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Frases de José Hamilton

21 frases

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Livro Ladeira da Saudade - Poema de leitor. Em um mundo de opressão, És tu, Dirceu, a minha redenção
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Livro Ladeira da Saudade - Poema de leitor. Em um mundo de opressão, És tu, Dirceu, a minha redenção Impulsionas minha vida sofrida, Adentra minha alma atrevida E, com suas histórias absorvidas, Muda, para sempre, minha alma precavida Encontrei, contigo, em Vila Rica, Um novo rumo para a vida Larguei São Paulo e a família Conflitei com o Dogma de minha vida, Adentrando no pseudo amor errante Saindo de um confronto dilacerante, Aproximo-me de meu cavaleiro errante Crendo em meu sonho alucinante.

Defronte à vertente colina, reconheço minha ruína Desterro de minh’alma, erosão de minha vida Vejo sempre o Orange do dia, mergulhando na anfêmera agonia
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Defronte à vertente colina, reconheço minha ruína Desterro de minh’alma, erosão de minha vida Vejo sempre o Orange do dia, mergulhando na anfêmera agonia Denoto, como pode ver, certa melancolia, languidez e até misantropia Meu sorumbático corpo já não tem a lascívia costumeira Se me vês hoje, estou taciturno, lúrido, no auge da rebeldia. Foi a Química da paixão que motivou a elegia Sofreu meu deturpado coração o fim do efêmero verão Da Geórgia vem meu flagelo, meu martírio tão singelo Quando chega agosto com suas chuvas, vêm as lágrimas em minhas luvas Meu idílio foi findado do 31/07 voltando E a tristeza me dominando conforme vou chorando Foi a Química, a colina que motivou minha elegia Espantado fico ao pé dela; tácito, transtornado com os resultados Grande barreira da perdição que me esmaga de prontidão Só assim para a ruína eu reconhecer e, no dilúculo, esmorecer Da Geórgia vem meu flagelo, meu martírio tão singelo Professora Geórgia, carrasca minha, perdoe minha descortesia. Foi a Química que motivou esta elegia.

A Volta da Razão O vil despotismo dos vossos despojadores e espoliadores morais atingem-me lancinantemente no âmago, sinto-me enclausurado com minhas liberdades, recôndito na bastilha de minh’alma. Clamo por sua vinda, matriarca.
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A Volta da Razão O vil despotismo dos vossos despojadores e espoliadores morais atingem-me lancinantemente no âmago, sinto-me enclausurado com minhas liberdades, recôndito na bastilha de minh’alma. Clamo por sua vinda, matriarca. Salvadora ética, foz do conhecimento, vinde à mim, liberte-me de meus devaneios, finde meu lamurio com vosso leite materno. Ó Razão fulgurante, lógica imprescindível, alente Atlas e o mundo agora penitente, engrandeça a, da caverna, réstia reluzente, pois, hoje, por perdão suplico pelo povo saliente. Ponho-me a dormir noite a noite sonhando com a alvorada, dilúculo do dia em que sairemos da penumbra e, enfim, clareará a vida dentro da caverna iluminando a vereda para a saída.

Minha Alucinação Agora não. Em outro momento, outra hora, outro dia; dia de intensa agonia, revoada de emoções, instante agonizante, desgraça em sintonia. Fujo e rogo no dia a dia; me refugio na filosofia e pergunto amiúde à Alma Mater: “O que é a teogonia?”
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Minha Alucinação Agora não. Em outro momento, outra hora, outro dia; dia de intensa agonia, revoada de emoções, instante agonizante, desgraça em sintonia. Fujo e rogo no dia a dia; me refugio na filosofia e pergunto amiúde à Alma Mater: “O que é a teogonia?” Sem entender seu significado, cambaleio desnorteado. Caio, grito, choro, vou a nocaute outra vez. Volvendo à caminhada, me surpreendo: Eu encontrei minha Pasárgada! Meu Deus, que alento! Tempo bom já foi passado e à Bandeira, meu amigo do rei, eu agradeço, mas já chegou certo tempo em que muito provavelmente já dizes: “Certo, perdeste o senso”. E eu vos direi, no entanto: “Enquanto houver espaço, corpo, tempo e algum modo de dizer não, eu canto”. Eu canto novamente: para entender a mim - falso, louco, demente – e a teogonia que venha a ser contraparente, terás que, como Bilac, ouvir estrelas.

M aria, de imaculada concepção . Luiza, materialização da perfeição . Teu riso resplandecente turva minha
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M aria, de imaculada concepção . Luiza, materialização da perfeição . Teu riso resplandecente turva minha trêmula visão . Afagado sempre em teus braços, alimenta a inebriante paixão. A h! Maria, de delicado coração, . Vem, acalma minha agitação. . Luiza, incandesce minha escuridão . No idílio de minha alucinação. L eva também Silveira, proveniente de silvestre, . O que designa seu comportamento agreste . Que a mim tanto enlouquece U ma Bezerra em meu curral . Como tu és no terral . Com teu brilho atemporal, tão cheio de moral.