As suas faces Naquela manhã de manchas caídas eu subi em uma arvore de solene
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As suas faces Naquela manhã de manchas caídas eu subi em uma arvore de solene e estava rebuscado o horizonte havia um monte de duvidas polidas Eu te confesso que ainda sou guri E não sei findar meus sentimentos Tenho um atraso em deixa-los sair daqui Faço deles meu açude e mato a sede. Fui subindo e me coloquei em órbita De la pude ver o azul que aqui habita E esse azul que bebemos é a esfera Que gera todo essa vida de sentimentos. Chaga a ser insensato os tantos eus, O eu que quer fazer, o outro descansar O eu que quer solidão, o outro namorar O eu que quer realizar, o outro sonhar O eu que quer viver, o outro morrer O eu que quer ser alguém e o outro existir Depois de escrever tudo isso correndo E ler em pausa, lento, separando as silabas Pude ver que sou tudo isso e mais um pouco E olha, eu não sou louco! Sou é vivo! E enquanto vivo sou corrente de águas tenho magoas, tenho alegrias, tenho tudo Tenho vida e meu sentimento não é mudo Ele fala pelos cotovelos e é bom ouvi-los Velos passantes como estrelas cadentes Levá-los como passageiros ao seu destino Tocar o sino e deixar o sentimento partir Sentar na praça e ver os dias de sóis poentes E assim como não quero a eternidade do dia O ensurdecimento do badalar eterno do sino Ou viajar sem em dia nenhum poder chegar Quero apenas aceitar minhas as fazes da Lua.