POEMA DE DUPLA FACE Quando morri, um anjo burocrático Desses que vivem nas luzes das repartições
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POEMA DE DUPLA FACE Quando morri, um anjo burocrático Desses que vivem nas luzes das repartições Disse: Foste, Jorge! Foste trouxa na vida. E tudo isso porque espiava nas fechaduras dos sonhos...