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Frases de Kelvi Klaine

18 frases

Diante das decepções, damos valor aos defeitos.
POEIRAS DE MIM "Oh, poeiras de mim Se desvais do meu corpo
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POEIRAS DE MIM "Oh, poeiras de mim Se desvais do meu corpo E me deixas assim. Oh, brilho de mim Se apagas de meu corpo Me desmorono daqui. Oh, grãos solitários, Caim Sozinho vagas a pé Meros fragmentos de mim. Vais, resto, perdi! Partes numa penugem só Sobram ruínas apenas, resumidas a pó. Fico, agora poeira sou Pertenço ás paredes e ao chão Me desfaço num só voo. Vou-me, enfim, oh De lembranças serei eterno Mas de saudades morro só.

ILUSÕES DO COTIDIANO "O que os olhos consentem em alarde Nossa mente insisti em fazer
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ILUSÕES DO COTIDIANO "O que os olhos consentem em alarde Nossa mente insisti em fazer Sempre e sempre a calar-se O que sem razão insisti em dizer. Que dos embrulhos que a vida nos trás A surpresa está no entender: Sou desmerecido do presente Ou do passado pertence o meu ser? O que os olhos insistem em mostrar Nosso consciente se contorce sozinho O que parece é O que não é, é só um pouquinho.

Somos insignificantes para a força de um elefante, e monstruosos para os olhos de uma formiga. Não são apenas pontos de vistas, mas sim uma disputa sem fim entre o mais forte e o mais fraco. Nós por outro lado, somos muitas vezes os mais racionais, e ao mesmo tempo o mais animais…
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Somos insignificantes para a força de um elefante, e monstruosos para os olhos de uma formiga. Não são apenas pontos de vistas, mas sim uma disputa sem fim entre o mais forte e o mais fraco. Nós por outro lado, somos muitas vezes os mais racionais, e ao mesmo tempo o mais animais.

Não pude de fato Possui-la de encanto Pois apenas praguejo
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Não pude de fato Possui-la de encanto Pois apenas praguejo As entranhas de um medo infanto Da sede me pus De canto a olhar O que talvez seria Uma miragem do luar Corri, corri Para assim me saciar Deparei-me com olhos sombrios E caninos a me devorar Mordi, mordi Para me matar O que me matava por dentro Poder descansar Foi então que vi A linda feição se prostrar De encanto me enchi De ódio pus-me a chorar Como pode, oh vida O que é vivo tirar A beleza que possui Uma mulher neste luar.

“Ouve-se então gritos, e dos gritos, o estilhaçamento de ossos como galhos pisados. Da coragem ao medo, do rosado ao branco, sorriam por disfarce o terror que corriam até os dedos, e alguns sorrisos só serviam prantos. (Extraído do conto: "O Sobrevivente: Menino Lobo. 2016. Klai…
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“Ouve-se então gritos, e dos gritos, o estilhaçamento de ossos como galhos pisados. Da coragem ao medo, do rosado ao branco, sorriam por disfarce o terror que corriam até os dedos, e alguns sorrisos só serviam prantos. (Extraído do conto: "O Sobrevivente: Menino Lobo. 2016. Klaine, Kelvi.)”

Eu sou a minha própria luz do fim deste túnel, uma imperfeição admitida. Eu sou a lição de minha alma, onde torno-me o aprendizado de minha vida. Pequenas são minha ambições, sobretudo, elevo meus sonhos, serei meu prêmio, serei minha discórdia e minha vitória. Dificilmente me ch…
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Eu sou a minha própria luz do fim deste túnel, uma imperfeição admitida. Eu sou a lição de minha alma, onde torno-me o aprendizado de minha vida. Pequenas são minha ambições, sobretudo, elevo meus sonhos, serei meu prêmio, serei minha discórdia e minha vitória. Dificilmente me chateio, pois sempre sério estou, não expresso felicidade ou alguma forma sútil de tristeza. Sou um cara estranho, uns julgam-me louco, outros, diferente, aceito a indiferença como quem aceita tais padrões de comodismo.

⁠Já percebi a um tempo que, não adianta quantas garrafas beba, quantos palavrões e socos na parede dê, não importam quantos sonos você perca e quantas insônias sofra. Não importa quantas lágrimas você derrame por enfermidade do coração, da alma, do corpo. Não importa quantas veze…
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⁠Já percebi a um tempo que, não adianta quantas garrafas beba, quantos palavrões e socos na parede dê, não importam quantos sonos você perca e quantas insônias sofra. Não importa quantas lágrimas você derrame por enfermidade do coração, da alma, do corpo. Não importa quantas vezes você se odeie, se isole, se encha de ocupações e se culpe, nada, absolutamente nada parece diminuir o fato de nada disso fazer sentido, de se sentir a deriva sempre de si mesmo, sem porquês, para quê ou para quem. Percebo enfim que a muito tempo já sinto o peso da idade, e percebo que só tenho vinte e poucos anos...eu acho. Saudades de mim!

⁠Quem me dera ter Os velhos sorrisos de volta Ter os velhos abraços para abraçar,
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⁠Quem me dera ter Os velhos sorrisos de volta Ter os velhos abraços para abraçar, Na amarga e solitária noite Só por mais um minuto Antes do mundo acabar. Quem me dera rir até Que minha barriga se contraia Que o juramento deste coração me traia Nem que seja só por hoje Antes do mundo acabar. Quem me dera ver-me com orgulho Na silhueta grotesca do espelho Nem que seja por um perdão derradeiro Antes do mundo acabar. Quem me dera sentir menos O peso que acarreto dos dias Aliviar a dor da morte e a certeza da agonia Antes do meu mundo acabar!