verso que te segue Cada dia meu, aflito Cada sonho me persegue Do teu lado que eu vejo Todo dia tu consegue Despertar mais meu desejo De te dar um beijo Sentir-me completo, inteiro Te anseio, minha linda No meu texto, és bem lida Nas manhãs da minha vida Tua presença é sentida Nas noites mal dormidas Nas nossas despedidas Cada palavra me domina Como essas: Seja bem-vinda, vida!

Só te deixo o boa noite Trazendo a minha Que é solidão e açoite
Continuar lendo

Só te deixo o boa noite Trazendo a minha Que é solidão e açoite Traço cada linha Como trago a ilusão Da felicidade em ser minha Mas morrendo no seu não A distância separando Mais um pobre coração Te levando para longe Mas arrancando meu perdão Sei que te é melhor Seu futuro sei de cor Não tentarei te segurar Só lembrarei de cada instante Trarei no olho teu olhar.

Ora, você que inventou a beleza Tenha a nobreza De se redimir
Continuar lendo

Ora, você que inventou a beleza Tenha a nobreza De se redimir Me deixe achar algo feio Pois tudo, tudo que rodeio Acho beleza, me faz sorrir Tanta beleza Também faz sofrer No ato de ver Preciso sentir Preciso morrer Vejo poesia em cada canto No meu sorriso No meu pranto No espaço livre No papel em branco Esse papel em branco Me incomoda Cato filosofia e poesia Tudo que tenho em volta Essa beleza perturbadora Me faz cuspir poesia Limpa como tua camisa E suja como uma vassoura.

Cinzeiro cheio Cheio da poesia de cada um Passaram por ele
Continuar lendo

Cinzeiro cheio Cheio da poesia de cada um Passaram por ele Amor e jejum O amor dilacerado A esperança de mais um Acumulou tantas cinzas Que até são bem vindas Para um poeta coração Achando-as lindas Escrevendo e admirando Cor morta Com o cigarro noutra mão A caneta rabiscando Um poema sem perdão Cada palavra ali passada Acompanhou uma emoção Desde a profunda companhia A mais amarga solidão Existe ali tanta poesia Que me traz mais gratidão Por escrever e por sentir Por amar o que me dão Trago a dor de cada verso Trago o que está na minha mão.

A conversa é tão confortante Que por um instante Esqueci do amor, esqueci do amante
Continuar lendo

A conversa é tão confortante Que por um instante Esqueci do amor, esqueci do amante Não que na conversa Eu não tenha citado Em cada conversa Lembro ter lembrado As coisas mais feias As mais lindas, ao teu lado Lembrei que já amei Talvez ainda sou amado Juntei as minhas partes Recolhendo cada retalho Alguns ficaram Outros... Não lembro de ter pegado Assim Melancolia me traz conforto Se eu ver teu corpo Saberei o que tu sentes Saberei o que tu pensas Pois sei de tua fé Sei de tuas crenças Sei de teus amores Sei de tuas lendas Vi todas as flores Te entreguei minha presença Hoje trazemos as dores Alegria de amores Que muito nos atormenta.

Eu sei que você veio me procurar Me procurou nesse lugar Como se eu fosse te encontrar
Continuar lendo

Eu sei que você veio me procurar Me procurou nesse lugar Como se eu fosse te encontrar Disfarça olhando a televisão Mas teu coração Não disfarça a emoção Em mais uma vez me enxergar Corre pra todo lado Mas não vê uma saída Corre, como se quisesse me tirar da sua vida Mas, como sempre, está perdida Sorri, querendo disfarçar Mas não esconde teu olhar Querendo me encontrar Nesse lugar Eu sei que veio me procurar.

O papel me olho com deboche Risquei com raiva e medo Com esse café preto
Continuar lendo

O papel me olho com deboche Risquei com raiva e medo Com esse café preto Aqui no canto esquerdo Ri e escrevi com zelo Novamente Tinta escorrendo livremente Sem qualquer compromisso Apenas deprimente Melancolia novamente Tudo novamente Melancolia, Mario Quintana já dizia: Sofrimento romântico E eu discordaria? Apenas entoo o velho cântico Romântico.

Se eu morresse amanhã? E se eu virasse lembrança? Se meu olhar não encontrasse mais o teu?
Continuar lendo

Se eu morresse amanhã? E se eu virasse lembrança? Se meu olhar não encontrasse mais o teu? Se meu bom dia não existisse mais? Se minha poesia fosse morta, como eu? Se eu não lhe esperasse mais, todos os dias? Se eu não pudesse mais te fazer bem, quando tudo vai mal? Se eu não vivesse para presenciar um sorriso teu? Ele existiria? Se eu não estivesse ao teu lado, para segurar tua mão? Se meu perfume fosse somente lembrança? Seria tortura? Meu beijo te faria falta? Quem te ouviria por horas, só para te ver desabafar? Quem riria do seu riso? Quem preencheria essa vaga ao seu lado? Eu preenchi? Que de nós, sentiria mais saudade? Como seria, dormir sem meu boa noite? Se no seu mundo, eu não habitasse mais? Quem cantaria para você sentir-se melhor? Quem lhe escreveria poesias e canções? Quem dançaria sem motivo, só para te ver sorrir? Quem ficaria feliz em apenas ouvir teu riso? Quem te conheceria, como eu? Eu lhe faria diferença?

Meus sonhos mais reais É errado acreditar? Eu sempre quero aceitar
Continuar lendo

Meus sonhos mais reais É errado acreditar? Eu sempre quero aceitar Te ver aceitar Me aceitar Não custa sonhar Na verdade Bem na verdade É impossível não sonhar Ao olhar teu olhar Só sei que sou garoto ao te ver Sou ingênuo e sou eu Sem merecer Sou teu Todo teu Me aceites, eu suplico Me dê um beijo Não me deixes mais ferido Mate meu desejo Do eu e você Ser unido Tão belo quanto teu vestido Quando casares comigo Então me namore Menina dos meus sonhos mais reais Construiremos a história mais bela De todos os casais Sendo, simplesmente, nós Falando a língua que a gente entende Rindo de tudo E nos olhando diferente Entendendo o outro, mesmo mudo Mas simplesmente A gente Eu e você Iguais na diferença Contentes na presença Eu e você Aceite essa consequência.

Nas não ditas Desculpa se te assustei Me perdoa se pequei
Continuar lendo

Nas não ditas Desculpa se te assustei Me perdoa se pequei Esse é meu jeito Um romantismo meio bobo Acho bonito, comer pão com ovo Sorrir pr'o povo Rir de uma piada Depois rir, de novo Correr pela calçada Descalço, feito um tolo Sou intenso Como dizes Mas intensidade Pode nos fazer felizes Tu tens, também tenho Muitas cicatrizes Juntos talvez curaremos Todas as imperfeições que podemos Riremos do que fazemos Nos repararemos e ampararemos Todos os sorrisos e os choros Compartilhados, em muitos namoros Mas esse romantismo meio bobo Pode ser resgatado lá do poço Como um sedento busca água Encontrando, vigoroso Lembra de viver novamente Loucamente, esplendoroso Pensarei em te beijar E te beijarei de novo Bobo Sempre bobo Contigo sou um velho E também sou o mais novo Trarei em mim o teu olhar Pra me alegrar Tudo de novo Manhã por manhã Amanhecer no divã Pra confessar o que sou todo Todo teu como hoje e amanhã Até o fim desse jogo Jogo da vida Te trago em toda despedida Em cada esquina da minha vida Em cada viela perdida Em cada vida sucumbida Em cada noite adormecida Em minhas palavras proferidas Mas principalmente nas não ditas Nas sentidas.