Um cliente é o mais importante visitante das nossas instalações. Ele não depende de nós, nós é que dependemos dele. Não é uma interrupção no nosso trabalho, é a finalidade deste. Não é um estranho no nosso negócio, faz parte dele. Ao servi-lo, não estamos a fazer-lhe um favor, é ele que nos faz um favor ao dar-nos uma oportunidade para o servirmos.
Acredito que estas coisas sejam fundamentais para um relacionamento inteligente com o cliente (...), e a maioria delas se aplica muito bem a grande maioria dos potenciais clientes.
1) O cliente não depende de nós. Nós dependemos dele.
2) O cliente não uma interrupção do nosso trabalho. É o seu propósito.
3) O cliente não é um estranho ao nosso negócio. Ele é parte do negócio.
4) O cliente não é uma estatística. Ele é um ser humano de carne e osso completamente equipado de vieses, preconceitos, emoções, pulso, química sanguínea e, possivelmente, uma deficiência de certas vitaminas.
5) O cliente não é alguém com quem se deve discutir ou enfrentar. Ele é uma pessoa que nos traz suas necessidades. Se tivermos imaginação suficiente, nos esforçaremos para lidar com essas necessidades de forma rentável para ele e para nós.