Um instante de um momento no agora já se faz passado.
Frases de Karina Cardoso Maia Cruz
33 frases
Enquanto fico em silêncio Sobressalta-me os batimentos cardíacos. Tornando os ruídos tão ensurdecedores quanto o vento lá fora.
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Enquanto fico em silêncio Sobressalta-me os batimentos cardíacos. Tornando os ruídos tão ensurdecedores quanto o vento lá fora. Insuportáveis tornam-se os olhos sobrepostos e recaídos sobre mim. Anestesiada pelo vazio que habita em mim amontanham-se soberbas advindas de um mundo ao qual eu não queria pertencer.
Me percorro em ti em cada despedida Com a angústia latente por cada despedida O regresso será breve mas me despedaça a despedida
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Me percorro em ti em cada despedida Com a angústia latente por cada despedida O regresso será breve mas me despedaça a despedida Procuro a mim mesmo em ti na tentativa desesperada de encontrar-me dono de mim mesmo. A inquietação e a sensação de despedida fazia com que cada vez mais eu não ansiasse um reencontro.
Depois da meia noite As palavras dançam Dançam frente ao desespero
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Depois da meia noite As palavras dançam Dançam frente ao desespero Sapateiam sob os resquícios da sanidade A densidade da noite embora silenciosa invadia minha mente Depois da meia noite tudo se perdia
Sobre o horizonte o fronte De promessas se faz presente o alvorecer da aurora em face que discorre perante o ácido corrente que feito cachoeira que açoita as pedras devido a sua estadia.
Praia Grande Cidade tão bela Vive de portas abertas
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Praia Grande Cidade tão bela Vive de portas abertas Para os olhos dos turistas enaltecer Sua beleza é divina Muito mais que rotina Enxe os olhos, é de enlouquecer Apostou no trabalho Aboliu o vigário Seu destino é crescer Sua vista esmera Como poucos esperam Ainda há de crescer.
A minha paz esta para o meu desespero assim como um oceano esta para uma ilha ?
Eu olho mas não vejo Eu sinto mas não desejo Talvez exista algum anseio
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Eu olho mas não vejo Eu sinto mas não desejo Talvez exista algum anseio De te ver novamente Sobre a luz que resplandece a aurora e se desfaz no rubor fulgaz da perda da consciência alimentando o cárcere do passado não longínquo que emerge sob o efeito das anfetaminas que dominam o mundo e os homens pertencentes a ele.
A poesia parece ter morrido sufocada pelas transições nebulosas da fabrica que cria mentiras. Parece não haver espaço para os apreciadores que saldosos tornam-se poucos Durante a sua criação ela nasce e cresce consigo leva os turbilhões de idéias e emoções que em chamas arde o…
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A poesia parece ter morrido sufocada pelas transições nebulosas da fabrica que cria mentiras. Parece não haver espaço para os apreciadores que saldosos tornam-se poucos Durante a sua criação ela nasce e cresce consigo leva os turbilhões de idéias e emoções que em chamas arde o peito de quem há de escrevê-las. É quase como vomitar aquilo que não se consome e pó assim dizer que para o poeta ela morre quando a caneta para em um ultimo nome.
Ouça mais do que fale e verás que nem tudo que se pensa é o que exatamente as palavras exaltam.
Nas garras ferozes das circunstâncias não me envolvi Golpeada pelo acaso minha cabeça sangra mas não se curva.
Prefiro ser uma total desconhecida envaidecida por meus devaneios e tomada de meus anseios do que viver na mentira da estabilidade mental constantemente apontada pelo insípido sistema.
Há grandes espaços entre as palavras Palavras que não ditas se concretizam no vazio da alma lhe tirando a calma e o que mais vier No vazio constante lhe moldando o semblante sozinha sei que irei crescer.
Aguardar em silêncio Definitivamente não é ter nada a dizer É saber observar a ouvir e a refletir sobre exatamente tudo que nos rodeia.
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Aguardar em silêncio Definitivamente não é ter nada a dizer É saber observar a ouvir e a refletir sobre exatamente tudo que nos rodeia. Aprendam a coexistir.
A Submissão cega é o que nos mata A coesão dos sentidos que nos provoca Arrisco dizer o quanto é efêmero o veneno fulgaz que nos rodeia.
Eu ouvia os ruídos estapafúrdios, mas renega os sorrisos amarelados Continuava andando meio as pessoas com a cabeça anestesiada pela ânsia que aquele momento me causava.
Sobre os Nós Todos nós somos embaraços Pedaços de alguma coisa que se entrelaçam ao meio
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Sobre os Nós Todos nós somos embaraços Pedaços de alguma coisa que se entrelaçam ao meio As particularidades de sorrisos se desfazem aos ruídos de empáfia vindos de lugar algum Os outros nos tomam como o tipo de pessoas que acreditam em algum tipo de sobriedade relacionado a imensidão de existir Diante outrora se confunde os nós pela lembrança que outros levantam sobre quem existiu Vós lhe pergunto:Quem eramos nós ?
Ao Passar de um Caminho Quando o acordar já não tem sentido Por que o que eu queria achar está perdido
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Ao Passar de um Caminho Quando o acordar já não tem sentido Por que o que eu queria achar está perdido E meu pequeno coração dorme triste Envolto as lagrimas de solidão e sem precisão de onde te procurar Deito em minha cama e durmo pra ver se consigo sonhar Sonhar para ver se pelo menos em meus devaneios é possível te achar E se for possível rezo todas as noites para poder te encontrar E nem que seja só um minuto esquecer a dor existente em meu olhar.
Quantas vidas ligadas ao piloto automático destas inclui-se a minha. Aos sons de passadas não reconheço a morada advindas das minhas. Pelas ruas á carros distintos e caros mas não seguem as ruas.
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Quantas vidas ligadas ao piloto automático destas inclui-se a minha. Aos sons de passadas não reconheço a morada advindas das minhas. Pelas ruas á carros distintos e caros mas não seguem as ruas. Permaneço acordado observando o fardo que aqui continua. Embriagado adormeço para ver se esqueço desta vida sem lua.
Há centenas de cartas deixadas aqui espalhadas pelo chão Foi o vento quem as trouxe, outra sem rumo nem direção As palavras formavam frases
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Há centenas de cartas deixadas aqui espalhadas pelo chão Foi o vento quem as trouxe, outra sem rumo nem direção As palavras formavam frases Que não cabiam em nenhum lugar O que descobri se tornou selvagem Agora já não havia como recuar Era o amor,que como encarte de primeira buscou ficar.
Reflete tu sobre suas crenças convictas Sobre o rio das águas revistas Te enalteces por crescer
Cantando eu ando desperto ouvindo essas frágeis palavras As mãos que concertam as correntes de certo estarão ocupadas Um dia afagaram um inocente
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Cantando eu ando desperto ouvindo essas frágeis palavras As mãos que concertam as correntes de certo estarão ocupadas Um dia afagaram um inocente Hoje só lhe dão mais porrada Eis que me declaro insurgente Displicente da vida já não temo nada.
Com o desenvolvimento constante E o olhar no horizonte A paz se apodera do ser.
Pensas tu no que viestes a ser Na nostalgia do ontem Diante o progresso o fronte.