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Frases de Karina Cardoso Maia Cruz

33 frases

Um instante de um momento no agora já se faz passado.
Enquanto fico em silêncio Sobressalta-me os batimentos cardíacos. Tornando os ruídos tão ensurdecedores quanto o vento lá fora.
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Enquanto fico em silêncio Sobressalta-me os batimentos cardíacos. Tornando os ruídos tão ensurdecedores quanto o vento lá fora. Insuportáveis tornam-se os olhos sobrepostos e recaídos sobre mim. Anestesiada pelo vazio que habita em mim amontanham-se soberbas advindas de um mundo ao qual eu não queria pertencer.

Me percorro em ti em cada despedida Com a angústia latente por cada despedida O regresso será breve mas me despedaça a despedida
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Me percorro em ti em cada despedida Com a angústia latente por cada despedida O regresso será breve mas me despedaça a despedida Procuro a mim mesmo em ti na tentativa desesperada de encontrar-me dono de mim mesmo. A inquietação e a sensação de despedida fazia com que cada vez mais eu não ansiasse um reencontro.

Eu olho mas não vejo Eu sinto mas não desejo Talvez exista algum anseio
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Eu olho mas não vejo Eu sinto mas não desejo Talvez exista algum anseio De te ver novamente Sobre a luz que resplandece a aurora e se desfaz no rubor fulgaz da perda da consciência alimentando o cárcere do passado não longínquo que emerge sob o efeito das anfetaminas que dominam o mundo e os homens pertencentes a ele.

A poesia parece ter morrido sufocada pelas transições nebulosas da fabrica que cria mentiras. Parece não haver espaço para os apreciadores que saldosos tornam-se poucos Durante a sua criação ela nasce e cresce consigo leva os turbilhões de idéias e emoções que em chamas arde o…
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A poesia parece ter morrido sufocada pelas transições nebulosas da fabrica que cria mentiras. Parece não haver espaço para os apreciadores que saldosos tornam-se poucos Durante a sua criação ela nasce e cresce consigo leva os turbilhões de idéias e emoções que em chamas arde o peito de quem há de escrevê-las. É quase como vomitar aquilo que não se consome e pó assim dizer que para o poeta ela morre quando a caneta para em um ultimo nome.

Sobre os Nós Todos nós somos embaraços Pedaços de alguma coisa que se entrelaçam ao meio
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Sobre os Nós Todos nós somos embaraços Pedaços de alguma coisa que se entrelaçam ao meio As particularidades de sorrisos se desfazem aos ruídos de empáfia vindos de lugar algum Os outros nos tomam como o tipo de pessoas que acreditam em algum tipo de sobriedade relacionado a imensidão de existir Diante outrora se confunde os nós pela lembrança que outros levantam sobre quem existiu Vós lhe pergunto:Quem eramos nós ?

Ao Passar de um Caminho Quando o acordar já não tem sentido Por que o que eu queria achar está perdido
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Ao Passar de um Caminho Quando o acordar já não tem sentido Por que o que eu queria achar está perdido E meu pequeno coração dorme triste Envolto as lagrimas de solidão e sem precisão de onde te procurar Deito em minha cama e durmo pra ver se consigo sonhar Sonhar para ver se pelo menos em meus devaneios é possível te achar E se for possível rezo todas as noites para poder te encontrar E nem que seja só um minuto esquecer a dor existente em meu olhar.

Quantas vidas ligadas ao piloto automático destas inclui-se a minha. Aos sons de passadas não reconheço a morada advindas das minhas. Pelas ruas á carros distintos e caros mas não seguem as ruas.
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Quantas vidas ligadas ao piloto automático destas inclui-se a minha. Aos sons de passadas não reconheço a morada advindas das minhas. Pelas ruas á carros distintos e caros mas não seguem as ruas. Permaneço acordado observando o fardo que aqui continua. Embriagado adormeço para ver se esqueço desta vida sem lua.

Há centenas de cartas deixadas aqui espalhadas pelo chão Foi o vento quem as trouxe, outra sem rumo nem direção As palavras formavam frases
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Há centenas de cartas deixadas aqui espalhadas pelo chão Foi o vento quem as trouxe, outra sem rumo nem direção As palavras formavam frases Que não cabiam em nenhum lugar O que descobri se tornou selvagem Agora já não havia como recuar Era o amor,que como encarte de primeira buscou ficar.

Cantando eu ando desperto ouvindo essas frágeis palavras As mãos que concertam as correntes de certo estarão ocupadas Um dia afagaram um inocente
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Cantando eu ando desperto ouvindo essas frágeis palavras As mãos que concertam as correntes de certo estarão ocupadas Um dia afagaram um inocente Hoje só lhe dão mais porrada Eis que me declaro insurgente Displicente da vida já não temo nada.