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Frases de Keven Dwara

8 frases

Minha ⁠Seus olhos me traem fixando-me com falsa atenção Seus lábios a contraditam seguindo o seu coração
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Minha ⁠Seus olhos me traem fixando-me com falsa atenção Seus lábios a contraditam seguindo o seu coração Percebo que me quer beijar a cada toque de mão Se ela a sente, por que não compartilha desta emoção Sempre que a deixo banho-lhe com aflição E se calhar não à tenha por esta mesma razão.

⁠Every time we loved each other in the morning it was like it was the first physical time, because we shared a naive of appetite In the end our smiles resented our sweaty bodies of pleasure and passion; innocence overflowed in the soft sighs of the pretty good For the night we…
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⁠Every time we loved each other in the morning it was like it was the first physical time, because we shared a naive of appetite In the end our smiles resented our sweaty bodies of pleasure and passion; innocence overflowed in the soft sighs of the pretty good For the night we locked ourselves so intensely in the polychromy of the most tasty pleasures; spiritually ejaculating the affection between two perfectly engaged lovers

⁠Your eyes betray me by staring at me with false attention Her lips conflict her by following her heart I understand you want to kiss me with every hand touch
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⁠Your eyes betray me by staring at me with false attention Her lips conflict her by following her heart I understand you want to kiss me with every hand touch If she feels it, why don't you share this emotion? Every time I give her a bath with distress And maybe I don't have her for that same reason.

⁠Se por ventura ela adivinhasse que é o amor da minha vida Aquela que tanto vagueia em meus sonhos e me faz calcular que o amor não é um encantamento Há mesma que me faz ansiar pelas noites, para me tirar do mundo onírico da realidade
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⁠Se por ventura ela adivinhasse que é o amor da minha vida Aquela que tanto vagueia em meus sonhos e me faz calcular que o amor não é um encantamento Há mesma que me faz ansiar pelas noites, para me tirar do mundo onírico da realidade E levar-me a quimera de seus laivos mais afeminados.

⁠Quanto mãe-d’água cuidou de mim, deu-me de viver durante várias estações Nas doces manhãs de primavera vislumbrava a afabilidade da melanina de seus olhos negros, florescer de seus cachos e maciez de sua tez Endireitava e carinhava-me a careca no êxtase das longas tardes quent…
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⁠Quanto mãe-d’água cuidou de mim, deu-me de viver durante várias estações Nas doces manhãs de primavera vislumbrava a afabilidade da melanina de seus olhos negros, florescer de seus cachos e maciez de sua tez Endireitava e carinhava-me a careca no êxtase das longas tardes quentes Acompanhava-me ao lago todos fiéis dias de outono; folhas caiam, frutos renasciam e em corolário continuava a mais bela das criações de Deus Enfim, na senilidade das noites frias embrulhava-me incomensuravelmente em seus braços como uma lisonjeada encomenda.

⁠Meandroso Quando falo com ela parece que tudo muda, sinto-me um indultado do amor Sinto que a vida está a dar-me uma segunda vez, pra mim puder amar
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⁠Meandroso Quando falo com ela parece que tudo muda, sinto-me um indultado do amor Sinto que a vida está a dar-me uma segunda vez, pra mim puder amar É como se porfiadamente palavras doces corressem na minha garganta Sinto que pela primeira vez, minhas promessas de amor não fossem transitórias ao desejo lascivo ao pedaço Presentemente qualifico-me como diletante, o que busca um amor impossível.