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Frases de José Estêvão

270 frases

⁠Cada pessoa possui três personalidades: a que exibe, a que tem e a que pensa que tem. Um temperamento agradável, pode compensar-nos da falta de beleza, mas a beleza não basta para nos indemnizar de um temperamento desagradável, mas há pessoas que parecem como as modas, parecem…
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⁠Cada pessoa possui três personalidades: a que exibe, a que tem e a que pensa que tem. Um temperamento agradável, pode compensar-nos da falta de beleza, mas a beleza não basta para nos indemnizar de um temperamento desagradável, mas há pessoas que parecem como as modas, parecem bem por algum tempo. E sendo a vida uma pedra de amolar: ela nos desgasta ou afia, conforme o metal de que somos feitos. Tudo aquilo que pensamos e fazemos umas coisas perduram no tempo e outras não, pois o que fazemos de palpável Todos os olhos vêm e aquilo que pensamos se não registarmos perder-se-á para sempre. A nossa personalidade exibe o que somos pelo que fazemos e nunca se vê pelo que pensamos. A nossa ação vale muito mais que todas as lições que recebemos ou damos, porque aprendemos melhor fazendo do que dizendo, pois as palavras leva-as o vento, como na gíria todos dizemos. Nada fazemos se antes não pensarmos, são os nossos sonhos que queremos para o nosso sucesso, pois quem não sonha, não fará e quem sonha é como um barco navegando para um lugar onde queremos estar, sonhando, um dia alguém de nós falará e não importa bem ou mal, pois cada um nós vê com os olhos que tem, agora se sabem ver ou não, isso já não sei, mas a mesma coisa não é vista por todos do mesmo modo. É isto que eu penso e se o que penso, falar nem todos concordarão, pois nas diferenças de pensar e ver, cada um tem a sua opinião, mas ninguém nunca será dono da razão. Entretanto, pela posse da razão, os homens sempre lutaram e morreram e assim há-de continuar para sempre. A Razão é dada para discernir o bem do mal e com ela tudo se prova e tudo se impugna. Se provar que tenho razão significa reconhecer que posso estar errado, sendo a razão a primeira autoridade; e a autoridade é a última razão, porque impondo a minha posso reconhecer que não a tenho.

⁠O caudal de um rio É feito dos seus afluentes, É a língua portuguesa que falas e sentes,
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⁠O caudal de um rio É feito dos seus afluentes, É a língua portuguesa que falas e sentes, É a nossa grandeza cheia de brio, A poesia falada em português, É a língua com mais gratidão, È do mundo e do nosso coração, Ela é da maiores sem porquês. Em português dizer obrigado, Por algo que alguém fez por nós, É portuguesa, é a nossa voz, Ela é do mundo, do presente e do passado, Que vem de tão longe meu irmão, A língua portuguesa é de continentes, Que une no mundo tantas gentes, Que é falada e vem de dentro do nosso coração. A nossa língua é nossa é do mundo, Quem de tão longe e não se perdeu, A nossa língua é eterna e chega ao céu, E até passa pelos oceanos tão profundos, Levada pelos nossos antepassados, A quase todos os cantos desta Terra, É a nossa língua que é da primavera, Por terra e por mares navegados. A nossa língua é portuguesa, a nossa pátria, É a nossa mãe que nos une a todos nós, É forte e linda e cantada a um só voz, E com ela se canta o fado pela guitarra, É o seu hino, os heróis do mar, Que a cantamos com a mão no coração, Representa esta terra esta pequena nação. E com orgulho dizemos, navegar, navegar.

⁠Tudo vem e tudo passa, Com tudo o que já vivi, Mas não foi só para mim,
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⁠Tudo vem e tudo passa, Com tudo o que já vivi, Mas não foi só para mim, Sempre com a minha graça, Mas muita graça não tenho, Olhos tristes sempre tive, Mas o meu corpo assim vive, Desde que nasci pequeno. Tudo vem e tudo para lá vai, Tudo passa por aqui e por ali, Vou aprendendo com o que já li, E com a educação de maus pais, Pois sem eles não teria nascido, Se foi com amor eu não sei, Mas com tudo o que já pensei, Assim me sinto válido e vivido. Tudo vem e tudo passa, Vem o futuro para o presente, E o presente para toda a gente, Cada um com a sua palavra, E eu vou usando as minhas, Para mim e para conviver, Mas eterno sei que não vou ser, Nestas minhas poucas linhas. Tenho inteligência para pensar, E também para algo fazer, Mas para alguém não vou dizer, Nem os meus segredos revelar, E eu vou passando pelo tempo, E o tempo vai passando por mim, Para o passado vai o que já vivi, Para o futuro vou com o meu talento. Talento que é da minha inteligência, E da minha própria vontade, Com ela eu procuro a felicidade, Com a minha própria ciência, E assim tudo vem e vai passando, Ganhando o meu conhecimento, Aplicando o meu pensamento, No meu tempo em que vou sonhando

⁠Saber envelhecer é uma grande sabedoria, é nunca ficar parado a pensar que o seu futuro está no fim. Ser velho não é triste, triste é não chegar a envelhecer. A velhice até pode ser um simples preconceito aritmético, e todos nós seríamos mais jovens se não tivéssemos o péssimo h…
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⁠Saber envelhecer é uma grande sabedoria, é nunca ficar parado a pensar que o seu futuro está no fim. Ser velho não é triste, triste é não chegar a envelhecer. A velhice até pode ser um simples preconceito aritmético, e todos nós seríamos mais jovens se não tivéssemos o péssimo hábito de contar os anos que vivemos.

⁠Um grande império foi criado, Com homens e caravelas, Com coragem mastros e velas,
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⁠Um grande império foi criado, Com homens e caravelas, Com coragem mastros e velas, Pelo mar foi tudo navegado, Descobrindo terras e gentios, Com fortes marinheiros e doenças, E dentro das almas suas crenças, E nas velas o vento soprava aos assobios. Pelos mares nunca dantes navegados, Homens corajosos mandados por el-rei, Foram descobrindo caminhos e greis, Pelas onda do mar foram encorajados, Aportando em tantas terras desconhecidas, Conhecendo riquezas e gentios garbosos, As caravelas ancoradas em lugares assombrosos, E também pelas doenças se perderam tantas vidas. Sendo terras suas onde os gentios habitavam, Eram feitos escravos e vendidos como alimárias, Em que às suas crenças eram contrárias, E para nossas terras em trazidos e trabalhavam, Como animais e com chicotes obrigados, A servir o império hesitamos sem saber, E no império todos trabalhavam até morrer, E a língua portuguesa os professores ensinavam. Neste país que se chama Portugal governavam el-reis, Na época de tempos antanhos virado para o mar, Foram colonizadas terras longínquas por desbravar, E a religião deste país era ensinada aos infiéis, Como eram chamados gentios trazidos de tão longe, Que eles desconheciam e no mercado eram vendidos, Que eram mais inimigos do que amigos, E assim perdiam as esperanças do seu horizonte. Que grande império pelos navegadores conquistado, Hoje este lindo pais perdeu tudo e voltou a ser pequeno, Nesta ponta de terra que só tinha olhos para o mar, E ao fim de tantos anos de tudo foi espoliado, E assim de grande império passou a pequena terra, Tal como era no tempo dos descobrimentos, E das colónias descobertas com tantos sofrimentos, Passou a ser um pequeno pais, tal e qual como antes era

⁠Um povo Grande e orgulhoso pode ser amado, Resignando-se a ser vencido,
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⁠Um povo Grande e orgulhoso pode ser amado, Resignando-se a ser vencido, Por qualquer outro povo inimigo, Mas nunca a ser humilhado. Pode-se induzir-se um povo. A defender uma grande causa, Ela pode ser feita sem uma pausa, Unidos todos pelo seu todo. Um povo domina-se mais facilmente, Excitando as suas paixões, Do que cuidando dos seus interesses. Um povo nunca é fraco é valente, Se tiver um comando mesmo sem galões, Com a sua força não cai pelos revezes.

⁠ Cantas tão bem meu passarinho, Em cima deste meu telhado,
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⁠ Cantas tão bem meu passarinho, Em cima deste meu telhado, Cantas para mim em trinado, Sendo eu maior e tu tão pequenino, Mas, tens asas para ires voando, Apenas tenho pernas para andar, Mas contigo eu posso voar, Apenas e só imaginando. Para mim não cantas certamente, Cantas porque te faz bem cantar, Gosto de te ouvir e de ti gostar, É assim que o meu coração sente, Penso que estás no teu ninho, Que a tua mãe fez para ti, Fica no teu ninho e depois voa par mim, Quando deixares de ser pequenino. Tu, passarinho, fica aí no meu telhado, Canta que eu te vou ouvindo, Gosto tanto de ti meu passarinho, Com o teu lindo trinado. Que encanta a alma que eu tenho, Por favor não pares de cantar, Sei que um dia destes vais voar, Depois de deixares seres pequenino. Tu, meu passarinho, estou tão perto de ti, Estou em silêncio ouvindo o teu cantar, Eu não sei cantar, mas sei falar, E eu gosto tanto de te ouvir. Todos os dias a cantar no meu telhado, Meu passarinho que não te vejo, No meu pensamento eu te quero, Tenho saudades depois de teres voado. Meu passarinho que não és meu, Sentes-te bem no teu ninho, Porque ainda és muito pequenino, Não és meu, pertences ao céu, Podes estar sempre no meu telhado, E quando voares contra o vento, Estás no amor do meu sentimento, Mesmo que para sempre tenhas voado.

⁠Não confies nos confiantes, Nem confies nos desconfiados, São poucos todos os cuidados,
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⁠Não confies nos confiantes, Nem confies nos desconfiados, São poucos todos os cuidados, As facas são todas cortantes. Nem confies nos desconfiados, Por confiar o leão é vencido, Tem cuidado sempre contigo, Por confiar somos enganados. Seríamos melhores sem o receio, Pela aparência julgamos os outros, Não confies nos que não são loucos, Eles andam sempre no teu meio. Aqueles que são mais desconfiados, Muitas vezes são os que se enganam, Por serem assim às vezes se tramam, Pela aparência somos todos julgados. A desconfiança põe-nos de sobreaviso, Mas às vezes o que parece não é, Os desconfiados dormem de pé, Mas caem na armadilha do inimigo. Está ainda por nascer o prudente, Não há limites para credulidade, Dos humanos é uma especialidade, Por vezes se torna imprudente. Quatro patas bom, duas é ruim, Com duas patas é um pensador, Também pode ser enganador, Fica de olho aberto até ao fim. Sê mais esperto do que os outros, Tem cuidado não lhes digas nada, Se te descuidares a verdade é trocada, Os espertos também se fazem de loucos

⁠ Sei que nada pode existir para sempre a não ser a eternidade, mas ela não existia se o universo também não existisse. E sem o universo o que seria que ia estar em seu lugar? O que havia antes dele nascer? O vento não soprava, a chuva não caia, a escuridão era total e a vida nã…
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⁠ Sei que nada pode existir para sempre a não ser a eternidade, mas ela não existia se o universo também não existisse. E sem o universo o que seria que ia estar em seu lugar? O que havia antes dele nascer? O vento não soprava, a chuva não caia, a escuridão era total e a vida não existia. Mas como ele existe, o futuro também existe e todos nós o vamos usando sem pensar que o usamos à medida que respiramos e vamos vivendo quase na ignorância, do que ele nos pode trazer, no entanto, não podemos perder a esperança para ir aproveitando o tempo que vai passando e viver com ambição, paz e amor. Todos temos um passado que já vivemos e jamais voltará, mas vai servindo de lição para o futuro e é ele que nos mostra quem somos, todos diferentes, todos iguais. Nunca se deve pedir nada a Deus quando o diabo estiver a ouvir, pois o mal e o bem sempre se encontram e temos que saber separá-los e saber conhecê-los, agindo sempre depois de pensarmos, para não sentirmos o arrependimento.

⁠ Sonhei Vi uma capelinha de amor escondida,
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⁠ Sonhei Vi uma capelinha de amor escondida, Entre as flores do campo muito pequenina, Ajoelhada a rezar estava lá uma menina, Com uma saia rodada toda florida. A menina estava rezando ajoelhada, E eu cá de fora estava apreciando, E na rua eu apenas estava olhando, Ouvindo uma melodia que escutava. A sua voz soava fora da capelinha, Não havia mais ninguém a não ser eu, Escutava atendo o que ela rezava a Deus, Mas não sabia que a Deus lhe estava pedindo. Enquanto ouvia cai então a noite escura, A noite tinha um cheiro intenso a lavanda, E outras ervas do chão que a natureza manda, Estava sentado perto numa pedra dura. A menina acabou de rezar, a sua voz se calou, Saiu da capelinha já de noite sozinha, Ela olhou para mim e ficou assustada, a menina, E junto a mim em passos lentos chegou. Perguntei-lhe se não tinha medo da escuridão, A noite sem sombra não tinha luar, A menina olhou para mim e começou a falar, Não, não tenho medo confio no teu coração. O seu rosto iluminava a noite como o luar, Os seus olhos pareciam faróis do caminho, Então falei com ela em tom baixinho, E de repente aquela menina começou a voar. De repente acordei, estava sonhando, Não havia capelinha, não havia nada, sonhei, E assim, repentinamente me levantei, Já o sol brilhava e se estava levantando.

⁠O ser humano pode ser interação entre mãe e pai, reações quando não se dão afetos, a criança fica aflita, gesticula chora, fica rebelde e quando a mão reage e torna a dar afetos, a criança volta a ter alegria, nunca demonstração de amor. A criança pode não saber ainda falar, mas…
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⁠O ser humano pode ser interação entre mãe e pai, reações quando não se dão afetos, a criança fica aflita, gesticula chora, fica rebelde e quando a mão reage e torna a dar afetos, a criança volta a ter alegria, nunca demonstração de amor. A criança pode não saber ainda falar, mas sabe muito bem o que são afetos ou mostrar má cara e consoante o que vê reage, porque sabe distinguir muito bem um sorriso de uma cara zangada. Assim se aprende a ler os comportamentos da criança.

⁠Escrevo e guardo para mim o que há muito tempo vou escrevendo do meu entendimento que certamente vai morrer comigo, mas enquanto eu for vivendo, é um gosto que eu sinto deste meu ato de escrever do que me vai na alma que mais ninguém sabe a não ser eu, como autor das minha simpl…
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⁠Escrevo e guardo para mim o que há muito tempo vou escrevendo do meu entendimento que certamente vai morrer comigo, mas enquanto eu for vivendo, é um gosto que eu sinto deste meu ato de escrever do que me vai na alma que mais ninguém sabe a não ser eu, como autor das minha simples palavras que vão formando um todo conforme os momentos da minha vontade de escrever, assim da minha imaginação que chega sempre onde eu nunca poderei chegar.

⁠Agora vou mudar a agulha do meu pensamento para outras direções que são puxadas por mim, vindas do meu pensamento, estando bem satisfeito com o meu cérebro, apesar de velho continua ativo e mais sabedor e com mais vontade de arquivar mais sabedoria, mas muitos pensamentos que te…
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⁠Agora vou mudar a agulha do meu pensamento para outras direções que são puxadas por mim, vindas do meu pensamento, estando bem satisfeito com o meu cérebro, apesar de velho continua ativo e mais sabedor e com mais vontade de arquivar mais sabedoria, mas muitos pensamentos que tenho quando me deito ficam no outro dia esquecidos, com a preguiça de não me levantar da cama para os escrever, mas também não posso escrever tudo o que penso, mas sim apenas aquilo que eu acho que não devo perder e gravo no papel ou no meu computador, para recordar mais tarde ou para ficar para os meus para além de mim. Felizmente ainda não perdi a vontade de escrever, de pintar, de ler e de ter outras criatividades, ações que despertam os meus neurónios para continuar a fazer o que gosto e que me dá ânimo de viver. A reforma é uma paragem definitiva do que estamos habituados a fazer todos os dias, para termos a vida com que sonhamos, mas nem sempre se consegue. Por isso mesmo, quando me reformei já tinha tudo preparado com antecedência para dar continuidade ao trabalho por conta própria e ainda aqui estou seguindo em liberdade, sem horários a cumprir e sem ordens a receber, mas como não quero parar vou continuando a fazer o que gosto e ao mesmo tempo dedicando a dar continuidade continuar a aprender e com tudo aquilo que aprendi, sempre ganho mais qualquer coisa para fazer férias de vez em quando que nunca fiz quando trabalhava. Vou usando o meu futuro e guardando o meu passado que nunca o poderei esquecer, serve-me de muito da sabedoria que ganhei para ir seguindo em frente, atualizando-me sobre a evolução que no mundo vai aparecendo, para que a ignorância não tome conta de mim na totalidade. A força de vontade de continuar a trabalhar e aprender nunca quero perder enquanto a minha mente estiver saudável. De vez em quando penso que se um dia a minha mente se for abaixo, não preciso do meu corpo para nada, prefiro morrer, mas não sou eu que mando e eu não quero ser um estorvo para ninguém, ficando dependente de outros. Se deixar de pensar, vivo, mas já não sou eu, sou um corpo sem fim lucrativo e assim sendo, como já não sei quem sou nem sei o que faço aqui, o melhor processo é deixar de respirar e assim acaba tudo, dando lugar aos mais novos, pois eu já vivi e já desempenhei o meu papel, mas ainda me sinto útil para a sociedade humana, mas o Estado é que não deve gostar muito, porque quando mais vivem os velhos mais dinheiro gastam com eles, sem retribuição, são um peso morto para a economia, mas ninguém é eterno , todos passamos pelo mesmo.

⁠Coisas da vida O antes eu já passei e agora vou passando, E para trás já não posso nada ter e olhar,
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⁠Coisas da vida O antes eu já passei e agora vou passando, E para trás já não posso nada ter e olhar, Apenas posso ir pensando e recordar, Tudo aquilo que já vivi e fui passando. Para a frente eu não sei o que acontece, Mas vou usando o meu futuro com posso, Passa tão rápido, quando digo agora já é logo, Vivendo é assim que a minha vida envelhece. Antes eu era tão pequenino, não sabia quem era, O tempo me foi levando sempre para a frente, E assim crescendo e aprendendo me fiz gente, E assim vou passando as minhas primaveras. O antes já aconteceu e o depois vai acontecer, Perante os meus olhos o tempo vai passando, Umas vezes rindo e outras vezes chorando, Sempre com a minha vontade de viver. O céu é o meu teto eu nunca lá hei-de chegar, Ele não tem distância, é longe, é ilimitado, Mas eu vou pensando e pisando o meu chão, Sem nunca pisar o meu próprio coração. Às vezes o que está perto parece-me tão longe, E o que está tão longe, parece-me tão perto, A distância às vezes é ilusão que eu espero, Mas não sei quando vem nem sei de onde. Nem tudo o que eu penso eu consigo agarrar, Mas penso que no que eu desejo para mim, Eu sou assim como sou, eu sou mesmo assim, A minha mão não chega onde o pensamento chegar. Antes e depois é o passado e o presente, Que eu vou vivendo e a minha vida vou levando, E o meu futuro é o meu presente que vou usando, Que penso na vida, lutando por contra a corrente.

⁠Agora vou mudar a agulha do meu pensamento para outras direções que são puxadas por mim, vindas do meu pensamento, estando bem satisfeito com o meu cérebro, apesar de velho continua ativo e mais sabedor e com mais vontade de arquivar mais sabedoria, mas muitos pensamentos que te…
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⁠Agora vou mudar a agulha do meu pensamento para outras direções que são puxadas por mim, vindas do meu pensamento, estando bem satisfeito com o meu cérebro, apesar de velho continua ativo e mais sabedor e com mais vontade de arquivar mais sabedoria, mas muitos pensamentos que tenho quando me deito ficam no outro dia esquecidos, com a preguiça de não me levantar da cama para os escrever, mas também não posso escrever tudo o que penso, mas sim apenas aquilo que eu acho que não devo perder e gravo no papel ou no meu computador, para recordar mais tarde ou para ficar para os meus para além de mim. Felizmente ainda não perdi a vontade de escrever, de pintar, de ler e de ter outras criatividades, ações que despertam os meus neurónios para continuar a fazer o que gosto e que me dá ânimo de viver. A reforma é uma paragem definitiva do que estamos habituados a fazer todos os dias, para termos a vida com que sonhamos, mas nem sempre se consegue. Por isso mesmo, quando me reformei já tinha tudo preparado com antecedência para dar continuidade ao trabalho por conta própria e ainda aqui estou seguindo em liberdade, sem horários a cumprir e sem ordens a receber, mas como não quero parar vou continuando a fazer o que gosto e ao mesmo tempo dedicando a dar continuidade continuar a aprender e com tudo aquilo que aprendi, sempre ganho mais qualquer coisa para fazer férias de vez em quando que nunca fiz quando trabalhava. Vou usando o meu futuro e guardando o meu passado que nunca o poderei esquecer, serve-me de muito da sabedoria que ganhei para ir seguindo em frente, atualizando-me sobre a evolução que no mundo vai aparecendo, para que a ignorância não tome conta de mim na totalidade. A força de vontade de continuar a trabalhar e aprender nunca quero perder enquanto a minha mente estiver saudável. De vez em quando penso que se um dia a minha mente se for abaixo, não preciso do meu corpo para nada, prefiro morrer, mas não sou eu que mando e eu não quero ser um estorvo para ninguém, ficando dependente de outros. Se deixar de pensar, vivo, mas já não sou eu, sou um corpo sem fim lucrativo e assim sendo, como já não sei quem sou nem sei o que faço aqui, o melhor processo é deixar de respirar e assim acaba tudo, dando lugar aos mais novos, pois eu já vivi e já desempenhei o meu papel, mas ainda me sinto útil para a sociedade humana, mas o Estado é que não deve gostar muito, porque quando mais vivem os velhos mais dinheiro gastam com eles, sem retribuição, são um peso morto para a economia, mas ninguém é eterno , todos passamos pelo mesmo. Mas o que eu penso ninguém me pode tirar nem fazer pagar impostos, mas a continuação da minha atividade salvou-me a vida e a paixão pelo trabalho faz-me sentir o que sou sem perder o prazo de validade. Aprendi a ter paciência que me tem servido para a minha vida que é como uma planta amarga que dá frutos doces. Os amargos de boca também existe e fazem-nos sofrer quando os outros não nos compreendem e nos ofendem por dizermos a verdade que para mim é um fruto doce e para outros um fruto bem amargo. A internet, segundo as previsões dos entendidos está a provocar milhões de desempregados em todo o mundo pelas vendas on line, pondo os cidadãos em contato com as redes sociais, blogues, sites, etc, eliminando intermediários, Em vez de se chamar um táxi ou alugar um quarto de hotel ou a comprar um jornal, cada vez mais as pessoa, estão a contratar diretamente os carros e as casas de outras pessoas e a receber notícias de todo o mundo dadas por outras pessoas através das redes sociais. A UBER é a maior empresa de táxis do mundo que está destruir o negócio dos táxis, em 2019 tinha 24000 empregados, estando a dar cabo de um negócio que alimenta 17 milhões de pessoas graças a algoritmos que gerem milhões de condutores, sem necessidade de supervisão humana. As pessoas em vez de irem para um hotel, as pessoas alugam diretamente através da intrnet a casa de qualquer cidadão a preços muito inferiores. Uma cadeia de hotéis, a Sarwood tinha 170 000 empregados em 2017, juntando os empregados de outras cadeias grandes e pequenas, negócio que dá emprego a dezenas de milhões de pessoas. Assim sendo cerca de 3000 pessoas estão a curto-circuitar um negócio que dá emprego a milhões de pessoas. Os jornais estão a desaparecer, porque as preferem as redes sociais, pondo em causa o desemprego de milhões de pessoas. A Airbnb é a maior cadeia de alojamento do planeta e não tem um único alojamento. Tudo isto assusta porque vai provocar desemprego em massa, grande talvez uma grande revolução por causa do desemprego, gerando uma guerra social, porque poucos estão a tirar o pão da boca a muitos.

⁠Cada pessoa possui três personalidades: a que exibe, a que tem e a que pensa que tem. Um temperamento agradável, pode compensar-nos da falta de beleza, mas a beleza não basta para nos indemnizar de um temperamento desagradável, mas há pessoas que parecem como as modas, parecem…
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⁠Cada pessoa possui três personalidades: a que exibe, a que tem e a que pensa que tem. Um temperamento agradável, pode compensar-nos da falta de beleza, mas a beleza não basta para nos indemnizar de um temperamento desagradável, mas há pessoas que parecem como as modas, parecem bem por algum tempo. E sendo a vida uma pedra de amolar: ela nos desgasta ou afia, conforme o metal de que somos feitos. Tudo aquilo que pensamos e fazemos umas coisas perduram no tempo e outras não, pois o que fazemos de palpável Todos os olhos vêm e aquilo que pensamos se não registarmos perder-se-á para sempre.

⁠Comecei a ler o livro Anjos e demónios, de Dan Brown, um romance ligado à ciência que eu gosto muito. Quando cheguei a um capítulo que fala sobre Roma, um personagem observou que o Coliseu Romano tinha as paredes destruídas e hoje não é mais nem menos que uma das grandes ironia…
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⁠Comecei a ler o livro Anjos e demónios, de Dan Brown, um romance ligado à ciência que eu gosto muito. Quando cheguei a um capítulo que fala sobre Roma, um personagem observou que o Coliseu Romano tinha as paredes destruídas e hoje não é mais nem menos que uma das grandes ironias da História. Agora é um respeitado símbolo da ascensão da cultura e da civilização humanas, fora construído para servir de palco a séculos de eventos bárbaros – leões esfomeados a despedaçar prisioneiros, exércitos de escravos lutando até à morte, violações em massa de mulheres exóticas trazidas das terras distantes, além das decapitações e castrações públicas. No coliseu faziam-se as antigas tradições de selvajaria e eram revividas todos os outonos… multidões enlouquecidas a reclamar por sangue numa cruenta batalha. A Basílica de S. Pedro foi uma coisa que Miguel Ângelo fez bem feita. O Vaticano é o pais mais pequeno do mundo onde S. Pedro sofrera uma morte horrível, crucificado de cabeça para baixo naquele preciso local. Repousa de cabeça para baixo naquele preciso local construído pelo famoso Miguel Ângelo que nem sonhava que o seu edifício hoje admirado mundialmente se fizesse tal barbaridade. S. Pedro sofrera uma morte horrível e repousa agora no mais sagrado dos túmulos cinco pisos abaixo do nível do chão, exatamente sob a cúpula central da Basílica. A luminosidade da capela é habitualmente salpicada de longos e coloridos raios de sol que rasgam a escuridão como lanças vindas do céu. A grande castração - fora uma das mais horríveis tragédias sofridas pela arte da Renascença. Em 1857, o Papa Pio IX decidira que a representação exata da forma masculina poderia incitar à luxúria dentro do Vaticano. Portanto, pegara num cinzel e num malho e decapitou os órgãos genitais de todas as estátuas masculinas da cidade do Vaticano e desfigurou deste modo as obras de Miguel Ângelo, Bramante e de Bernini. Recorreu-se a folhas de videira de gesso para tapar os estragos. Centenas de estátuas tinham sido imaculadas. Pegando nestas atrocidades descritas, penso o que terá acontecido com tantos outros monumentos históricos construídos por escravos a chicote e sujeitos a tantos sofrimentos desumanos e hoje todos nós admiramos esta arte como se nada tivesse acontecido de bárbaro na sua construção.

⁠O tempo nada mais é do que a distância entre as nossas lembranças que passaram pelo futuro, pelo presente e estão no passado e de vez em quando vamos recordando o que fizemos, o que perdemos, o que ganhamos e o que sonhamos e nunca foi feito. As recordações parecem muito mais qu…
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⁠O tempo nada mais é do que a distância entre as nossas lembranças que passaram pelo futuro, pelo presente e estão no passado e de vez em quando vamos recordando o que fizemos, o que perdemos, o que ganhamos e o que sonhamos e nunca foi feito. As recordações parecem muito mais quando já somos velhos, porque na fase da juventude não pensávamos no tempo, até parecia que nunca mais passava, queríamos crescer rapidamente para passarmos à fase de adultos, mas raramente pensávamos que o tempo vai passando sempre por nós e quando a fase da velhice começava a aparecer é que começávamos a pensar que o tempo passava rápido demais. A juventude é o tempo da ilusão, da força da vida, do brilho nos olhos, da aparência que o espelho nos mostrava fazendo caretas para ele e depois é ele que nos faz caretas. Por isso mesmo não vale a pena pensar no tempo porque ele nunca pára e todos corremos atrás dele sem nunca o agarrarmos, mas ele é que nos agarra e nos deita fora.