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Frases de José Estêvão

270 frases

⁠Os nossos olhos estão virados para fora, nunca olham para dentro para ver melhor os outros.
⁠Os afetos dos pais para com os filhos é muito importante, principalmente para o crescimento de uma criança para se sentir amada e nunca rejeitada. Isto faz crescer para a vida qualquer criança. Nem tudo são rosas, mas elas não crescem sem espinhos e estes representam os problem…
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⁠Os afetos dos pais para com os filhos é muito importante, principalmente para o crescimento de uma criança para se sentir amada e nunca rejeitada. Isto faz crescer para a vida qualquer criança. Nem tudo são rosas, mas elas não crescem sem espinhos e estes representam os problemas que uma criança vai encontrar enquanto cresce e só assim percebe que a vida não é fácil e se o fosse não dava gosto viver, porque as vitórias são mais saborosas quando conseguimos arrancar os espinhos.

⁠O rumor do vento me faz acordar, E eu até dormia profundamente, Mas tão depressa, tão depressa de repente,
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⁠O rumor do vento me faz acordar, E eu até dormia profundamente, Mas tão depressa, tão depressa de repente, Pus os pés fora da cama estava a sonhar, O chão estava frio e de repente me arrepio, Mas pareceu-me que eu ainda sonhava, Voltei à cama ainda quente e me tapava, E na janela o vento, batia, batia num assobio.

⁠Um Estado falido e as enorme dívidas públicas e os encargos ordinários do Estado, não poderão ser pagos pelos contribuintes exaustos. O Estado, ele próprio vê-se obrigado a tomar conta das fortunas dos enriquecidos para pagar os grandes e indeclináveis encargos públicos. O Esta…
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⁠Um Estado falido e as enorme dívidas públicas e os encargos ordinários do Estado, não poderão ser pagos pelos contribuintes exaustos. O Estado, ele próprio vê-se obrigado a tomar conta das fortunas dos enriquecidos para pagar os grandes e indeclináveis encargos públicos. O Estado para viver, não só terá de proceder a esta expropriação, porque os empobrecidos, não poderão pagar, mas há-de carecer também de continuar a regular o consumo a estabelecer a circulação e a socializar a produção da riqueza, por via da municipalização dos serviços económicos. Tratado de paz de 1918. Tantos anos já passaram, já estamos no século 21, mas não estamos livres de mais bancas rotas, que estamos acostumados que é a classe média que paga tudo, porque quanto mais lhe tiram, mas trabalha. A má governação tem sempre responsáveis por qualquer crise económica, os governantes demitem-se e o povo continua a ser o burro de carga que paga pelos maus administradores de qualquer governo. A corrupção é uma doença maligna, para o povo que enriquece os governantes e nunca se encontram os culpados. E a justiça leva anos e anos a resolver estas corrupções sabendo que são os culpados e ao advogados fazem arrastar a situação ao longo do tempo, dilatando os prazos, andando de tribunal em tribunal de decisões deste e daquele e assim o tempo vai passando sujeitando os processos a longos prazos com possíveis prescrições e os culpados ficam livres e risonhos com o dinheiro nos paraísos fiscais e o povo é que sofre por esta malandragem. Onde está a moral do Estado? Em 2018 o Estado não tinha problemas em cativar as grandes riquezas sem razão de ser, porque o povo exausto de pagar por todos eles é que carrega sempre com o fardo ao longo tempo. E assim, vamos caminhando ao longo do tempo para o futuro que passa por todos nós, a dívida vai crescendo, quando não é por pandemia, é pela crise dos bancos e das pandemias como esta que estamos agora a sofrer. A justiça que exerça a sua justiça e nunca seja branda para com estas situações de corrupção com cada vez mais burocracia e por causa desta estarmos sempre na cauda da Europa. Haja respeito e moralidade por este povo que formou esta nação!

⁠ A minha vontade de escrever não se esgota, umas vezes é forte e outras vezes mais fraca, mas o caminho é sempre em frente, é a forja do meu pensamento que me faz escrever o que vai na alma em qualquer momento. O pensamento diz-me que estou vivo que posso caminhar para o futuro…
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⁠ A minha vontade de escrever não se esgota, umas vezes é forte e outras vezes mais fraca, mas o caminho é sempre em frente, é a forja do meu pensamento que me faz escrever o que vai na alma em qualquer momento. O pensamento diz-me que estou vivo que posso caminhar para o futuro que vai passando por mim e eu o vou usando consoante os meus sonhos e estes não são mais do que os meus próprios desejos que quero para mim, mas não quero os maus desejos, sim os bons, tal como não perder o amor que sinto por mim e pelos outros. Os maus desejos não os quero pensar, mas sim afastá-los de mim, do meu ser, da minha alma, da minha mente que é o meu farol e o meu guia para toda a vida. Não sou diferente de toda a gente, tenho maus e bons desejos, mas quanto a estes eu penso muito bem primeiro antes de agir e geralmente nunca os aplico, porque fazem sofrer e eu não quero, quer antes os bons desejos, como fazer bem sem olhar a quem, dizer não à vingança, ao crime, à guerra, à violência e se algumas vez sentir vontade de aplicar os maus desejos, aplico-os em mim e não nos outros, para sentir o mal que faz e deitá-los borda fora. Pessimista não quero ser, só deixa ver o aspeto mau da vida, desbaratam o tempo como se fosse coisa de pouco valor. Quem vê sempre o lado mau da vida, não pode ser boa pessoa, porque na vida existe um e outro, mas os dois estão no nosso pensamento. Há momentos na vida, ocasiões em que desejo deter ou retardar a marcha do tempo, mas é apenas ilusão, porque o tempo ninguém o pode agarrar, vai sempre na sua marcha e todos nós seguimos atrás dele, por isso eu desejo gravar no meu coração que o dia de hoje é o melhor dia do ano. As horas são as peças do seu delicadíssimo mecanismo que se pode ressentir do roubo das horas que o ócio lhe fizer. Por vezes me lamento que são tão rápidos os dias meses e anos e, no entanto, desperdiço momentos preciosos que tão bem poderia aproveitar, principalmente na minha idade de hoje já velha, mas que devo pensar que na minha idade também tenho dias bons e alegres que não os devo desperdiçar, aproveitando sempre o tempo e deixar-me de lamentos que só prejudicam o meu coração. Às vezes olho para o meu relógio e penso no tempo que leva o ponteiro dos minutos a dar uma volta completa ao seu mostrador, para verificar que sessenta segundos que compõem um minuto decorrido, dão tempo de sobra para eu poder fazer tantas coisas, cuja execução parece impossível, pelo conceito vulgar e falso que formo do minuto antes da observação. Não é possível comprar nem vender nem subordinar o tempo, pois o mendigo mais infeliz, dispõe das vinte e quatro horas do dia da mesma forma que um ricaço. A diferença está que cada um fizer dele. Às vezes olho para uma fotografia que tirei aos treze anos e comparo com outra que tirei agora e no meu pensar penso que na primeiro o tempo parou, mas sou na imagem, porque tenho a outra de agora em que sou tão diferente do que era e assim vejo que o tempo não parou na realidade, porque viver é andar atrás do tempo até ele nos barrar o caminho, mas no entanto ele continua sempre sem dó nem piedade.