-As vezes procuro a hora, só pra trocar o relógio.-
Frases de Katarine Lins
21 frases
Funciono sem você Respiro sem você Vivo sem você
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Funciono sem você Respiro sem você Vivo sem você Sou eu sem você Amo sem você Agora feliz não sei se eu sou sem ter você.
Tapa dada ninguém tira. Palavra dita, nunca fica como não dita. Escrevo o desabafo de mim. Com a esperança de um dia ter o poder de descrever meu final feliz.
E me perco no abecedário, tentando descrever a cura inexistente de mim.
Sangrando Agora seguro entre meus dedos aquilo que volta a me possuir. O quanto é frágil, e como ele bate, hora acelerado outra apaziguado.
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Sangrando Agora seguro entre meus dedos aquilo que volta a me possuir. O quanto é frágil, e como ele bate, hora acelerado outra apaziguado. Vejo que posso esmaga-lo entre os dedos, ou posso pisa-lo. Um respigado que sai que ainda corre entre suas artérias mela a minha mão. Me sinto enojada com esse respigado infernal que me torna humana. Volta a bater, volta a me possuir, um dia, hoje talvez não, amanhã ainda não sei, Mas num futuro não muito distante ele irá voltar a bombear o amor Que falta em minhas veias.
Da primeira vez esqueci da minha escova de dentes na farmácia do seu banheiro. Fui buscar e me esqueci no seu quarto. Da segunda vez esqueci um livro e algumas peças de roupa.
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Da primeira vez esqueci da minha escova de dentes na farmácia do seu banheiro. Fui buscar e me esqueci no seu quarto. Da segunda vez esqueci um livro e algumas peças de roupa. Fui buscar e me esqueci em seu corpo. Da terceira vez, não me esqueci de mim. Busquei minha saudade, trouxe meus motivos, mas ainda assim esqueci de buscar meu amor. Ele que ainda está no teu quarto, no teu corpo. E cisma em impregnar em você.
- Me desocupar de você, e ser inquilina de mim mesma
É fácil escrever sobre as pessoas, difícil é falar de mim. Esse meu temperamento temperado. To tão difícil hoje, e me calo em Calisto de mim.
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É fácil escrever sobre as pessoas, difícil é falar de mim. Esse meu temperamento temperado. To tão difícil hoje, e me calo em Calisto de mim. Estou confusa em confusões incomuns, quero gritar E soluço. E esse choro que antes estava preso, agora me lava. Rosto, mente, coração, alma. Lava sem sabão, mas tira tudo de impuro que Que estava cravado carne a dentro.
Espero, sem ansiedade o novo. Porque aqui paira as ilusões de quem não espera que toquem a campainha, pois quem eu espero, tem a copia das chaves.
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Espero, sem ansiedade o novo. Porque aqui paira as ilusões de quem não espera que toquem a campainha, pois quem eu espero, tem a copia das chaves. Não precisa bater na porta pra entrar, já é de casa. Seja bem-vindo, mas uma vez... Esse é o meu lar, que sempre guardo, aguardo, e te trago em mim. Esse é o nosso lar. Morada de meu pensamentos, de meus amores, que sempre clama por ti.
Sou o orfanato de amores sem pais. Sou o asilo de esperanças, que morrem de tão velhas.
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Sou o orfanato de amores sem pais. Sou o asilo de esperanças, que morrem de tão velhas. Sou o final ininterrupto das coisas que tem que findar. Sou o fim, que logo procede o começo.
Essa pessoa que clama por um fim, por uma duvida esclarecida, por por uma interrogação desfeita, por tua ausência infinita. Quero te ver desaparecer em mim, que vire neblina esse teu descontentamento de amor.
Consigo... ... Sigo.
O mundo corre lá fora, as pessoas correm para estabelecer horários, ideais, amores, vidas. Enquanto isso, tudo está parado aqui dentro.
Sou pó Às vezes te acho tão engraçado No modelo do cotidiano,
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Sou pó Às vezes te acho tão engraçado No modelo do cotidiano, Você sempre me mostra mil facetas Multifacetadas. Engraçado a forma de amor que você me propõe. Acho que cansei de pantomimas. Cansei de fechar os olhos pro “você”, Que enxergo tão bem, Que mora na ponta do meu nariz. Estou frágil como pó, E hoje tudo foi pelo vento. Meus pensamentos estão no ar, No teu, no nosso Sou pó! E vou pelo vento, espalhada pela ventania de amores. Sou pó! E o que me resta é voar, Voou sobre tua respiração Tentando crer, ver... Um dia aguardo que você me inale Pra ser mais que químico em você.
Katarine, sofreu por amor, caiu do cavalo, levou coice, e assim, brotou como Flor. Personagens, histórias, Reais, Irreais. O Obvio é a racionalidade de nossas emoções, emoções estas, que trava a língua, morde o coração , perturba a mente, de quem vivi, sem mente.
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Katarine, sofreu por amor, caiu do cavalo, levou coice, e assim, brotou como Flor. Personagens, histórias, Reais, Irreais. O Obvio é a racionalidade de nossas emoções, emoções estas, que trava a língua, morde o coração , perturba a mente, de quem vivi, sem mente. Perambulo pelas ruas, curiosa com histórias, que são minhas por passagem. Que cruzam comigo feito carros, que me atravessam como atravesso faixa de pedestre.
Chega do pensar, penar... O trivial é viver a beleza do improviso. Essa vida sem roteiros.
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Chega do pensar, penar... O trivial é viver a beleza do improviso. Essa vida sem roteiros. Onde os protagonistas se fudem e se confudem, onde nós dirigimos nós mesmos, ou deixamos outros nos dirigir? O cenário se embala com os semáforos, e assim, ensaiamos sempre um final, brevimente, FELIZ.
Afaga-me sobre teu prazer Me entorpece em tuas entranhas Me mostra a porta do éden,
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Afaga-me sobre teu prazer Me entorpece em tuas entranhas Me mostra a porta do éden, Onde o teu corpo é a chave E a fechadura é o nosso encaixe Me afeta com o teu mal, O mal de te amar, e de ser amada Nas eloqüências de noites frias, E sobre o calor do nossos corpos Que se tornam a exaltação Do nosso extasse sobre o outro, eu, você, nós. Remate penoso!
Adeus, ao menino grão de Areia.
O cigarro faz neblina dos meus pensamentos.
Escrevo com a esperança de me encontrar, escrevo como um lapso nervoso de passar tudo que sinto Pois se tentar falar, vou gritar, e grito
Escrevo sem esperança de fazer mudanças, sem esperança do novo, escrevo pra mim e por mim. Escrevo porque é meu refúgio de fugir, escrevo porque não sei falar, escrevo porque a minha escrita me descreve.