Pode passar o tempo que for, a dor que ainda dói não faz parte do passado. Sentimentos são atemporais.
Frases de Josie Conti
138 frases
O preço de ser uma pessoa minimamente inteligente é saber o peso e as consequências dos próprios atos. É, apesar das loucuras da vida, perder-se sim, mas voltar para a realidade o mais rápido possível. Que nossas cegueiras momentâneas e auto-sabotagens sejam perdoadas...não pelos…
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O preço de ser uma pessoa minimamente inteligente é saber o peso e as consequências dos próprios atos. É, apesar das loucuras da vida, perder-se sim, mas voltar para a realidade o mais rápido possível. Que nossas cegueiras momentâneas e auto-sabotagens sejam perdoadas...não pelos outros, mas por nós mesmos. Existe a obrigação de seguir.
O final do ano é um período que nos remete a reflexão sobre a nossa vida, pois é um momento que nos lembra de valores humanos (e religiosos) e família assim também como dezembro é o mês que fecha o ciclo de mais um ano. Muitas pessoas passam a data fazendo coisas e dando atenção…
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O final do ano é um período que nos remete a reflexão sobre a nossa vida, pois é um momento que nos lembra de valores humanos (e religiosos) e família assim também como dezembro é o mês que fecha o ciclo de mais um ano. Muitas pessoas passam a data fazendo coisas e dando atenção à pessoas que não gostam por mera convenção social. Isso é um tortura! A cada ano percebo que minha tendência pessoal é de afastamento com relação à coisas e pessoas que não acrescentam (pessoas fúteis, manipuladoras), entretanto, esse afastamento só é benéfico se for equilibrado com o direcionamento da atenção para quem e o quê realmente importa. Reflita comigo...para onde vai a sua atenção e seu tempo? Adianta fazer caridade, praticar um pseudo altruísmo e não fazer boas escolhas pessoais? O que alimenta tanta farsa? Por favor, não façam caridade para aliviar a culpa, prestem atenção em suas prioridades e em suas reais motivações. O mundo só melhorará com atitudes sinceras e contínuas, datas simbólicas não mudam posturas diárias. Que o bem faça parte de nosso olhar durante todo o ano, mesmo que em pequenas parcelas. Eu desejo boas escolhas para todos! Chega de hipocrisia!
Toda vez que você diz um sim querendo dizer não, acumula "nãos" para si mesmo.
Ah, e como eu amo o silêncio de uma casa vazia e a infinidade de opções da minha própria companhia.
O hábito de escrever aumenta a consciência dos próprios valores, pois organiza os pensamentos e dá sentido a sentimentos através das palavras.
As pessoas de pior caráter são as que enganam nas primeiras impressões.
Sempre acreditei que a esperança combina com o pôr do sol…o término de um dia é o prenúncio do repouso e de um novo amanhã.
Quer uma dica de sucesso nos relacionamentos? Ouça. Ninguém mais ouve e isso será um grande diferencial.
Dormimos tarde, acordamos atrasados, perdemos tempo em locais que não nos agradam e sentimo-nos eternamente em débito com a família...
Às vezes suspiro poesia...
Hoje a leitura invadiu o meu dia, enraizou-se em meus instantes e nutriu pensamentos...
Transparência ofende Nos últimos dias estive refletindo sobre qual é a diferença entre ser uma pessoa transparente, que não tem grandes coisas a esconder simplesmente porque não tem vergonha de ser quem é (com todo o pacote de defeitos e qualidades que traz consigo) e, por outro…
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Transparência ofende Nos últimos dias estive refletindo sobre qual é a diferença entre ser uma pessoa transparente, que não tem grandes coisas a esconder simplesmente porque não tem vergonha de ser quem é (com todo o pacote de defeitos e qualidades que traz consigo) e, por outro lado, ser alguém que se expõe demais. Cheguei a conclusão que tudo depende das “lentes” de quem observa, do meio em que a pessoa está inserida e do grau de compreensão e censura que o observadores, de maneira geral, dedicam a quem tem coragem de dizer ao mundo quem é ou quem acha que o outro é, como no caso das polêmicas das biografias não autorizadas que vem sendo tão discutidas nos últimos dias. Pensem comigo, na natureza observamos que diversas espécies de animais ao longo da evolução adquiriram características semelhantes ao seu habitat para que passassem despercebidas frente aos seus predadores. Nesse caso, discrição igual à vida. Nas guerras, por exemplo, os soldados que partiam para o ataque no front eram os primeiros a morrer. Ou seja, quanto maior a coragem, maior a chance de morrer. Culturalmente também somos alicerçados em moldes de subserviência hierárquica onde o lema ainda é “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Sendo assim, muitas vezes calar-se num ambiente social ou laboral significa autopreservação. Por outro lado, também existem em nós verdades internas, valores de vida que são formados ao longo de nossa existência e que, quando confrontados, também nos adoecem. Entenda por valores tudo o que nos é precioso como seres humanos no mundo: a maneira como queremos ser tratados, como tratamos os outros, os limites sociais. Bem, basicamente creio que são os limites de respeito e reconhecimento que precisamos ter para conviver em sociedade de maneira civilizada. Ou, em outras palavras, as ações que teremos e com as quais poderemos deitar e dormir em paz durante a noite. Vocês já se perguntaram por que admiramos tanto a arte? Vocês conhecem artistas que sentem de menos? Quem sente extrapola, derrama, transborda, choca, incomoda e, principalmente, não cala. A fala dos sentimentos aparecerá. No artista, em sua arte (seja pintando, escrevendo, esculpindo). Em nós, seres humanos normais, os sentimentos também falarão e, se sua voz não vier à tona em palavras devido aos limites sociais que geram pactos de silêncio coletivo frente às injustiças do dia-a-dia (inclusive as que acontecem conosco e com nossos amigos), falarão por doenças pois nossa mente não suporta a dor de não ser quem é. A sociedade atual é uma bomba-relógio de transtornos mentais. Depressões e quadros ansiosos são os mais comuns. Os números da Previdência Social, mesmo que subnotificados, indicam claramente o crescimento dessas doenças, desses doentes, de nossa perda da razão. Sucumbir ao que nos agride pode sim parecer o mais adequado socialmente num primeiro momento, porém, estamos criando uma sociedade de doentes mentais, de pessoas que não aguentam mais viver com tanta dor e com o aniquilamento constante das próprias vontades e sentimentos. Se a transparência ofende, que ofenda.
A dor que dói escrita é dor menos doída?
A energia do homem precisa ser canalizada para algo que lhe forneça uma identidade, um papel social. A pessoa precisa ter uma ocupação em que se sinta produtiva, mesmo que não seja remunerada. Precisa de reconhecimento de seu local no mundo e também precisa transmitir característ…
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A energia do homem precisa ser canalizada para algo que lhe forneça uma identidade, um papel social. A pessoa precisa ter uma ocupação em que se sinta produtiva, mesmo que não seja remunerada. Precisa de reconhecimento de seu local no mundo e também precisa transmitir características que são só suas, o que caracteriza a herança cultural de um povo. Porém, se o meio em que vive dita como, quando e com quem devo fazer algo, toda a espontaneidade acaba. Transformamo-nos em máquinas responsivas, ansiosas e muito angustiadas pois, apesar dos bens alcançados, não existe realização pessoal real. Acredito que precisamos sim nos enquadrar socialmente, porém sem perder o olhar a frente e nem nossa criticidade. É necessário que o homem saiba o real motivo de suas escolhas para não retroalimentar ciclos e mais ciclos de auto-sabotagem emocional. Precisamos sentir mais, mesmo que o sentimento seja ruim. Precisamos questionar mais, mesmo que o rosto do colega não seja o mais satisfeito (isso previne depressão). Porém, mais do que tudo isso, precisamos viver mais e melhor. Enquanto estamos vivos podemos aprender e repensar nossos valores.
Embora o luxo seja atraente e tentador, ele nos deixa pouco à vontade. É na simplicidade que rimos alto e sem medo, sentamos nas calçadas, baixamos nossa guarda e somos sinceramente felizes.
Hoje a limitação humana quis ser lembrada. Esbofeteou-me com uma doença na família.
O humor e a ironia, na dose certa, são excelentes válvulas de escape para lidar com dificuldades.
Meu pai não foi um homem afetivo. Entretanto, sempre me apontou passarinhos.
Muitas vezes, o preconceito é um mecanismo de defesa que as pessoas usam para mascarar suas próprias inseguranças frente ao novo.
Quando os olhos pesarem, que os sonhos sejam leves.
Nunca tive muita paciência com manipuladores de informação e burocratas. Na maioria das vezes dificultar o acesso a dados é pura insegurança e exercício de um pseudo-poder disfarçado em termos como ordem e organização. Organização e fluxo devem servir para a agilização e não para…
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Nunca tive muita paciência com manipuladores de informação e burocratas. Na maioria das vezes dificultar o acesso a dados é pura insegurança e exercício de um pseudo-poder disfarçado em termos como ordem e organização. Organização e fluxo devem servir para a agilização e não para a estagnação dos serviços. A burocratização só atrasa o trabalho e prejudica os mais interessados e necessidados no produto final.
Detesto essa "mania" que as pessoas têm de achar que tudo deve estar bem o tempo todo. Isso simplesmente não existe. A realidade nos pede tempo para todos os sentimentos e a única coisa que consigo pensar de alguém que se diz "zen" o tempo todo é que essa pessoa é do tipo "zen" n…
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Detesto essa "mania" que as pessoas têm de achar que tudo deve estar bem o tempo todo. Isso simplesmente não existe. A realidade nos pede tempo para todos os sentimentos e a única coisa que consigo pensar de alguém que se diz "zen" o tempo todo é que essa pessoa é do tipo "zen" noção.
Tem um lado meu que quer muito ser feliz. O outro? Esse vive na realidade.