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Frases de Juliana Umbelino Uma Mineira

43 frases

⁠há uma força invisível que me move
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⁠há uma força invisível que me move um fogo que arde sem se ver um desejo de pertencer a algo maior que as limitações impostas são palavras que me ancoram são meu refúgio para encontrar o que o silêncio esconde e o que a voz não pode alcançar ao fim do dia bem quando a lua beija o horizonte há uma paz só de saber que a jornada não se acabou todo amanhecer traz consigo mais promessa de caminhar de recomeços a transformar iluminado seja o caminho que escolhi trilhar

⁠Na solidão encontrar sem sinal
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⁠Na solidão encontrar sem sinal desconexão forte desce dúbia doce e amarga vazios inteiros navegam em ondas por bits e bytes ser mulher ser inteira mesmo só seu poder não precisa de rede conexão é o que se faz dentro do peito há quem grita mas eu sussurro meu valor é eterno e seguimos desconectadas conectadas encontrando-nos

⁠Entre brilhos e excessos, receios habituais persistem, Dançando nos becos escuros da mente Entre exageros e imprudências, buscamos liberdade,
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⁠Entre brilhos e excessos, receios habituais persistem, Dançando nos becos escuros da mente Entre exageros e imprudências, buscamos liberdade, Tentando encontrar paz em meio ao caos. Em ruas repletas de máscaras, o verdadeiro se perde? Precisamos de coragem para sustentar a própria essência. Pelos risos e gritos, silêncios no peito gritam, Com uma melancolia que se mistura ao burburinho lá fora.

⁠O que doeu na sua partida nem foi o ato de fechar a porta, após me estraçalhar com as suas palavras. Doeu mesmo foi o processo, doeu foi antes. Meu coração sentiu tanta dor. Todo dia eu via, todo dia. Você era cada vez mais e mais e mais dela. Doeu ver você se apaixonando por ou…
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⁠O que doeu na sua partida nem foi o ato de fechar a porta, após me estraçalhar com as suas palavras. Doeu mesmo foi o processo, doeu foi antes. Meu coração sentiu tanta dor. Todo dia eu via, todo dia. Você era cada vez mais e mais e mais dela. Doeu ver você se apaixonando por outra mulher que não era eu. Doeu eu ver que sim, você era capaz de sorrir e não era por ou para mim. Doeu encarar suas mentiras - e as minhas também. Doeu. Doeu saber que, durante todo esse tempo, nada que eu fizesse adiantaria. E mesmo assim você me manteve ali ao seu lado. Como um cachorrinho, que você pode controlar, doar, vender, usar. Na verdade não é bem assim, sabe? Com os cachorros você tem uma unidade. Comigo você teve urgência de me deixar o mais espedaçada possível, só pra ter certeza que eu nunca mais ia voltar. Só pra você ter certeza que jamais seria um lugar pra pisar novamente. O que doeu mais foi estar com você. Machucou demais entender que ao meu lado você escolheu o seu pior. Feria muito ver que para você bastava a novidade. Frio na barriga. Carne fresca. Carne fresca. Alguém menos amargurada, moça com vida menos difícil. Será que você encontrou a leveza que tanto procurava? Tomara que sim. Encontrei uma carta sua. Me perguntei: será que sou feliz? Em seguida eu ri. Porque caiu a ficha que condicionei minha felicidade a tão pouco. E esse pouco era o que você trazia. E mesmo se apaixonando cada vez mais por outra moça, cê continuava vindo aqui. Repetindo as mentiras mais descabidas para justificar os encontros, escapar dos conflitos. As escapulidas omitindo os encontros, os novos amigos, as novas colegas. Histórias criadas para justificar todo atropelo por anos e anos e anos. As mulheres sempre terminam sozinhas. São as mulheres as loucas, sempre. Mulheres sempre são marginalizadas. Mulheres são quem perde e fica com a carga. Mulheres que se deixam atravessar por vazios e migalhas. Tudo mudou quando entendi que não sou pombo pra aceitar migalha. Cicatrizou mais rápido quando foquei apenas em mim. Recomendo. Aprendi a viver sem você, finalmente. Você ocupava um espaço tremendo. Você também atravancava os meus caminhos. E cá estou eu, uma manhã sem você. Me questionando. Quem serão os passarinhos?

⁠Mundo nas Mãos Ela segura o mundo nas mãos, no aparato de luz e informação,
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⁠Mundo nas Mãos Ela segura o mundo nas mãos, no aparato de luz e informação, reflexo da desconexão profunda da vida moderna que corre. Cada toque em tela fria é distância de si mesma, cada notificação, desvia e ofusca a voz interior. O mundo é tão vasto O mundo é tão pequeno, O mundo que cabe nas mãos mas escapa entre os dedos com facilidade tremenda. Conexões sem fibra Conectando sem ótica Sinais que não substituem os laços de carne e osso, Muito menos o calor humano. Ela, pessoa navegante Em uma pequena tela buscado sentido, indo ao desencontro. Você é navegante em mares de nada, procurando um porto que ancore a alma. Desconectados, procuramos reconectar mas à essência, Por um fio de verdade num emaranhado de ilusões. Mas a verdade não está nas telas, nem nos sinais de Wi-Fi, está no silêncio entre os pensamentos, na paz da solidão consciente. Ela desliga o mundo nas suas mãos e volta-se para dentro, encontra a conexão que buscava no mais íntimo do seu ser. Na desconexão, encontra-se, e na solitude, redescobre o mundo, não nas mãos, mas no coração.