Pular para o conteúdo

Frases de Jossana Rocha

115 frases

⁠Tudo que sei sobre o amor… Talvez nada, nada ainda… Tenho que vivê-lo, que tê-lo… Para que eu possa mergulhar na sua intensidade.
Continuar lendo

⁠Tudo que sei sobre o amor… Talvez nada, nada ainda… Tenho que vivê-lo, que tê-lo… Para que eu possa mergulhar na sua intensidade. Em sua realista verdade, pois, sempre ouço dizer que o amor é tudo. Arrisco-me a mais, transcende, transborda na sua infinitude. E que só os verdadeiros amantes do amor o querem, o desejam… Atrevo-me a dizer também que amor é luz, pois dissipa as trevas da solidão. Aquecendo o frio coração de quem o tem, quando se tem a companhia perfeita! Mas isso ainda não sei… é o que acho… E ainda por cima… tenho a audácia de dizer que o amor, tem todos os sentimentos dentro de si… Mas como? _ Simples, ele é o equilíbrio da vida, onde se sente tudo ao máximo! E exala-se apenas aquilo que seja necessário para sustentá-lo. Com toda a intensidade e calmaria, misturando leveza e euforia… É assim que eu o imagino… Posso supor também que quando amamos, deixamos livre o outro… E quando não correspondido, mesmo sangrando a alma… Desejamos a mais bela vida ao nosso bem-querer… Assim, como eu já disse, suponho… Estive pensando que a paixão, como todos sabem, é ópio… Já o amor, como poucos sabem é completude, convergência. Encontro de almas. Conclui assim os meus pensamentos… E esses pensamentos sobre o amor consomem toda a minha existência. Porque amo o amor, mesmo não o tendo. Mesmo não tendo, o meu amor…

⁠O importante não é o que temos, nunca foi e nunca será… O que vale é o que contemos em nós e isso nos define! Não falo só das coisas boas, das agradáveis vivências, das qualidades… Falo de tudo, o ruim que nos moldou e o bom que nos renovou. Tudo é válido! Não podemos mudar o p…
Continuar lendo

⁠O importante não é o que temos, nunca foi e nunca será… O que vale é o que contemos em nós e isso nos define! Não falo só das coisas boas, das agradáveis vivências, das qualidades… Falo de tudo, o ruim que nos moldou e o bom que nos renovou. Tudo é válido! Não podemos mudar o passado, somente transformá-lo em aprendizado! E lembrar que temos ainda tanto a viver… Muitos outros sentimentos e outros inesquecíveis momentos! É nesse coquetel que mistura alegrias e dores na alma, que vamos nos transformando a cada ciclo, a cada etapa, avistando as setas na estrada, que nos indicam intuitivamente (ou claramente) para aonde ir. Você é o seu interior e não precisa de opiniões alheias. Só você sente, só você vive, as suas dores, a sua vida! É só parar, fechar os olhos e sentir… Sentir orgulho de si! E seguir, não com o passado como fardo, mas como alicerce… Para o que ainda irá se tornar, vivenciar, experienciar.

⁠Talvez eu nem queira esse espaço a sós, esse vago. E entenda que alguns desejos e almejos, estão fortes em meu peito.
Continuar lendo

⁠Talvez eu nem queira esse espaço a sós, esse vago. E entenda que alguns desejos e almejos, estão fortes em meu peito. Tiram-me o sono, me aprisionam, entristecem... Talvez eu nunca entenda essa dor, da falta, quando se tem tanto a dar. E eu me perca mais e mais no tédio de estar só, sem querer estar. Talvez eu nem queira ser preenchida, e sim, toque, abraço, olhar... Tenho a falta de um luar, de amar, de um simples enroscar de mãos... Talvez eu nem queira algo sério, só a seriedade de estar

Em você li a frase: É PROIBIDO AMAR-ME! Mas como? Se te li nas entrelinhas, do avesso e direito. Senti um aroma da mistura de doçura e amargura.
Continuar lendo

Em você li a frase: É PROIBIDO AMAR-ME! Mas como? Se te li nas entrelinhas, do avesso e direito. Senti um aroma da mistura de doçura e amargura. Inebriante, viciante, você é! Sem ao menos falar-te já te lia, sentia, percebia, te vivia. Antes do primeiro oi, sinceramente, já te tinha em pensamentos… Mesmo proibindo-me de amar-te, já te buscava e queria! Não há quem ordene ou dome um apaixonado coração. O meu é completamente fiel, inclusive, ao que deseja. É PROIBIDO AMAR-ME! Como se fosse possível conter, o encantamento da alma.

⁠Não nasci para este insulto, de joguinhos de sedução. Atrapalho-me com palavras, atitudes e estratégias. E se disso depender, abro mão de quem eu amar.
Continuar lendo

⁠Não nasci para este insulto, de joguinhos de sedução. Atrapalho-me com palavras, atitudes e estratégias. E se disso depender, abro mão de quem eu amar. Só sei cuidar, ser romance. Declarar-me incessantemente… Não sei fingir indiferença, morrerei sem aprender. Se amo, quero que saibam. Sou das antigas, quando simplesmente se amava. Procurando formas de ver a pessoa amada. Um jeito bobo de ser, mas é o que sou. Boba, apaixonada, dedicada, entregue. É essa quem sou, nunca darei meio amor.

Estávamos assim, frente a frente, Eu e o meu eu lírico, foi um intrigante discussão...
Continuar lendo

Estávamos assim, frente a frente, Eu e o meu eu lírico, foi um intrigante discussão... Há tempos que ele me cobra, me intimida, incomoda. Sua primeira pergunta... Que tal transformar a dor em flor? Eu cego, no meu ego, franzi a testa e respondi... Não consigo falar, sem a mim observar. Só sei falar de mim, da minha própria dor, do meu desamor... Meu eu lírico, triste, decepcionado, Colocou-me contra a parede e propôs-me um desafio... Tente, ao menos tente, seja o que vier na mente. Aprenda a flutuar, ao escrever sejas tudo. Permita-se. Antes que eu lhe perguntasse, nem mesmo deixou que eu falasse, Transportou-me de mim mesma, a ser outras coisas, a ter outros olhares. Olhe em volta! Veja os versos! Dos poetas que admiras. Eu, o eu lírico, sempre estou. Num poema sejas flor, no outro, um gato ou qualquer outro bicho… Seja uma dama recatada… Em outro uma amante debochada… Fale como se fosses um nobre Cavalheiro, ou quem sabe sejas, um bêbado na estrada… Criança, adulto ou idade avançada, liberte-se e escreva sobre tudo! Seja o que desejares, o que na escrita te inspirares! Na natureza sejas tudo! Fogo, água, ar, tempestade! Sinta e seja todos os sentimentos, para uma escrita intensa, fundamentada. Fale de fé, com cuidado e respeito, fale do bem e fale do mal.⁠ Eu já sem fôlego, entusiasmada e o eu lírico? Não parava, pois, era infinito o seu ser, e queria a minha escrita ampliada! Enquanto ele falava, eu fechava os olhos e tudo imaginava. Desejando que ele nunca mais se calasse. E segui caminhado na imaginação da minha estrada, passando por eles, todos os personagens, que na caminho me esperavam. À medida que eu andava, percebi, eu e o eu lírico éramos um, ele era tudo o que eu internamente desejava. E todos os meus futuros poemas, há tempos moravam em mim.

⁠Meu amor de quatro patas, pula, brinca, em plena madrugada. Enquanto estudo e escrevo, ele arranha a minha cama e eu deixo. Acostumou-se com a minha insônia. Só dorme lá pras tantas…
Continuar lendo

⁠Meu amor de quatro patas, pula, brinca, em plena madrugada. Enquanto estudo e escrevo, ele arranha a minha cama e eu deixo. Acostumou-se com a minha insônia. Só dorme lá pras tantas… O meu doce e marrentinho amor… Quando triste me observas, se achega e dá calor. Quatro patas, um focinho e garrinhas afiadas. Teu nome tirei das minhas viagens literárias! Um dos meus mais queridos personagens. Dom Quixote de La Mancha, do imaginativo Cervantes! Tens um miado velado, então, se enrosca nos meus calcanhares… E quando vem manhoso, conheço todos os seus olhares. Sei exatamente o que é, ração, passeio ou afago. Sempre sei o que lhe dar! Tens todo o meu cuidado! Meu amor, nunca se esqueça do que almejo, estás na minha lista de desejos. De quem eu gostaria de ter por toda a vida! Se não, dar-te ao máximo uma bem vivida! Somos parecidos! Isso enche-me de orgulho e afeto. És sério, porém, és doce, introspecto. O meu denguinho, o meu amor. Meu filho de patas, sim senhor!

⁠A minha dor vem dela, da lágrima represada na minha alma. Não consigo chorá-la, essa lágrima cortante. És insana, és de amor, és de saudade e dor.
Continuar lendo

⁠A minha dor vem dela, da lágrima represada na minha alma. Não consigo chorá-la, essa lágrima cortante. És insana, és de amor, és de saudade e dor. Uma lágrima platônica, que vive do desejo do seu beijo. Que em mim chora internamente, diuturnamente. A brisa que vem daí, traz o seu perfume e desprezo. Quero que chores de mim, que me deixes. Derrame-se lágrima insana, esquece-te deste drama. Busco a leveza de não sentir. Quando me sufocas, trazes à memória o mais belo sorriso. És lágrima sem juízo. Penso que derramar-te, livraria-me da dor, de um tão sonhado e renegado amor. Liberte-me lágrima, simplesmente saia. E leves as memórias, as não vividas histórias. Faze-mes ter o ar, seguir um novo rumo. Libere o meu sorriso. Se desencanta e derrama. sua lágrima sem juízo.

⁠Aprendi a sonhar e não consigo acordar. Nem quero, preciso deles, dos sonhos… Aprendi a seguir, e não consigo parar.
Continuar lendo

⁠Aprendi a sonhar e não consigo acordar. Nem quero, preciso deles, dos sonhos… Aprendi a seguir, e não consigo parar. Preciso dela, da estrada. Tenho mergulhado em mim, e não consigo sair. Nem devo, preciso conhecer-me, ouvir-me. Hoje dei-me um abraço, e não consigo soltar-me. Eu nunca mais me deixarei, preciso sentir-me, amar-me. Tenho sido egoísta, e tenho gostado. Preciso de cuidados, para depois cuidar. Eu e o passado, não estamos mais de mãos dadas. Precisava deixá-lo, impedia-me a caminhada, pesava. Tenho traçado metas, nas folhas dos meus pensamentos. Estavam em branco, amareladas, hoje renovadas. Buscado forças em quem nunca me abandonou apesar das falhas. O sorriso de Deus é tudo. Que saudade d’Ele eu estava!

⁠A minha essência, minha cor e sabor... Minhas vivências e o esmagar na dor... Vinho, sim, o puro vinho é o que sou...
Continuar lendo

⁠A minha essência, minha cor e sabor... Minhas vivências e o esmagar na dor... Vinho, sim, o puro vinho é o que sou... Esse é o líquido que a minha alma derrama. Sou processo na vinha, toda a vida. Um eterno fermentar de sonhos, no amadurecer de minha alma. E sempre, sempre após esmagarem-me, uma, duas, três,todas às vezes, já no costume de ser, ao final de tudo e sempre,vinho, puro, suave, intenso. Porque é só o que sei ser, esmagada, fermentada, armazenada. Sou esse processo toda a vida, vinha, uva, intenso vinho. Até aqui, nessa intensa idade.

⁠Que não lhe falte a saudade, as lembranças e a antiga alegria. Mas que lhe brotem novas flores na alma, nascidas nos canteiros feitos de passado… Nascerá nesse encanto de jardim florido, tanto amor e novos sorrisos.
Continuar lendo

⁠Que não lhe falte a saudade, as lembranças e a antiga alegria. Mas que lhe brotem novas flores na alma, nascidas nos canteiros feitos de passado… Nascerá nesse encanto de jardim florido, tanto amor e novos sorrisos. Entendo que lhe foge o ar, quando as perdas renascem daninhas. Então, com um fechar de olhar, faça dos raios de sol um atalho para vida! Se te visses com os meus olhos, verias a força e a capacidade gritante de teu ser… Tens um riacho no olhar, que mesmo em meio às correntezas de tua angústia, transmites paz. És natureza viva! Inclusive és deserto. Quando te afastas. Sei que aí ficas absorto, por dias, preso, no vazio (ou nos excessos da tua mente). Precisas reencontrar-te, amar-te. Então, rego-te em pensamento e aro à distância em teu solo. Fecho em prece os meus olhos, lanço em ti sonho, ânimo e motivação em forma de semente. Que não demorem e brotem, as flores de teu belo sorriso. Que as sementes de amor dos que te amam, transformem o teu deserto em novos planos. Até o teu vazio, assustar-se-á ao preencher-se com tanta vida! Que não lhe falte a saudade, as lembranças da antiga alegria. Mas que lhe brotem novas flores de risos, riachos de vitórias, um reflorestar de força, a brisa e a intensidade de um grande amor, e o constante anoitecer e amanhecer com sonhos na alma…

Sei que mora em mim, uma poesia. Tímida, magoada, vazia. Tem tempo que não a vejo…
Continuar lendo

Sei que mora em mim, uma poesia. Tímida, magoada, vazia. Tem tempo que não a vejo… Mas sei, está lá… Queria muito escrevê-la. Preenchê-la com a minha alma. Ela simplesmente se esconde. Sei, está lá… Contarei o ocorrido, foi numa tarde fria… Ela estava lá, radiante, linda, intrépida, falante! A pobrezinha, pronta para ser escrita… Foi, traiçoeiramente ferida. Daquele dia em diante, procurou o fundo do meu ser. Escondeu-se, emudecida, sem ver sentido em ser escrita. Desde esse dia a procuro, reviro-me pelo avesso. Ele disse-me certa vez, que não vê sentido em suas próprias palavras. Porque quando se perde o amor, perde-se o ânimo e a graça. Somos tomados, pela dor e a falta… Ontem procurei por ela, vasculhei cada cantinho de mim. E nada. Encontrei um bilhetinho, que me deixou franca e gentilmente… “Só saio por amor. Do mais puro e verdadeiro. Não vale ser escondido, metade ou não-correspondido. Se queres escrever-me, desencante-se, cure-se e ame, pois bem se sabe que com solidão, medo e dor, jamais escreverás um doce poema de amor”.

Só quem escreve sabe o peso de cada palavra. Da ficção, à realidade sempre há um pouco de si, de suas verdades. Fora o imensurável prazer, quando se percebe, que apesar das diferenças, somos tão iguais, pois, o que se escreve também se encaixa no necessitar de outro alguém. Não i…
Continuar lendo

Só quem escreve sabe o peso de cada palavra. Da ficção, à realidade sempre há um pouco de si, de suas verdades. Fora o imensurável prazer, quando se percebe, que apesar das diferenças, somos tão iguais, pois, o que se escreve também se encaixa no necessitar de outro alguém. Não importa se amadores, consagrados ou só por passatempo. Escrever sempre será o ato de derramar-se, porque não se pode conter a tempestade de palavras que se tem na alma. Há varias maneiras de expressar-se, e através delas busca-se a liberdade. Na escrita, nada difere, cada palavra desacorrenta, é como um aplanar suave sobre os nossos sonhos, e uma brisa que se sente quando conseguimos fugir do que nos aprisiona. Escrever sem dúvida também é um ato de coragem, pois, nem todos aceitam se expor. É quando se transforma o “eu” em palavras, desnuda-se alma, e você está ali em cada ideologia, crença, poesia, escrito, ficção, em cada linha, em cada pensamento. Ainda que pareça vão cada palavra, sua missão é rara, é dádiva. O segredo é sempre utilizar das armas que tem, para o bem. Utilizar-se da escrita para mover o próximo para o novo, para seguir sempre em frente e ver a vida de forma realista e consistente. Escrever é um ato de libertar-se, a mesmo tempo em que se alforria outras mentes.

És uma estranha dama que reviveu… Vejo-te e me encanto com seu tímido, mas sincero sorriso. És a estranheza personificada, tens uma alma leve, uma mente livre, porém, carregas o peso de tudo que desconheces.
Continuar lendo

És uma estranha dama que reviveu… Vejo-te e me encanto com seu tímido, mas sincero sorriso. És a estranheza personificada, tens uma alma leve, uma mente livre, porém, carregas o peso de tudo que desconheces. Não sabes ao menos o porquê vives. Tu te autoconheces somente agora, já livre. És doçura, mas também és dura. Tens a franqueza como falha e virtude. Dificilmente apaixona-te. Porém, tua entrega é insana quando amas. Respiras intensamente a vida, queres tudo, menos a inércia de não ter vivido. No entanto, não avanças, não tens o menor jeito para entrar na dança. Tudo para ela é novo e diferente. Como se por um século tivesse dormido, e acordado atordoada em um mundo novo, louco, sem juízo. O que fazer estranha dama? Apegue-se à sua essência… sinta o ar, o sol e as flores, e sim, admire-se do novo, de suas ‘nuances’ e cores. Só não fuja de si, nunca se desencontre. Você é tudo que já viveu, apenas se aprimore e cresça. Hás de encontrar o caminho das pedras…

Um amigo é colo, abraço e acolhida, perto ou distante o amor é grande. Se puder, carrega no colo e leva pelo caminho melhor. Tira tempo, tira compreensão do bolso, e tira o remédio em forma de escutar.
Continuar lendo

Um amigo é colo, abraço e acolhida, perto ou distante o amor é grande. Se puder, carrega no colo e leva pelo caminho melhor. Tira tempo, tira compreensão do bolso, e tira o remédio em forma de escutar. Um amigo é doçura e afago, porém, também é sinceridade e serenidade. Tem horas que brinca, tem horas que ralha, um tempo precioso dedicado a você. Valorizar o amigo, como uma joia, das mais preciosas que se pode ter. A vida sem eles é triste. Sei, são poucos os que persistem, mas são os necessários para se ter. Um amigo é como um tempero na vida, é bênção, presente.

Somos… A roseira, a rosa e os espinhos do que plantamos. Crenças, idealizações. Experiências e aprendizagens.
Continuar lendo

Somos… A roseira, a rosa e os espinhos do que plantamos. Crenças, idealizações. Experiências e aprendizagens. Somos… Todo aquele amor maternal de outrora, e os nossos traumas vividos, eternizados durante a infância. O despertar de um “amor eterno” e o sangrar pela dor que um dia ele nos trará. Somos… Todo o arsenal de braveza, revide e revolta da juventude e a maturidade do apenas observar, silenciar e seguir. A euforia e a incerteza de uma infinidade de sonhos, e o afunilar para os essenciais e singulares. Somos… As nossas fraquezas e desistências, e a força inexplicável de um constante continuar. Plenitude ou nada. Depende da curva, da estrada.

Não sou de forçar as coisas, mas com você eu estiquei a corda toda, ela arrebentou e eu caí. E apesar de todos esses esforços equivocados e desnecessários, de alguém bobo, inexperiente perante a vida, você nem ao menos sabe quem sou. Nunca pude mostrar-lhe. Entendo que não posso…
Continuar lendo

Não sou de forçar as coisas, mas com você eu estiquei a corda toda, ela arrebentou e eu caí. E apesar de todos esses esforços equivocados e desnecessários, de alguém bobo, inexperiente perante a vida, você nem ao menos sabe quem sou. Nunca pude mostrar-lhe. Entendo que não posso mais juntar o “leite derramado”, pelo menos entendi que não se força nada. Não tenho o seu amor, mas entendi que só preciso ser eu e nada mais.

Nenhuma vida nunca foi um mar de rosas, sempre há algo ou várias situações, que ocorrem em algum momento da nossa jornada que nos tira o ânimo, a força, o amor-próprio, a paz de espírito. A maioria de nós tem marcas tão profundas que nos causam não a paralisação dos nossos órgãos…
Continuar lendo

Nenhuma vida nunca foi um mar de rosas, sempre há algo ou várias situações, que ocorrem em algum momento da nossa jornada que nos tira o ânimo, a força, o amor-próprio, a paz de espírito. A maioria de nós tem marcas tão profundas que nos causam não a paralisação dos nossos órgãos, mas a paralisação da nossa alma. Quando a alma paralisa, as emoções adormecem, nós perdemos a fé no outro, pois dentro de nós todos os nossos sentimentos estão anestesiados. É uma dor muda e que nos emudece. São as aflições da alma, que estagnam a nossa existência. É um subconsciente que deseja um pouco de luz, ar, umidade, e novamente desejar viver.

⁠O poema é um bom amigo. Ouve medos, segredos. Ressignifica traumas, frustrações. A cada palavra, um respiro.
Continuar lendo

⁠O poema é um bom amigo. Ouve medos, segredos. Ressignifica traumas, frustrações. A cada palavra, um respiro. Na superfície de um oceano de inquietações. Os versos entendem o que a alma silencia. Transformando dor em flor. Tristeza em pôr-do-sol… Compõe e eterniza a felicidade de um momento. Escrevo por que um anjo sussurrou-me ao ouvido: _Vai, escreve. Escrever traz calma, derrame a sua alma.

⁠Talvez terias se apaixonado. Talvez, poderias ter me amado. Ao sentir as minhas mãos
Continuar lendo

⁠Talvez terias se apaixonado. Talvez, poderias ter me amado. Ao sentir as minhas mãos deslizando em teu corpo… Vendo em meus olhos a mistura de ternura e desejo. Toda volúpia desse tão esperado beijo. Ali saberias que amar e ser amado é possível. Na mistura do êxtase e da leveza, um sentimento intenso e puro. Talvez poderia ter me amado e perdidamente se apaixonado… Ao ver o meu sorriso de felicidade e euforia, ao perceber o tanto que te queria.

⁠PLATONISMO: Sobre as borboletas no estômago… Ainda estão todas aqui… Elas existem em ti? Acordo de meus devaneios, vejo que não… não me procuras…
Continuar lendo

⁠PLATONISMO: Sobre as borboletas no estômago… Ainda estão todas aqui… Elas existem em ti? Acordo de meus devaneios, vejo que não… não me procuras… Dissestes que pensas, me desejas… Não me chamas… Por aqui… Todos os dias a saudade te ama.. Minto ao fingir-me forte, estou fraca de amores. Um sentimento que não dorme. Não me deixa. Essa saudade estranha, do que não teve. Teu cheiro, abraço, beijo, sabor. Teu sorriso, tua paz complexa, teu compreender de tudo! Ao mesmo tempo, minha invisibilidade. Não, não estou cabendo mais aqui dentro. Quero você aqui comigo. Não posso tê-lo. Quero amar, adormecer e amanhecer com você. Tudo isso aqui ecoa… Qualquer hora dessas, tomo o vinho todo e te chamo… Te perturbo o sono… Me derramo. Meu platônico, mas não menos sentido, amor

⁠VERBO DESAMAR Hoje ela surgiu, a pérola. Ela, eu, simbiose. Cansa, à exaustão, meu coração.
Continuar lendo

⁠VERBO DESAMAR Hoje ela surgiu, a pérola. Ela, eu, simbiose. Cansa, à exaustão, meu coração. Minha parte toda errada de mim. Erra por amar, erra por sonhar… Não compensa vibrar, se encantar. Para eu não, estou exausta… De nunca ser amada! Minha pérola é a minha dor. Gerada por desamor e lágrimas. Hoje abriu-se, a ostra… Finalmente adornei-me… Com ela… A pérola… Não pretendo mais amar… Se trata de um verso triste. Onde sou mais “feliz” assim. Estou congelando, petrificando… Trancando-me em mim. Não posso sentir. Não quero mais refletir no espelho, o que até hoje fui. Por que para mim, amar, sempre dói.