"Poema- A doce Revolução Viva a Revolução, a doce luta do povo. Que busca com ajuda iluminista, se livrar do capataz. O clero em sua época de ouro.
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"Poema- A doce Revolução Viva a Revolução, a doce luta do povo. Que busca com ajuda iluminista, se livrar do capataz. O clero em sua época de ouro. O mais alto escalão da sociedade. A nobreza, o capataz do povo que buscava cada vez mais riqueza, Explorando sua pobresa,0 povo cada vez mais explorado. Mas que não ficaria calado, pois a “luz” está ao seu lado. Chicotadas cada vez mais fortes, para manter o luxo dos nobres. Enquanto o povo descia cada vez mais o nível, e como diz a sua rainha: _”Se não tem pão, então que coma brioches” A bela Bastilha, onde todos que iam contra a vossa majestade se encontravam. Derrubada pelo povo, dando ânimo para tal Revolução! “ Nous liberté de l´oppression”. Imagino que disseram! E as passos largos caminharam, para fora da Bastilha. E a passos largos caminhavam! Para a Revolução. “Les citoyens des armes à feu” Gritam os revolucionários , lutam por igualdade! Morreram por liberdade! E colheram Fraternidade! Que foi regada com o sangue impuro.Dos nobres que se diziam sangue puro O sol e sua mulher Austríaca. Tentaram da guilhotina se safar! No meio da noite, planejavam escapar Mas o povo os capturou! E a guilhotina, suas cabeças rolaram Um novo sol, sobre arado francês. Direitos para os Homens e para os Cidadãos! Viva a Revolução, a doce luta do povo. Que busca com ajuda iluminista, se livrar do capataz. O clero em sua época de ouro. O mais alto escalão da sociedade. A nobreza, o capataz do povo que buscava cada vez mais riqueza, Explorando sua pobresa,0 povo cada vez mais explorado. Mas que não ficaria calado, pois a “luz” está ao seu lado. Chicotadas cada vez mais fortes, para manter o luxo dos nobres. Enquanto o povo descia cada vez mais o nível, e como diz a sua rainha: _”Se não tem pão, então que coma brioches” A bela Bastilha, onde todos que iam contra a vossa majestade se encontravam. Derrubada pelo povo, dando ânimo para tal Revolução! “ Nous liberté de l´oppression”. Imagino que disseram! E as passos largos caminharam, para fora da Bastilha. E aos passos largos caminhavam! Para a Revolução. “Les citoyens des armes à feu” Gritam os revolucionários , lutam por igualdade! Morreram por liberdade! E colheram Fraternidade! Que foi regada com o sangue impuro.Dos nobres que se diziam sangue puro O sol e sua mulher Austríaca. Tentaram da guilhotina se safar! No meio da noite, planejavam escapar Mas o povo os capturou! E a guilhotina, suas cabeças rolaram Um novo sol, sobre arado francês. Direitos para os Homens e para os Cidadãos! Para o povo que um dia foi miserável." (autor- Kelson P. Ribeiro- EE Edgard Francisco 2º A 2019)