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Frases de Julio e Débora D'Zambê

11 frases

Encontro Eu vivia por ai Minha vida era vazia
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Encontro Eu vivia por ai Minha vida era vazia Não havia nenhuma razão pra viver Vivia dia e noite Noite dia a sofrer Mas uma noite um sonho aconteceu Eu estava numa luta E uma voz ame dizer Você vai vencer Olhe para o céu Que estou a te o olhar Você é meu filho Estou aqui pra te guardar E a voz de Deus Invadiu meu coração Me deu a luz E me pegou pela mão

Jeová Guia-me Jeová Através da sua luz
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Jeová Guia-me Jeová Através da sua luz Estou salvo Confio no seu amor Livrai-me, através da correntes do rio Jordão Me leva querido mestre Pra tua casa Me leva pela mão Toca-me Senhor Jesus Sinto tua mão de misericórdia Me faça a cada pulsação Sentir o poder divino da vitória Tomai minha vida Purifica-me, querido senhor Faz de minha vida Um hino de louvor

Perna de pau Sou filho da terra pera de pau
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Perna de pau Sou filho da terra pera de pau A noite vem tempestade Perna de pau Me escondo na toca Do vendaval E guardo a pipa Do vendaval Corro no terreno Perna de pau Conto meu segredo Perna de pau Cavalo de troia Perna de pau Azul é o veneno Perna de pau Saio correndo Do vendaval Poeira no terreiro Do vendaval

Circo Neste circo da vida Prefiro ser o palhaço
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Circo Neste circo da vida Prefiro ser o palhaço Sem se equilibrar Numa corda de aço Sem o perigo do globo da morte Ou ser engolido dentro da jaula Ser livre no picadeiro da vida Dentro da lona do telhado rasgado Na arquibancada da vida Sentamos na ultima tabua No canto a corda bamba E o teto de lona rasgada Na vida atrevida Na lagrima dissolvida Da mentira não se duvida E a tristeza mal resolvida

Árvore Olhe que bela árvore São belas amigas
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Árvore Olhe que bela árvore São belas amigas São verdes são altas Formosas e antigas Árvores são livros Que guardam histórias Escritas nas folhas e nos galhos E assim vencem o vento Árvores são vozes Que cantam ao vento Vencem a dor da serra Caindo ao solo sem chorar

Fio da Navalha Vivo no fio da navalha Com medo do tempo
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Fio da Navalha Vivo no fio da navalha Com medo do tempo Com medo da morte Com medo da sorte Meus pensamentos me atrapalham Meu riso e lagrimas são reais Da tempestade vem a poesia Viajo em espaços siderais Sou cantador Dom Quixote Canto samba, reggae e xote Me escondo e desvio da morte Pois na rua sou gado de corte

Sou o que sou Não me agrida Pelo que visto
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Sou o que sou Não me agrida Pelo que visto Não me agrida Pelo que sou Não me agrida Pela minha aparência Não me agrida Não me agrida Se não penso como você Não me agrida Se descordo de você Não me agrida Pelo meu cabelo Não me agrida Pela minha cor Não me agrida Pelo que acredito Não me agrida

Fanatismo e Intolerância A Cegueira provoca o fanatismo O coração míope
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Fanatismo e Intolerância A Cegueira provoca o fanatismo O coração míope Tem um olhar que nada vê Provocando a ira e a intolerância O ódio nas palavras Acende o holofote da ignorância Com o dedo em riste Se acha no poder de julgar A doença da prepotência É curada com o amor A vacina para o ódio É a paz

Prisão Você me prende Pelo seu racismo
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Prisão Você me prende Pelo seu racismo Você me prende Pela sua estupidez Você me prende Pela sua falta de caráter Você me prende Pela sua maldade Você me prende Pela sua falta de respeito Você me prende Pela sua infelicidade Você me prende Pela sua ignorância Simples assim Você me prende Todas as vezes que se olha no espelho