...só quero lhe dizer o quanto você foi, de certa forma ainda é, na verdade sempre será; especial em minha vida.
Frases de Kelly Lobo
11 frases
...perca esse medo absurdo de ser você!
Eu voltei Tentei me encontrar nessas voltas que a vida faz, encontrei-me em teu mundo. Pergunto-me, essas voltas foram todas em vão? Encontrei teu calor nessas voltas e, nessas voltas, encontrei meu refúgio! Pergunto-me, essas voltas foram todas em vão? Fugi dessas voltas que me…
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Eu voltei Tentei me encontrar nessas voltas que a vida faz, encontrei-me em teu mundo. Pergunto-me, essas voltas foram todas em vão? Encontrei teu calor nessas voltas e, nessas voltas, encontrei meu refúgio! Pergunto-me, essas voltas foram todas em vão? Fugi dessas voltas que me levaram a ti, mas entre outras voltas… reencontrei o teu ser e nada mudou! Ele está como sempre foi. Pergunto-me, essas voltas foram todas em vão? Caminhei vagamente por um tempo tentando não voltar por onde passei, mas essas voltas serão infinitas, mesmo que eu não volte hoje! Essas voltas me levaram de volta onde terei que voltar. Por tantas voltas que a vida faz, voltei por onde tu passas, voltei a mergulhar em teu oceano, voltei a enxergar teu olhar… essas voltas não foram em vão! Eu voltei por essas voltas para de volta te lembrar que nenhuma delas ocultou em mim o desejo de te amar.
É um erro gravíssimo cortar a própria índole para adequar-se na maneira dos outros.
É impossível esquivar-se de todos os golpes do destino. Não há como burlar
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É impossível esquivar-se de todos os golpes do destino. Não há como burlar as emoções para sempre. A dor é inevitável; uma hora ou outra a gente sente o drama.
Não pedirei mais permissões, nem tampouco evitarei sentir as trevas de minha sina.
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Não pedirei mais permissões, nem tampouco evitarei sentir as trevas de minha sina. Sofrerei com a tua partida, e chorarei o pranto da criança que sou.
Rasgo o peito para fazer da carne, o papel, e do sangue, a tinta. Mas não importa.
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Rasgo o peito para fazer da carne, o papel, e do sangue, a tinta. Mas não importa. Esse é só mais um poema qualquer, que escrevo por motivos quaisquer. Amanhã talvez, mas hoje não. Não importa, eu ainda não morri; não completamente. Tudo que eu sei, se resume em quase nada. Mas eu sei o suficiente para sentir a dor e a alegria de existir. Eu sei. O poema só vive de verdade depois que poeta morre literalmente.
Tentei derrubar os muros do teu coração. Ao invés disso,
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Tentei derrubar os muros do teu coração. Ao invés disso, torci os punhos, trinquei o peito, quebrei a cara, e despenquei, Caí do alto das expectativas. Caí tristemente na dura solidão. Caí no grande vazio. Vazio esse que sempre fica quando tudo acaba e quando todos se vão.
Há tantas coisas inúteis ocupando espaços úteis. Há tantas coisas preciosas sem espaços necessários, e sem espaços – esgotam-se.
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Há tantas coisas inúteis ocupando espaços úteis. Há tantas coisas preciosas sem espaços necessários, e sem espaços – esgotam-se. E esgotando-se – se perdem na inexistência. E perdendo-as – não se consegue mais encontrá-las.
Vestida de Ametista para impactar as trevas. Dionísio, guarde essa flecha machista, estou protegida sob o escudo da ninfa feminista, feito das pedras da terra e do oceano por Ártemis. Com o meu Chakra azul Índigo pressinto o seu alvo, a sua sede é de sangue feminil. Mas o meu…
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Vestida de Ametista para impactar as trevas. Dionísio, guarde essa flecha machista, estou protegida sob o escudo da ninfa feminista, feito das pedras da terra e do oceano por Ártemis. Com o meu Chakra azul Índigo pressinto o seu alvo, a sua sede é de sangue feminil. Mas o meu sumo exige sacrifícios, não vai beber de mim sem antes perder o teu coração. Acendam às fogueira – às Bruxas não se queimam! Mamãe dizia – quem brinca com fogo se queima. O aviso foi dado.
Tenho a generosidade de uma mãe que acaba de dar à luz. A mãe com os seus pontos, sua recém dor, seu cansaço antigo e acumulado: hormônios a flor da pele - oferece os seios, a mão e o colo - leite e companhia jorrando afetos. Já fui de uma insana ingenuidade. Só o céu testemun…
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Tenho a generosidade de uma mãe que acaba de dar à luz. A mãe com os seus pontos, sua recém dor, seu cansaço antigo e acumulado: hormônios a flor da pele - oferece os seios, a mão e o colo - leite e companhia jorrando afetos. Já fui de uma insana ingenuidade. Só o céu testemunhou o tamanho do estrago que o excesso de minha doçura me causou. Porém, não sou mais tão fraterna com os moços barbados. Graças! Não pode ser ruim, é para me proteger. Salvo um tamanho considerável de egoísmo; mas somente uso se for necessário: é para dizer não aos que abusam do sim.