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Frase de Jossana Rocha

Estávamos assim, frente a frente, Eu e o meu eu lírico, foi um intrigante discussão... Há tempos que ele me cobra, me intimida, incomoda. Sua primeira pergunta... Que tal transformar a dor em flor? Eu cego, no meu ego, franzi a testa e respondi... Não consigo falar, sem a mim observar. Só sei falar de mim, da minha própria dor, do meu desamor... Meu eu lírico, triste, decepcionado, Colocou-me contra a parede e propôs-me um desafio... Tente, ao menos tente, seja o que vier na mente. Aprenda a flutuar, ao escrever sejas tudo. Permita-se. Antes que eu lhe perguntasse, nem mesmo deixou que eu falasse, Transportou-me de mim mesma, a ser outras coisas, a ter outros olhares. Olhe em volta! Veja os versos! Dos poetas que admiras. Eu, o eu lírico, sempre estou. Num poema sejas flor, no outro, um gato ou qualquer outro bicho… Seja uma dama recatada… Em outro uma amante debochada… Fale como se fosses um nobre Cavalheiro, ou quem sabe sejas, um bêbado na estrada… Criança, adulto ou idade avançada, liberte-se e escreva sobre tudo! Seja o que desejares, o que na escrita te inspirares! Na natureza sejas tudo! Fogo, água, ar, tempestade! Sinta e seja todos os sentimentos, para uma escrita intensa, fundamentada. Fale de fé, com cuidado e respeito, fale do bem e fale do mal.⁠ Eu já sem fôlego, entusiasmada e o eu lírico? Não parava, pois, era infinito o seu ser, e queria a minha escrita ampliada! Enquanto ele falava, eu fechava os olhos e tudo imaginava. Desejando que ele nunca mais se calasse. E segui caminhado na imaginação da minha estrada, passando por eles, todos os personagens, que na caminho me esperavam. À medida que eu andava, percebi, eu e o eu lírico éramos um, ele era tudo o que eu internamente desejava. E todos os meus futuros poemas, há tempos moravam em mim.

Jossana Rocha

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Jossana Rocha

O autoconhecimento não é uma busca, trata-se de uma forma de viver. É como se precisássemos de várias vidas para absorver tanta vivência na simplicidade de um quotidiano. Todavia, temos uma apenas, daí a intensidade e pressa em viver, aprender, evoluir, sentir. Tem a ver com a co…
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O autoconhecimento não é uma busca, trata-se de uma forma de viver. É como se precisássemos de várias vidas para absorver tanta vivência na simplicidade de um quotidiano. Todavia, temos uma apenas, daí a intensidade e pressa em viver, aprender, evoluir, sentir. Tem a ver com a conexão, que se tem através das relações, com o outro, com o ambiente, com o modo de olhar a vida. É um dia a dia vivido intensamente, que não tem a ver só com fazer muitas coisas novas, e sim conectar-se com profundidade com uma simples brisa que se sinta, com o sorriso de alguém que você ama, fechar os olhos quando estamos a sós e agradecer pela vida. Tem a ver também, com não julgar ao outro e nem a si mesmo e ter paciência com as suas limitações, trate-as com carinho, pois, a superação delas será fundamental nesse processo. Infinitamente entender que a nossa mente é um solo fértil, e o tipo de semente que cairá nela definirá o nosso crescimento e a aquisição diária do tão sonhado autoconhecimento.

Penso que somos exatamente como o mar, em suas variações, em suas inconstâncias, no vai e vem das suas ondas, em sua impetuosidade e braveza ou até no controle cronológico de suas marés. O mar tem um céu com Deus tão perto e em sabemos que nunca o perdemos, mesmo quando não o mer…
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Penso que somos exatamente como o mar, em suas variações, em suas inconstâncias, no vai e vem das suas ondas, em sua impetuosidade e braveza ou até no controle cronológico de suas marés. O mar tem um céu com Deus tão perto e em sabemos que nunca o perdemos, mesmo quando não o merecemos ter. Tem tantos segredos em suas profundezas, e muitos deles jamais serão conhecidos pelo homem. Apesar de sua profundidade e beleza, nem todos desejam mergulhar para conhecê-lo. O som de suas águas trazem calmaria, uma das melhores “músicas” que já ouvi, na perfeita conexão do mar com o nosso interior. Somos imensos e limitados feito o mar. Navegando com os nossos sonhos, tentando chegar a salvos a um cais, a um lugar seguro. Em resumo, somos o próprio mar, metaforicamente falando, não há diferença alguma, necessitamos de luz, em qualquer hora do dia. Alguns têm o próprio pôr-do-sol em si em forma de sorriso. Outros, são maresias, em forma de serenidade e dança.

Às vezes o amor é um vazio, quieto, guardado, velado. Nem todo amor tem que ser entregue ao destinatário, e não é culpa do outro não querer vivenciá-lo. No entanto, para ser eterno e revelado, é preciso que ambos o queiram, que o sintam, que o abracem. Alguns amores passarão por…
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Às vezes o amor é um vazio, quieto, guardado, velado. Nem todo amor tem que ser entregue ao destinatário, e não é culpa do outro não querer vivenciá-lo. No entanto, para ser eterno e revelado, é preciso que ambos o queiram, que o sintam, que o abracem. Alguns amores passarão por sua vida, e não poderás fazer nada, só intensamente desejá-lo, suas mãos atadas e no peito, saudade. É amor inesperado, incontrolável, chega e toma os nossos sentidos. Não há nada a ser feito, só unilateralmente senti-lo… O estranho desse sentimento, que não é alimentado, é o fato de não nos provocar dor, só causar um vazio, uma falta… Tu só precisas ficar quieto, inerte, sem cobranças e nem expectativas, por dias, meses, anos, talvez. Até que por desencanto, passe.

Tão importante quanto o amor-próprio, é o respeitar-se a si mesmo. No fundo, sabemos, que sempre existe uma voz interior que nos diz exatamente o que ela quer que façamos naquele dia. Em uns ela nos instiga a sair, viver, interagir. Em outros momentos tudo que precisamos é de um…
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Tão importante quanto o amor-próprio, é o respeitar-se a si mesmo. No fundo, sabemos, que sempre existe uma voz interior que nos diz exatamente o que ela quer que façamos naquele dia. Em uns ela nos instiga a sair, viver, interagir. Em outros momentos tudo que precisamos é de um pouco de solitude. Ouvir essa voz é fundamental para um dia de paz. Tem dias que simplesmente não sabemos o porquê de estarmos aqui, tendo a estranha sensação que não pertencemos a nada, mesmo em meio a outros, nos sentimos sós. Em outros acordamos distribuindo abraços, porque o simples fato de estarmos aqui, é o suficiente para sermos gratos. Na verdade, nunca estamos sozinhos, essa “bipolaridade” é própria do ser humano. Quando finalmente entendemos isso não nos cobramos tanto! Aprender e entender tudo isso é uma parte difícil do processo. Compreender que devemos nos cuidar e autoconhecer para estarmos bem em qualquer um desses dias.