E que, caso nada der certo, eu seja perdoada por ter tentado. E que eu não perca essa teimosia só minha de ter fé na vida. E que eu me livre diariamente das garras do maior pecado universal chamado ingratidão.
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E que, caso nada der certo, eu seja perdoada por ter tentado. E que eu não perca essa teimosia só minha de ter fé na vida. E que eu me livre diariamente das garras do maior pecado universal chamado ingratidão. E que eu saiba das quedas no caminho e que elas não me assustem. E que eu levante da cama quando a vontade for de ficar. E que eu regue as flores mesmo sabendo que, um dia ou outro, elas hão de morrer. E que as minhas verdades jamais se percam no tempo e no espaço. E que eu me poupe de autoflagelação, me perdoe e me reinvente. E que eu ame mesmo sabendo que, como as flores, o amor também pode se perder pelo caminho. E que eu não me esqueça de viver o que eu escrevo. E que os meus pecados e loucuras em nome do amor sejam também perdoados. Assim como eu e minha loucura de teimar no amor. E que a minha urgência de amar seja perdoada. E que por ter urgência de amar e não o saber fazer, eu seja perdoada também. Por gostar de amor e nem saber que bicho é esse. Amém.